Hospital da Mulher chega a 23% de execução de sua obra física

Previsão é que Hospital da Mulher esteja concluído em junho de 2022 (Foto:João Vital/ Governo do RN)

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, que está sendo construído pelo Governo do RN em Mossoró, atingiu 23% de conclusão de sua obra física, percentual atualizado com a incorporação de novos itens. O serviço foi retomado em abril deste ano e a previsão é que esteja concluído em junho de 2022, após o investimento de R$ 104 milhões em obras e bens, realizado via Projeto Governo Cidadão junto ao acordo de empréstimo com o Banco Mundial.

Secretário de Gestão de Projetos e Metas e coordenador do Governo Cidadão, Fernando Mineiro está cumprindo agenda nesta quinta-feira (10) no interior do estado e iniciou no Hospital uma pauta de vistorias programadas para as cidades de Mossoró, Afonso Bezerra e Riachuelo até esta sexta-feira (11).

“Fizemos muitos esforços para resolver problemas da gestão anterior e retomar a obra desta unidade de Saúde que será a maior do estado. Acompanho de perto cada ação do Governo Cidadão, mas com esta o acompanhamento é maior porque sei da sua importância à sociedade”, disse Mineiro.

A área da Saúde concentra a maior parte dos recursos do Governo do RN viabilizados pelo acordo de empréstimo com o Banco Mundial. No total, são mais de R$ 130 milhões a serem executados até dezembro de 2022 que contemplam, principalmente, a construção do Hospital da Mulher.

O foco do Hospital é o atendimento à gestação de alto risco, urgência obstétrica e ginecológica, cuidados neonatais, assistências cirúrgicas neonatal e ginecológica, apoio diagnóstico por imagem, laboratorial clínico e de pesquisa e banco de leite, tornando-se referência para a rede de Saúde Pública estadual.

Estiveram presentes à vistoria a deputada estadual Isolda Dantas; as vereadoras mossoroenses Marleide Cunha e Carmem Julia; a secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas; a ex-deputada Sandra Rosado, representando a vereadora Larissa Rosado; a gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti; e Herbenia Ferreira, diretora geral do Hospital Tarcísio Maia.

Comitiva chefiada pelo Secretário Fernando Mineiro veio acompanhar andamento das obras (Foto: João Vital/ Governo do RN)

Obras – Atualmente, a empresa CG Construções Ltda executa serviços como o de escavação de uma lagoa de captação, alvenaria e chapisco interno e do muro de contenção, envolvendo mais de 100 funcionários.

A unidade receberá pacientes de mais de 60 municípios e terá capacidade para cerca de 20 mil atendimentos ao ano. O complexo contará com 163 leitos, sendo 118 de internação e 45 leitos destinados a outros serviços, como urgências. Terá assistência ambulatorial, pronto-socorro, UTI, centro obstétrico com salas de parto humanizado, banco de leite humano e serviços de suporte às mulheres vítimas de violência.

Equipamentos – Paralelamente à construção, o Governo Cidadão coordena os processos para aquisição de bens que ocorrerão ao longo de 2021. Uma Consulta Pública Virtual com potenciais fornecedores de equipamentos médico-hospitalares, nacionais e estrangeiros, aptos a participarem de Licitação Pública Internacional (LCB), foi realizada na segunda-feira (08) com esse fim. À medida que as licitações forem abertas, serão divulgadas no site do projeto Governo Cidadão, no Diário Oficial do Estado e nas mídias especializadas.

Serviços – Estratégico para a saúde materno-infantil, o Hospital terá a sua Carta de Serviços totalmente finalizada ainda neste ano. O documento é tão importante quanto obras e equipamentos, pois será um guia de funcionamento do hospital. Um Grupo de Trabalho conduz desde 2020 os processos de implantação dos serviços para que estes sejam plenamente oferecidos no segundo semestre de 2022.

A Carta de Serviços está sendo elaborada por técnicos do Governo Cidadão, da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) e, como tem foco na formação profissional, conta com universidades parceiras, sobretudo as da região: Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Universidade do Estado do RN (UERN) e Universidade Federal do RN (UFRN). O terreno para construção do hospital, inclusive, foi cedido pela UERN.

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