Rosalbismo entre a palavra “empenhada” e a conveniência

O objetivo do rosalbismo em 2018 é muito claro: é eleger Kadu Ciarlini deputado estadual e reeleger Beto Rosado. O resto é mera alegoria, inclusive a indicação do vice em alguma chapa.

A questão é que o entendimento com o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) estava avançado a ponto de o senador José Agripino (DEM) deixar de ser um entrave (ver AQUI) para o entendimento.

No entanto, uma ponta segue solta: a chapa proporcional. O agrupamento de Carlos Eduardo (PDT) não tem esteiras e não oferece as melhores condições para eleger Kadu e Beto. O que pesa a favor do pedetista é sua maior viabilidade eleitoral.

Aí entra em cena o governador Robinson Faria (PSD) que está tentando atrair o rosalbismo. O trunfo dele é dar as melhores condições a Beto e Kadu e é nesse sentido que as conversas prosseguem.

Não tenham dúvidas: o rosalbismo vai para onde for melhor para garantir seus espaços de sempre. Indicar vice é um plus nas negociações.

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Uma opinião sobre “Rosalbismo entre a palavra “empenhada” e a conveniência

  • 13 de julho de 2018 em 12:39
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    O que vem desestimulando muitos a sair de sua casa pra votar é exatamente isso: políticos querendo se perpetuar no poder. Como diz a música” de pai pra filho, hem? De pai pra filho! Terra de 1912!

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