Faltou Wesley Safadão, Nathanzinho Lima, Luan Santana, Gusttavo Lima e tantos outros artistas que estão no topo da cadeia alimentar do entretenimento.
Nas postagens sobre o Mossoró Cidade Junina é notória a insatisfação do público com a programação do evento neste ano.
Mas a explicação para a programação “fraca” é fácil de entender. Os cachês inflacionados extrapolaram todos os limites no ano passado quando as prefeituras potiguares gastaram quase R$ 200 milhões com pagamentos de artistas.
Mossoró foi a cidade potiguar que mais gastou com shows totalizando R$ 25,7 milhões, sendo R$ 22,4 milhões só no Cidade Junina.
Na segunda-feira, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público de Contas (MPC)e a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) assinaram um acordo estabelecendo o teto de gastos com cachês com base nas faixas de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Pelo acordo cidades com coeficiente de 0,6 e 1,2 possuem teto de R$ 300 mil e as enquadradas entre 3,6 e 4,0 pode chegar a R$ 700 mil.
Daí a ausência de algumas atrações e a sensação de que a programação está mais “fraca”.
