O Instituto Media afirmou, por meio de nota, que já apresentou à Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte todas as informações técnicas e metodológicas relacionadas às pesquisas realizadas pela empresa na pesquisa eleitoral RN-08092/2026, que colocou Álvaro Dias à frente na disputa pelo Governo do RN.
A manifestação foi divulgada em resposta ao pedido da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), que solçicitou ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) a instauração de inquérito pela Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades na pesquisa. Segundo a PRE, a empresa não cumpriu integralmente uma decisão judicial que determinava o acesso de um partido político ao sistema interno de controle da pesquisa e aos documentos utilizados na coleta de dados. Para o Ministério Público Eleitoral, a conduta teria dificultado a fiscalização prevista na legislação eleitoral.
O instituto, por sua vez, declarou que as informações foram apresentadas em conformidade com os princípios da transparência, da legalidade e da proteção de dados. A empresa também afirmou confiar na análise da Justiça Eleitoral sobre o caso.
Na nota, o Instituto Media classificou como “excessivo e recorrente” o ajuizamento de ações por parte de uma coligação, que não foi identificada no texto. Para a empresa, as medidas representam uma tentativa de desgastar sua reputação e impedir a divulgação dos levantamentos eleitorais.
“O ajuizamento excessivo e recorrente de demandas judiciais por parte da referida coligação evidencia um padrão de perseguição”, afirmou o instituto.
A empresa também rebateu acusações relacionadas à confiabilidade das pesquisas e negou produzir levantamentos falsos. Segundo o instituto, os trabalhos são realizados com rigor científico e lisura metodológica.
O Instituto Media declarou ainda que a veracidade e a precisão dos levantamentos estão respaldadas pelos registros apresentados à Justiça Eleitoral e que os resultados poderão ser confrontados com o resultado das urnas.
Confira a nota na íntegra
O Instituto Media vem a público manifestar seu veemente repúdio às tentativas reiteradas de desqualificação.
Ressaltamos que a integralidade dos dados técnicos, planos amostrais e requisitos metodológicos exigidos pela legislação vigente já foi devidamente submetida à Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte, em total conformidade com os princípios da transparência, da legalidade e da proteção de dados, instância na qual o instituto deposita irrestrita confiança.
O ajuizamento excessivo e recorrente de demandas judiciais por parte da referida coligação evidencia um padrão de perseguição, cujo objetivo é desgastar a reputação da empresa e impor uma tentativa de censura à divulgação de levantamentos estatísticos.
Ao contrário das acusações, não somos nós que realizamos pesquisas falsas. Reiteramos o rigor científico e a lisura de nosso trabalho.
A veracidade e a precisão metodológica de nossas pesquisas não apenas estão respaldadas nos registros legais, como serão integralmente atestadas pelo resultado soberano das urnas.
