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Agência descumpre decisão judicial envolvendo Allyson e pode ser alvo de busca e apreensão

A Agência Art & C Comunicação Integrada LTDA corre risco de ter que pagar multa e sofrer mandado de busca e apreensão por causa de um processo eleitoral envolvendo o prefeito Allyson Bezerra (UB).

A Art & C não entregou os dados dos anúncios da Prefeitura de Mossoró no período entre janeiro de 2021 e outubro de 2024 em cumprimento de decisão judicial da 33ª Zona Eleitoral.

O juiz Cláudio Mendes Junior negou pedido de quebra de sigilo bancário formulado pelos candidatos a prefeito de Mossoró das últimas eleições Lawrence Amorim (PSDB) e Genivan Vale (PL).

No entanto, ele determinou prazo de cinco dias para a entrega das informações sob pena de multa de R$ 10 mil diárias até o limite de R$ 200 mil e posterior mandado de busca e apreensão com responsabilização criminal.

A decisão faz parte de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) movidas por Lawrence e Genivan.

O prefeito Allyson Bezerra é acusado de utilizar da verba da publicidade institucional do município para fazer promoção pessoal.

Conforme consta na decisão a Art & C foi a única agência que não entregou a documentação. As demais citadas (Executiva, 2HC e Dois A) atenderam a determinação.

Confira a decisão AQUI

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Juíza reprova contas eleitorais de Allyson Bezerra com pena de devolução de recursos públicos

Boca da Noite

A juíza Cinthia Cibelle Diniz de Medeiros, da 34ª Zona Eleitoral da Comarca de Mossoró, desaprovou as contas de campanha de Allyson Bezerra (UB) e Marcos Bezerra (PSD), respectivamente prefeito e vice-prefeito de Mossoró. Os fatos que causaram a desaprovação foram praticadas no pleito do ano passado, que culminaram com a eleição dos citados candidatos.

Entre as irregularidades apontadas pela Justiça para desaprovar as contas estão: descumprimento do prazo para envio de dados relativos aos relatórios financeiros de campanha; ausência de comprovação de despesas com pessoal, atividades de militância e mobilização de rua, publicidade por carro de som, cessão ou locação de veículos e eventos e promoção da candidatura; não comprovação de despesas com produção de jingles.

De acordo com a juíza Cinthia Cibelle, as irregularidades comprometem a transparência e a confiabilidade das informações prestadas.

Além da desaprovação das contas, a magistrada determinou aplicou a pena de devolução de R$ quatrocentos e vinte e seis mil e seiscentos reais), valor este que corresponde a um percentual de 12,40% em relação ao total de despesas dos prestadores de contas.

A desaprovação das contas não tem efeito imediato sobre os mandatos conquistados por Allyson e Marcos, mas pode ser questionada judicialmente por partidos políticos em ação própria e gerar repercussão, como perda de mandato por abuso de poder econômico. Além disso, os partidos dos dois podem ficar sem receber recursos do fundo partidário.

A desaprovação das contas de Allyson e Marcos segue entendimento do órgão técnico da Justiça Eleitoral, que já tinha opinado pela desaprovação.

Leia a decisão AQUI 

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Ex-candidata mostra provas de que não foi “laranja” na eleição de 2024

A ex-candidata a vereadora Fatinha da Dengue (PT), apontada como uma das postulantes laranjas da denúncia do suplente de vereador Marckuty da Maisa (UB), entrou em contato com o Blog do Barreto.

Ela apresentou fotos de atividades de campanha e comprovantes de movimentação das contas do fundo partidário como provas de que ela foi uma candidata de verdade.

Fatinha teve apenas 23 votos é apontada como uma candidata laranja na ação que pode resultar na cassação da chapa da federação PT/PC do B/PV que elegeu as vereadoras Plúvia Oliveira e Marleide Cunha.

Segue a documentação:

 

 

Comprovante_04-10-2024_152435

Comprovante_09-10-2024_152707

Comprovante_09-10-2024_152831

Comprovante_03-10-2024_131726

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Comprovante_25-09-2024_105208

NFSe2408003221857025000012200000000000642409348966_240925_102934

Comprovante_19-09-2024_151543

NFSE000013535 – ELEIÇÃO 2024 – MARIA DE FATIMA ALVES (1)

Comprovante_18-09-2024_205309

Comprovante_18-09-2024_191219

Comprovante_11-09-2024_204928

NFSe2408003221857025000012200000000000592409176587_240910_203337

Comprovante_10-09-2024_204803

Comprovante_04-09-2024_170644

NFSE000000065

Comprovante_31-08-2024_084929 (1)

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Seis vereadores correm risco de cassação por fraude na cota de gênero

Foram protocoladas duas Ações de Impugnação de Mandato Eletivo (AIMEs) denunciando fraudes na cota de gênero. Uma envolve o MDB e outra o PSD.

Se ambas prosperarem seis vereadores leitos em 2024 perderiam seus respectivos mandatos e haveria uma mudança considerável na composição da Câmara Municipal.

As duas AIMEs foram protocoladas pela ex-candidata a prefeita de Mossoró Irmã Ceição (PRTB).

Na ação contra o PSD aponta-se que a candidatura de Karla Poliana de Lima, identificada na urna como “Poly”, teria sido fictícia. Ela teve apenas 28 votos. Na chapa do pessedista, dos sete últimos colocados, seis foram mulheres, três delas com menos de 100 votos.

Em relação ao MDB, a candidatura apontada como fraudulenta em relação a conta de gênero foi a de Maria de Fátima Lima, identificada na urna como “Fátima Tubaroa”, e Ítala Morgania da Silva Costa, que recebeu apenas 20 sufrágios.

No MDB seis mulheres tiveram menos de 100 votos.

Se as cassações ocorrerem perdem os mandatos: Kayo Freire, Petras Vinícius, Alex do Frango, Waldimir Cabelo de Nego e João Marcelo pelo PSD. No MDB que fica sem mandato é Cabo Deyvison.

Na legislatura passada três vereadores perderam vagas em Mossoró por fraude na cota de gênero, inclusive uma mulher, Larissa Rosado (PSB).

Os processos estão sob sigilo de justiça.

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MP pede inelegibilidade de Álvaro Dias e a cassação de Paulinho Freire e dois vereadores

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ajuizou uma ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) contra o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), o atual prefeito da capital, Paulinho Freire (UB), e outros envolvidos por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024.

A ação pede a cassação dos diplomas do atual prefeito, da vice-prefeita eleita, Joanna Guerra (Republicanos), e dos vereadores eleitos, Daniell Rendall (Republicanos) e Irapoã Nóbrega (Republicanos), além de inelegibilidade de todos pelo período de oito anos.

O diretor técnico da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município do Natal (ARSBAN), Victor Matheus Diógenes Ramos de Oliveira Freitas, também é alvo da AIJE.

Na AIJE, o MPRN apresenta indícios de que servidores comissionados e terceirizados foram cooptados para apoiar os candidatos a vereador, Daniell Rendall e Irapoã Nóbrega, além do candidato a prefeito, Paulinho Freire, e da candidata a vice-prefeita, Joanna de Oliveira Guerra. Esse apoio teria sido obtido por meio de influência/coação, como ameaças de demissão e exoneração, e através de postagens em redes sociais e eventos públicos. Os elementos denotam que Álvaro Costa Dias organizou essa prática através do loteamento das secretarias e dos órgãos municipais para garantir apoio político, utilizando a máquina pública para beneficiar as campanhas dos candidatos aliados.

Existem ainda evidências de que a gestão municipal ofereceu serviços públicos em troca de apoio eleitoral, explorando lideranças locais para cooptar eleitores.

Além da cassação de mandatos e da inelegibilidade, o MPRN pediu a aplicação de multa aos envolvidos bem como informações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e à Controladoria Geral do Município de Natal.

O Juízo da 4ª Zona Eleitoral de Natal determinou a citação dos investigados para que ofereçam defesa e deferiu as diligências requeridas pelo Ministério Público.

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Quem sobe e quem desce em 2024

Hora de fazer um balanço sobre quem subiu e desceu na política potiguar no ano de 2024, marcado pelas eleições municipais e início dos preparativos para 2026.

Quem sobe

 

Allyson Bezerra: o prefeito de Mossoró foi reeleito com a maior votação da história do município e saiu das urnas nome fortíssimo para o Governo do Rio Grande do Norte.

Isolda Dantas: ampliou as bases no interior do Estado reforçando o time de vereadores de seu grupo político. Cresceu para ser reeleita ou tentar uma vaga de deputada federal.

Natália Bonavides: derrota à parte, saiu maior das urnas e certamente é nome forte para a majoritária em 2026, caso queira disputar.

Zenaide Maia: elegeu o marido Jaime Calado prefeito de São Gonçalo do Amarante, fez o PSD crescer no RN e está fortalecida, embora seja bastante subestimada pelos analistas da mídia bolsonarista.

Quem desce

 

Rogério Marinho: não atingiu os objetivos nas eleições de 2024 vendo o PL ficar aquém do esperado, abraçou pautas antipovo e ficou mais enfraquecido politicamente.

Fátima Bezerra: a governadora não conseguiu reverter a impopularidade ao longo do ano apesar do governo ter melhorado em relação a 2023. A violência segue em queda, as estradas estão sendo recuperadas e o IERNs inaugurados. Ainda assim, Fátima não mudou o cenário negativo na opinião pública.

Eraldo Paiva: com a máquina na mão e os apoios de Lula e Fátima, Eraldo perdeu a maior oportunidade da carreira política dele e não conseguiu se reeleger em São Gonçalo do Amarante.

Bolsonarismo potiguar: o bolsonarismo potiguar termina o ano em baixa. Tem perdido todos os debates e sofrido derrotas políticas. A última delas foi a tentativa de barrar o retorno da alíquota de 20% do ICMS. A maior de todas foi perder a eleição em Parnamirim, principal reduto da extrema direita no Estado.

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Juíza reconhece abuso de Allyson na comunicação, mas limita condenação a multa para “privilegiar manifestação popular”

A juíza Cinthia Cibele Diniz de Medeiros, da 34ª Zona Eleitoral de Mossoró, apontou a existência de ilegalidades nos gastos do prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) no orçamento da comunicação determinando a aplicação de multa no valor R$ 11.851,91.

Nos cálculos da juíza, Allyson ultrapassou em R$ 11.851,91 o limite de gastos com comunicação no primeiro semestre deste ano, 0,49% acima do estabelecido pela Lei Eleitoral que prevê que os candidatos à reeleição podem usar até seis vezes a média dos três anos anteriores.

A magistrada entendeu que os mesmos R$ 11.851,91 deveriam se tornar o valor da multa a ser aplicado ao prefeito e determinou o caso deve seja enviado ao Ministério Público Estado para que Allyson seja investigado por improbidade administrativa.

“Considerando o disposto no art. 12, §7º, da Lei Eleitoral, que afirma que “as condutas enumeradas no caput caracterizam, ainda, atos de improbidade administrativa”, determino o envio dos autos ao Ministério Público Estadual para providências que entender pertinentes, o que deve ser feito com o passado em julgado da presente decisão, em se mantendo a configuração da conduta vedada”, afirmou.

Ao rejeitar o pedido de cassação com inelegibilidade de oito anos movido pelo presidente da Câmara Municipal e candidato derrotado nas últimas eleições Lawrence Amorim (PSDB), a juíza afirmou existir a necessidade de aplicar a pena de forma parcial, considerando a votação expressiva de Allyson, que se tornou o prefeito mais votado da história de Mossoró com 113.121 (78,02%) votos com uma maioria 97.006 votos nas eleições de outubro.

“De fato, há que se analisar a proporcionalidade em relação à aplicação das sanções, visto haver uma margem de medidas que autoriza a aplicação de multa isoladamente ou de multa cumulada com cassação. Analisar a proporcionalidade da sanção a ser aplicada, no presente caso, faz-se extremamente necessária, pois trata-se de candidatos eleitos com imensa maioria de votos, sendo essencial privilegiar a manifestação popular, a qual somente pode ser afastada quando caracterizada conduta dotada de gravidade qualitativa e quantitativa (art. 20, §5º, da Res. TSE nº 23.735/2024)”, explicou.

Assim Allyson escapou de ser cassado e vai pagar uma multa barata diante da autopromoção usando recursos públicos.

 

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Bagunça! Gestão de Allyson tem três prestações de contas diferentes sobre gastos com comunicação

O levantamento dos advogados do presidente da Câmara Municipal de Mossoró e candidato derrotado na disputa pela Prefeitura de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB) apontou que existem três contabilidades diferentes sobre os gastos em comunicação da gestão do prefeito Allyson Bezerra (UB).

Os montantes foram revelados na contestação à defesa do prefeito. Em todos os casos, a gestão de Allyson extrapolou no primeiro semestre o limite de seis vezes o valor de média mensal dos três anos anteriores permitido para legislação para gastos em comunicação em ano eleitoral.

Na tabela abaixo podemos enxergar três informações diferentes sobre os exercícios de 2021, 22 e 23, além do primeiro semestre de 2024.

No que se refere ao item “cálculo de média mensal” são números apresentados pelo contador geral do município; “balancete de empenho” são dados enviados ao Tribunal de Contas do Estado (TCE); e o terceiro são dados do Portal Transparência.

No primeiro item excede-se R$ 7 mil, no segundo R$ 194.305,1 e no terceiro 86.665,98. Todos são resultados de dados oficial.

Há ainda um quarto cálculo, do Ministério Público Eleitoral, que aponta excedente de R$ 23 mil.

O MP Eleitoral emitiu parecer pela cassação e perda de direitos políticos do Prefeito Allyson Bezerra (UB) por abuso de poder político.

Os advogados de Lawrence apontaram que a própria defesa de Allyson gerou provas contra o prefeito reeleito. “O caso dos autos é, permissa venia, de resolução pela tecnologia do mobral (para fazer referência à forma fácil de provar a violação ao inciso VII, do art. 73, da Lei nº 9.504/97, pelos Representados), pois baseado em cálculo matemático primário”, afirmou.

“Nesse sentido, utilizando todas as informações trazidas a efeito pelos próprios representados em sua contestação, inclusive, os documentos que eles juntaram como prova de sua narrativa processual (I – cálculo da média mensal – produzido pelo Contador-Geral do Município, podendo ser consultado nos IDs 123097399 – Pág. 4 e 123097403 – Pág. 1; II – balancete do empenho – documento oficial de envio da prestação de contas do Município para o TCE, que foi juntado no I 123097403 – Págs. 8/9; e III – portal da transparência municipal – cf. prints do portal da transparência adiante colacionados), é possível perceber, matematicamente, que a conduta vedada é fato inconteste nesta lide”, complementou.

Allyson responde também a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que trata de abuso de poder midiático, inclusive com influenciadores ligados ao prefeito que prestaram depoimentos na semana passada.

Histórico

A revelação de três contabilidades para gastos de comunicação em um mesmo período não surpreende. Em setembro, o Blog do Barreto revelou em uma série de reportagens que o prefeito enviou duas prestações de contas diferentes para o TCE e o Tesouro Nacional relativos aos mesmos exercícios financeiros.

Até hoje a gestão de Allyson não explicou por que isso aconteceu.

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MP Eleitoral dá aval para cassação e inelegibilidade de Allyson por conduta vedada e abuso de poder

O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à representação movida pelo presidente da Câmara Municipal e candidato derrotado na disputa pela Prefeitura de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB) que acusa o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) de prática de conduta vedada e abuso de poder político por meio dos gastos com a publicidade institucional do município.

O prefeito pode ter o registro de candidatura cassado e ficar inelegível por oito anos, caso a Justiça Eleitoral acate o parecer do MP eleitoral.

Lawrence acusa Allyson de gastar com publicidade institucional o limite de o equivalente a seis vezes a média mensal dos três anos anteriores permitido pela legislação em ano eleitoral durante o primeiro semestre de 2024.

Durante os anos de 2021, 2022 e 2023, a gestão de Allyson excedeu o limite de gastos com publicidade institucional. Durante o primeiro semestre Allyson excedeu o limite.

O parecer aponta que Allyson poderia gastar com publicidade institucional de R$ R$ 2.383.799,89, mas gastou R$ 2.406.829,94, conforme dados enviados pela Controladoria-Geral do Município de Mossoró.

O limite foi excedido em R$ 23.030,05.

A defesa alegou que o prefeito não poderia ser responsabilizado pela situação, o que não convenceu o promotor Armando Lúcio, que assina o parecer.

“A responsabilidade do representado pelo possível gasto excessivo com publicidade institucional no período estabelecido pela legislação eleitoral não poderia ser afastada na espécie”, afirma o promotor que cita o orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2016 cuja redação é da então ministra Maria Thereza é:

“O Chefe do Poder Executivo é responsável pela divulgação da publicidade institucional, independentemente da delegação administrativa, por ser sua atribuição zelar pelo seu conteúdo”.

O promotor seguiu a linha da acusação que pede cassação do registro de candidatura de Allyson Bezerra (UB) com inelegibilidade de oito anos. “A conduta praticada foi suficiente para afetar a normalidade do pleito e causar desequilíbrio na disputa, de modo que é irrelevante a classificação obtida pelo representado na disputa eleitoral, devendo ser punido com o rigor da lei”, argumentou.

Nota do Blog: Blog tem mais elementos sobre esse processo, o que renderá uma segunda matéria com detalhes sobre a confusa defesa de Allyson que ajuntou dados divergentes sobre a publicidade institucional.

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Justiça Eleitoral diploma Allyson e vereadores eleitos

A Justiça Eleitoral diplomou o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB), o vice-prefeito eleito Marcos Medeiros (PSD) e os 21 vereadores e vereadoras eleitos e reeleitos na eleição de 2024 em Mossoró.

A solenidade de diplomação dos eleitos ocorreu no auditório do Fórum Desembargador Silveira Martins sob presidência da juíza da 34ª Zona Eleitoral, Cínthia Cibele Diniz de Medeiros.

Além de Allyson e do vice, foram diplomados os vereadores reeleitos Lucas das Malhas (União), Wiginis do Gás (União), Genilson Alves (União), Raério Cabeção (União), Tony Cabelos (União), Ozaniel Mesquita (União), Ricardo de Dodoca (União) e a vereadora reeleita Marleide Cunha (PT).

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) concedeu diploma também aos vereadores eleitos Petras (PSD), Thiago Marques (Solidariedade), João Marcelo (PSD), Vavá (Rede), Alex do Frango (PSD), Jailson Nogueira (PL), Vladimir de Cabelo de Negro (PSD), Mazinho do Saci (PL), Kayo Freire (PSD), Cabo Deyvison (MDB), John Kenneth (Solidariedade), Dr. Cubano (PSDB) e à vereadora eleita Plúvia (PT).