UFERSA revisita o passado temendo pelo futuro

Em 1991 a então Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM) escolheu uma chapa para dirigir a instituição, mas foram os derrotados que ascenderam ao poder.

No voto a Chapa 2 (“Autonomia na Luta”) venceu a Chapa 1 (“Unidade na Luta”) 568 x 414. O diretor seria José Torres Filho, mas a manobra colocou Joaquim Amaro no posto.

O episódio ficou conhecido como  “Golpe na ESAM”.

Ano que vem tem eleição na agora Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). A consulta terá pouca importância para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) que vai nomear quem bem entender como já fez em seis universidades federais sendo que em uma delas nomeou uma interventora que sequer integrava a lista tríplice.

No dia 24 será exibido, às 15h, no Auditório Amâncio Ramalho, o documentário “Democracia, um sonho distante. A história de luta da ESAM contra o golpe de 1991”, que trata do “Golpe da ESAM”.

Se vivo fosse, o grande Cazuza ao tomar conhecimento desta história diria que a UFERSA está temendo o futuro repetir o passado e se tornar um museu de grandes novidades.

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