Sindicatos, Rosalba e os rótulos

Alinhados historicamente com a esquerda os sindicatos são alvos de cobranças por serem silenciosos com a governadora Fátima Bezerra, por ela ser do PT.

Há uma verdade parcial nisto e uma interpretação equivocada também. De fato, há alguns sindicatos que se calam diante do governo Fátima, mas não são todos. Outro ponto que acalma os sindicatos é o estado permanente de negociação, transparência nas informações e mesmo assim tivemos vários protestos. Sem contar a greve dos servidores da saúde.

Agora vamos ver essa questão no plano municipal. Não há negociação, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) despreza e sabotou o principal sindicato e trata a questão da folha salarial sem qualquer transparência.

Todo mês várias categorias ficam sem pagamentos no último dia útil do mês de horas extras, plantões, terço de férias, 13° e outras vantagens sem serem pagas. A prefeita só paga o salário base e espalha que está pagando tudo rigorosamente em dia. O resto sai depois do dia 5 do mês subsequente e de forma fatiada.

Os representantes das categorias se calam bovinamente. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SINDSERPUM) dá mostras de não ter forças para reagir a esse quadro.

A prefeita segue fingindo que tudo vai bem, sua militância prega o salário “rigorosamente em dia” e poucos servidores têm a coragem de denunciar tudo isso nas redes sociais.

Imagina se Rosalba fosse do PT!

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