A desaprovação da governadora Fátima Bezerra (PT) continua girando em torno da casa dos 60%. Por mais entregas que tenham sido realizadas como a recuperação de estradas e os números sejam infinitamente melhores que os dos antecessores, a situação da petista não melhora.
Uma das maiores marcas do segundo mandato de Fátima, a articulação pela duplicação da BR 304, ainda não surtiu efeito junto ao eleitor.
A avaliação negativa oscilou de 63,7% em dezembro para 62,6%, variação de 1,1 ponto percentual para baixo dentro da margem de erro.
Faz tempo que bato na tecla da necessidade de se fazer uma luta política mais intensa por parte do governo Fátima. As narrativas da oposição constumam se sobressair e poucos aliados se dispõem a defender o governo nas entrevistas tensas nas rádios da capital.
Fátima precisa corrigir o rumo para reduzir a desaprovação e atingir os objetivos eleitorais. Ela tem o que dizer e apresentar, mas precisa organizar a base para espalhar isso.
O problema é político e estou rouco de tanto afirmar isso.
