A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró emitiu uma nota que é puro suco de covardia diante de quem tem o poder.
Vamos ao contexto: sábado o prefeito Allyson Bezerra (UB) ofereceu um almoço a autoridades, imprensa e empresários que estavam no Pingo da Mei Dia.
Evento oficial, pago com dinheiro público e cujas pessoas convidadas deveriam estar ali pelas funções que ocupam e não pelo tipo de relação que possuem com o prefeito.
Deveria.
O presidente da CDL Stênio Max que tinha sido oficialmente convidado no dia 20 de maio e que já tinha confirmado presença foi barrado na entrada.
Stênio representa mais de 700 empresários. Era por isso que ele deveria estar lá.
Mas o presidente da CDL votou em Genivan Vale (PL) nas eleições para prefeito de Mossoró no ano passado. Os mais de 113 mil votos não trouxeram a generosidade que os vencedores devem adotar na democracia.
Stênio foi barrado na porta do evento. Allyson misturou a institucionalidade que o cargo lhe impõe com as picuinhas políticas.
Isso foi ignorado pela nota da CDL que foi covarde ao resgatar parcerias do passado e classificar o ocorrido como “um equívoco pontual”.
Deixo no final deste texto um argumento que a covardia dos que escolheram essa postura não tem como rebater: se fosse um “equívoco pontual” alguém teria colocado Stênio para dentro e nem haveria a polêmica.
O nome desse constrangimento é vingança! Allyson quer unanimidade.
