Algumas pessoas por terem se limitado a manchetes, terem sido induzidas a erro por outros colegas ou simplesmente falta de interpretação de texto não entenderam o esclarecimento sobre a situação da engenheira Clívia Lobo na reportagem de ontem.
Então vamos lá:
1) A matéria do colega Dinarte Assunção estava correta. O casal Oseas Monthalgann e Roberta Praxedes pagou a imóvel com a conta usada para movimentar recursos de origem considerada suspeita pela PF;
2) A ponta solta era que só constava o pagamento de um terreno no relatório da PF e a reportagem de Dinarte deixa claro que ela optou por não apresentar a documentação;
3) O que aconteceu? Ela mudou de ideia e apresentou a documentação ao Blog do Barreto esclarecendo a história mostrando que além do terreno havia uma casa construída no local e o contrato previa que os trâmites burocráticos ficariam a cargo do casal.
Em síntese: a matéria de Dinarte que repercutimos em nenhum momento disse que ela era “laranja”, mas que a conta usada para pagamento era. Alguns colegas repercutiram a história de forma errada gerando a confusão. A minha matéria não corrige a de Dinarte, ela complementa. A função do jornalismo é esclarecer os fatos e isso foi feito.
