Reconhecido como um grande articulador político, o senador Rogério Marinho (PL) tem deixado a desejar no papel de coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial.
Um dado impressiona: pela primeira vez desde a redemocratização, a principal candidatura de oposição não terá coligação. Nenhum partido está alinhado à postulação do filho do presidiário mais famoso do Brasil.
A escolha de Alfredo Gaspar (PL/AL) como vice para atender a interesses regionais do deputado federal Arthur Lira (PP/AL) é uma prova da fragilidade da articulação de Rogério.
Alfredo estava à frente de Arthur na corrida pela segunda vaga ao Senado em Alagoas, e a saída dele para a disputa nacional facilita a vida do cacique alagoano.
Rogério tem sido criticado pelos bolsonaristas pelo estilo centralizador e vem sofrendo duras críticas dentro do próprio PL.
Rogério tem falhado na coordenação de Flávio.
