O Potengi
A pesquisa Media/O Potengi de março de 2026 mostra o presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no Rio Grande do Norte. No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor, Lula aparece com 48,2%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 30,6%.
Bem atrás dos dois primeiros colocados, aparecem Ratinho Jr (PSD), com 2,6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 1,6%, e Romeu Zema (Novo), com 1,3%. Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) registram 0,8% cada. Os votos branco e nulo somam 3,5%, enquanto 10,6% disseram não saber ou não responderam.
Nos votos válidos, critério que exclui brancos, nulos e indecisos, Lula chega a 56,4%, contra 35,7% de Flávio Bolsonaro. Os demais nomes ficam abaixo de 3%: Ratinho Jr tem 2,5%, Ronaldo Caiado aparece com 1,9%, Romeu Zema com 1,6%, Renan Santos com 1,0% e Aldo Rebelo com 0,9%.
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado responde sem receber uma lista de nomes, Lula também lidera, com 40,9%. Flávio Bolsonaro aparece em segundo, com 21,5%. Depois vêm Tarcísio de Freitas, com 2,6%, Ciro Gomes, com 2,1%, Romeu Zema, com 0,8%, Ronaldo Caiado, com 0,7%, Ratinho Jr, com 0,5%, e Eduardo Leite, com 0,4%. Nesse cenário, 23,6% disseram não saber ou não responderam, e 6,9% citaram branco ou nulo.
O levantamento também mostra que Lula lidera em todas as mesorregiões do estado no cenário estimulado. No Leste Potiguar, ele tem 46,2%, contra 36,2% de Flávio Bolsonaro. No Oeste Potiguar, a vantagem é de 49,8% a 25,9%. No Central Potiguar, Lula marca 49,3%, ante 25,4% do adversário. Já no Agreste Potiguar, o petista registra 50,7%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 26,8%.
Dados técnicos
Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-07240/2026. O levantamento foi realizado pelo Media Inteligência em Pesquisas, contratado pela Potengi Comunicação Ltda. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre 23 e 26 de março de 2026, em 82 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial, em domicílios e locais de fluxo.
