Ao colocar pai como suplente, Rogério demonstra que aposta que Coronel Hélio pode se eleger senador beneficiado pelas divisões da esquerda

Foto: reprodução

Como um predador político, o senador Rogério Marinho (PL) fareja sangue e encontra, na possibilidade de sobras de um banquete antropofágico na esquerda potiguar, a chance de que resulte um novo mandato para sua família.

De alimentar-se de disputas internas da esquerda Rogério entende, e até hoje se refestela em Brasília graças à divisão do voto lulista em 2022. Por isso, ele decidiu posicionar o pai, Valério Marinho, como suplente do mais bolsonarista dos candidatos ao Senado, o Coronel Hélio (PL).

Rogério sentiu o cheiro; resta saber se a esquerda vai deixar as sobras para o bolsonarismo mais uma vez.