O secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves ao defender a indicação do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) para ser o senador da governadora Fátima Bezerra (PT) praticamente descartou que o deputado federal Walter Alves (MDB) venha a ser o vice da petista.
Raimundo sinalizou o descarte ao falar que uma aliança não se resume a ocupação de espaços na chapa e que o deputado e o pai, o senador Garibaldi Alves Filho (MDB), poderiam indicar nomes para a equipe de governo ajudando na governabilidade.
Pois bem!
Garibaldi não gostou nada dessa ideia e declarou ao Blog do Dina (ver AQUI) que descarta aliança com o PT nos termos colocados pelo chefe do gabinete civil.
“O nome de Walter foi lembrado dentro do grupo situacionista para ser vice. Então, criou-se uma natural expectativa. Mas isso não se confirmou, sobretudo depois das declarações que Raimundo Alves lhe deu ontem”, frisou Garibaldi. “Não. Não estamos à procura de cargos, estamos à procura de uma afirmação na política do Rio Grande do Norte. De uma participação robusta, ou seja, na própria chapa”, complementou.
Garibaldi deixou claro que sem espaço na chapa não tem diálogo com o PT. Ser vice de Fátima é expectativa de ser governador com direito a reeleição daqui a quatro anos e os Alves não elegem um governador há 24 anos.
Logo em seguida os blogs do BG e Thaísa Galvão registraram uma aproximação entre PSDB e MDB em forma de reação a fala de Fátima.
Garibaldi admite conversar até com o bolsonarismo.