Styvenson colhe desgaste materializado em números: rejeição cresce 7%

Confusões aumentaram a rejeição ao nome de Styvenson (Foto: reprodução/Blog do Barreto)

O senador Styvenson Valentim (PODE) tem chances de se tornar o principal adversário da governadora Fátima Bezerra (PT) nas eleições do ano que vem: tem a simpatia do sempre engajado eleitor bolsonarista e pauta moralista que sempre empolga o segmento mais conservador da sociedade.

Mas o ex-capitão da Polícia Militar peca pela forma como aborda temas sensíveis como violência contra a mulher. Numa única semana ele ridicularizou a deputada federal Joyce Hasselmann (PSL/SP) que apareceu com hematomas no rosto e passou pano para o policial que bateu numa mulher em ocorrência de violência doméstica.

A história pegou super mal e rendeu uma enxurrada de críticas nas redes sociais. As tentativas de corrigir o erro só serviram para piorar a situação.

Baixada a poeira dá para perceber que ele plantou polêmica e colheu desgaste. Num comparativo entre as pesquisas AgoraSei! divulgada em 26 de maio e 6 de setembro a rejeição dele subiu de 23,5% para 30,2, em números redondos a rejeição subiu 7%. Se antes ele era o sétimo mais rejeitado, agora é o segundo, ficando atrás apenas da governadora Fátima Bezerra (PT). que está no exercício do poder em nível estadual e tem o eleitor antipetista contra si. A própria petista teve esse índice numericamente reduzido caindo de 36,4% para 32,4%, ficando tecnicamente empatado com o parlamentar.

De positivo, uma leve melhora na variação das intenções de voto para governador saindo da faixa entre 10% e 12% para 12% e 16% a depender do cenário testado. Tudo dentro da margem de erro.

No entanto na simulação de segundo turno com Fátima, a governadora ampliou a vantagem de 14,1% para 19% numa variação também dentro da margem de erro.

Para o que ele andou falando nos últimos meses diria que o desgaste até que poderia ser pior.

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