Entre 2016 e 2024, o percentual de domicílios sem televisão aumentou gradativamente no Rio Grande do Norte e na Região Metropolitana de Natal (RM de Natal). Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).
Enquanto em 2016 esse percentual estava abaixo de 5%, em 2024 se aproximou dos 10% no estado e atingiu 7,0% na RM de Natal. (Figura 1)

A posse de serviço de televisão por assinatura reduziu-se de 2016 a 2024. No Brasil, o percentual caiu de 33,9% para 24,3%; no Nordeste, de 18,5% para 13,3%; e no Rio Grande do Norte, de 29,1% para 19,4%. A queda foi maior na Região Metropolitana de Natal, onde o percentual recuou de 41,2% para 20,8%. (Tabela 3).

Conforme observado na Tabela 4, o principal motivo para a ausência de TV por assinatura em 2024 foi a falta de interesse pelo serviço, superando o custo elevado que liderava em 2016. No Rio Grande do Norte, 55,1% dos domicílios alegaram desinteresse, enquanto apenas 30,4% mencionaram o preço. Na Região Metropolitana de Natal, essa inversão também foi observada: o desinteresse atingiu 50,3%, contra 28,7% por custo.

