Allyson evita se posicionar entre quem trouxe a fila do osso e quem tirou o Brasil do mapa da fome

Democracia ou golpe de estado? Fim da escala 6×1 ou manutenção dessa regra injusta? Programas sociais ou desmantelo do Estado? Quem botou o povo na fila do osso ou quem tira o Brasil do mapa da fome?

Responder essas perguntas parece simples, mas para o líder na maioria das pesquisas para o Governo do Rio Grande do Norte não é.

Allyson Bezerra (UB) prefere não se posicionar entre o presidente Lula e o bolsonarismo.

E olhe que estamos em um estado lulista.

É que Allyson montou um palanque com inimigos históricos do lulismo como o senador José Agripino Maia, seu mentor político.

A aposta é a de se esquivar da polarização e usar a imagem progressista da senadora Zenaide Maia (PSD) para suavizar um palanque recheado de bolsonaristas e velhos oligarcas.

Subir no muro pode ser confortável em um contexto de liderança nas pesquisas, mas a questão dos valores importa na política.

Ao menos deveria importar.

A verdade é que todo mundo sabe que na prática Allyson tem lado e o lado dele é a direita.