Aos 39 anos, Rafael Motta (PDT) chega à disputa pelo Senado como o candidato mais jovem ao cargo no Rio Grande do Norte, em uma Casa cuja composição tem perfil majoritariamente acima dos 60 anos.
Ex-deputado federal por oito anos, Rafael retorna à corrida quatro anos depois de receber 385.275 votos e, desta vez, conta com o apoio do presidente Lula e do PT. A candidatura combina renovação geracional e experiência política.
Durante oito anos no Congresso Nacional, Rafael articulou obras, investimentos e ações nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. A defesa dos trabalhadores, que esteve presente em sua atuação e contribuiu para sua reeleição em 2018, também estará entre as prioridades da candidatura, com a defesa do fim da escala 6×1.
Depois de receber quase 400 mil votos em uma eleição de uma única vaga, Rafael volta à mesma disputa quatro anos depois, agora em uma eleição com duas vagas, com uma nova configuração política e o apoio de Lula e do PT.
A aliança com o presidente Lula também abre, segundo Rafael, uma oportunidade de ampliar a capacidade de articulação do Rio Grande do Norte com o governo federal. Isso porque os dois ainda não estiveram, ao mesmo tempo, no exercício de seus mandatos em Brasília.
“Eu estou pronto para ser o melhor senador que o Rio Grande do Norte já teve, sobretudo com esta dobradinha. Vamos destravar projetos e transformar demandas dos municípios em obras e ações concretas”, afirma Rafael, que chega à disputa como representante de uma nova geração na política potiguar, disposto a renovar a representação do Rio Grande do Norte em Brasília.
