Bolsonaro ajuda com uma mão e com a perna dá uma rasteira na indústria do sal

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Há 40 dias a economia potiguar estava em festa. O presidente da república Jair Bolsonaro assinou o decreto que tornava de utilidade pública a exploração do sal protegendo o setor de processos judiciais por danos ao meio ambiente.

A alegria dos pobres potiguares durou o pouco.

O benefício mínimo teve como contrapartida negativa cujo prejuízo é incalculável.

A Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia suspendeu a medida de 2011 que dificultava a entrada do sal chileno no mercado nacional, protegendo os produtores potiguares.

O Rio Grande do Norte produz 97% do sal marinho consumido e exportado no país.

Bolsonaro deu com uma mão aos produtores de sal. Com a perna veio a rasteira.

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9 opiniões sobre “Bolsonaro ajuda com uma mão e com a perna dá uma rasteira na indústria do sal

  • 15 de julho de 2019 em 16:39
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    Acho que essa sua informação merece reparo.
    Primeiro, a medida só tem 1 ano de validade.
    Depois, o sal em questão é destinado à indústria, não compete com o sal pra o consumo humano.

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    • 17 de julho de 2019 em 06:23
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      Amigo, o sal produzido para consumo humano em Mossoró, não chega a 10% do total produzido!

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      • 17 de julho de 2019 em 09:11
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        Renato Fernandes me deu outra explicação.

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  • 15 de julho de 2019 em 16:50
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    Alegria de pobre dura pouco

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  • 15 de julho de 2019 em 19:25
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    O sinal que Bolsonaro fez com o decreto do sal foi que geração de emprego e renda é mais importante do que perseguições institucionais. Segundo, essa sua colocação de rasteira deveria ser vista. Pois por enquanto a multa perdurava a indústria que foi punida com essa multa não comprava sal brasileiro. Somente após a extinção que ela abriu as portas para o sal potiguar. Hoje ela consome 40% do sal brasileiro e a previsão para 2020 é de fazer 50/50.

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  • 15 de julho de 2019 em 21:50
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    Concordo com Manoel, a reportagem seria completa se tivesse a opinião de representantes dos salineiros, p informar melhor os efeitos desta medida. Dessa forma, fica parecendo fack news. Né não?

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  • 15 de julho de 2019 em 23:10
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    Não precisa alterar nada. Deixa o sal chileno entrar livremente aqui. Se o empresariado for bom não tem o que temer, nao vai perder mercado. Deixa o consumidor escolher que são quer consumir.
    Aliás, o sal daqui ainda leva uma vantagem desproporcional, pois não precisa de grandes preocupações ambientais.

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  • 16 de julho de 2019 em 17:13
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    desse presidente se espera isso mesmo, ou pior que isso, ele so beneficia a familia dele, vai colocar um filho como embaixador dos estados unidos…

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  • Pingback: Em vídeo, Beto defende Bolsonaro, ataca a esquerda e diz que indústria salineira não está prejudicada – Blog do Barreto

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