Cinco momentos em que Rosalba não colocou os interesses de Mossoró acima das questões políticas

Rosalba: cinco momentos em que Mossoró não foi prioridade (Foto: autor não identificado)

A prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) faz uma gestão pautada num modelo administrativo que no final dos anos 1990 pode até ter dado certo, mas hoje não funciona mais.

Uma das características desse modelo de gestão é o de colocar os interesses políticos e pessoais acima dos interesses da cidade.

Vamos citar cinco casos em que isso ficou evidente na atual gestão:

  • Em maio do ano passado um grupo de procuradores entrou em contato com o gabinete pedindo audiência com Rosalba para apresentar um projeto que visa melhorar a arrecadação município. Até hoje estão sendo ignorados;
  • As agendas da prefeita em Brasília estão sendo realizadas exclusivamente com o sobrinho e deputado federal Beto Rosado (PP). Ela evita contanto com outros parlamentares deixando de ampliar a possibilidade de atração de recursos por meio de emendas;
  • O jornalista Carlos Santos relatou que há meses o empresário Rútilo Coelho, que fez parte da gestão de Francisco José Junior, tenta uma audiência com a prefeita para firmar parceria para um evento do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que atrairia 1.500 pessoas a Mossoró em setembro. O pedido de audiência foi ignorado. Mossoró perdeu a oportunidade de fazer a economia gerar na rede hoteleira. Seria 1.500 hospedagens por quatro dias;
  • O deputado estadual Allyson Bezerra (SD) há 30 dias tenta uma audiência com a prefeita para saber dela quais são as demandas da Prefeitura de Mossoró que podem ser mediadas pelo legislativo estadual;
  • A prefeita acabou com o projeto da Base Integrada Cidadão (BIC) sem apresentar qualquer ação alternativa para melhorar os índices de segurança em Mossoró.

Com certeza é possível que o leitor apresente algum outro ponto em que a prefeita colocou o interesse público em segundo plano.