Uma decisão previsível acabou com a greve da UERN

Estava na cara que o desembargador Cornélio Alves iria determinar o encerramento da greve. Não que a luta dos professores seja injusta. Pelo contrário. É mais do que justa.

O problema é a necessidade de o movimento terminar, o argumento técnico do Governo do Estado e o principal: o magistrado deu prazo até terça-feira (ontem) para os professores voltarem por decisão própria. Estava claro que o magistrado iria decretar a ilegalidade do movimento.

Agora a Associação dos Docentes da UERN decide se acata a decisão. Tudo pode acontecer.

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3 opiniões sobre “Uma decisão previsível acabou com a greve da UERN

  • 21 de outubro de 2015 em 18:48
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    Quando o bolso começar a secar as “ferias forçadas” acabam.

    Mais certo é o ditado; “OS INCOMODADOS E INSATISFEITOS QUE SE RETIREM” , o professor que não está gostando do que ganha na UERN tem todo o direito de procurar um trabalho com melhores condições, é assim que os trabalhadores da iniciativa privada fazem , agora esses servidores quererem a ferro e fogo que o estado(quebrado) do RN pague algo que não tem condições financeiras de pagar, ai já é demais!!!!!

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    • 21 de outubro de 2015 em 18:49
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      A sociedade não pode ficar refém de um corporativismo intransigente!!!!

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  • 21 de outubro de 2015 em 23:24
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    Bruno, caso os professores não retornem ao trabalho, o que pode acontecer? É uma pena, cinco meses de greve e retornam de mãos vazias…

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