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Potigás inicia inscrições projetos na segunda-feira

A Companhia Potiguar de Gás abre na próxima segunda-feira, 02, as inscrições para o recebimento de projetos de responsabilidade social. O Edital de Seleção Pública de Projetos de Responsabilidade Social, Cultural e Esportiva nº 001/2020 foi publicado nesta sexta-feira, 28, no Diário Oficial do Estado (DOE), e tem como objetivo apresentar uma contribuição efetiva para o desenvolvimento social, a preservação dos valores artísticos e culturais e incentivo às iniciativas de promoção da educação, saúde e qualidade de vida do povo potiguar.

O prazo para o recebimento das inscrições segue aberto até o dia 20 de março, através do preenchimento da Ficha de Inscrição, entrega de uma via do Projeto, declarações de Conformidade e Exclusividade e Responsabilidade Legal, além de documentos de comprovação de Habilitação Técnica, Jurídica, Fiscal e Trabalhista. A íntegra do edital e seus anexos estão disponíveis no site da Potigás: www.potigas.com.br/responsabilidade.

O edital contempla projetos a serem desenvolvidos ao longo de 2020, nas áreas de Cultura, Esporte, Educação Ambiental e Saúde. Os projetos passarão por análise de uma comissão interna, além de habilitação jurídica, fiscal e trabalhista, de caráter eliminatório. A seleção final será baseada na qualidade técnica do projeto, atendimento aos interesses da comunidade, viabilidade financeira e condições de sustentabilidade do projeto, além da potencialidade de consolidação da imagem da Potigás.

A previsão do cronograma do edital e divulgar o resultado final da seleção pública até o dia 27 de abril. “A Potigás é uma empresa comprometida com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte em todas as áreas, não somente econômica, mas também social, cultural e ambiental. Por esse motivo, entendemos a importância de apoiar projetos de forma democrática e transparente”, destaca a diretora presidente, Larissa Dantas Gentile.

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RN no topo do mundo

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É do Rio Grande do Norte o craque Gabriel Veron, eleito o melhor jogador do mundial Sub-17. O jovem é natural de Assu e hoje integra as equipes de base do Palmeiras.

O Brasil foi campeão do mundial sub-17 ontem final eletrizante contra o México realizada no Estádio Bezerrão em Brasília.

Na vitória por 2×1, Veron sofreu o pênalti que resultou no primeiro gol brasileiro.

Ele não é o primeiro potiguar ser campeão nesta categoria. Em 1997, Matuzalém foi o primeiro potiguar a conquistar este título tendo como parceiro Ronaldinho Gaúcho.

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Prefeitura derruba obra feita por moradores de comunidade carente em campo de futebol. Justificativa é apontado como mentirosa

Prefeitura derruba obra feita por moradores (Foto: ASSECOM/PMM)

Além de retirar recursos do Circuito de Futebol Amador para custear o Mossoró Cidade Junina, a Prefeitura de Mossoró não permite que os moradores de comunidades carentes possam tomar iniciativas por conta própria como a realizada no Conjunto Nova (Malvinas) onde moradores estavam construindo vestiários ao lado do campo de futebol, conhecido como “O Luizão”.

O vídeo abaixo mostra o flagrante:

Em nota, a Prefeitura de Mossoró informa que a obra não tinha autorização para ser realizada:

A Prefeitura de Mossoró informa que a obra de vestiários não possuía autorização legal para ser construída na praça do bairro Dom Jaime Câmara. Conforme consta em documento assinado pelo responsável, a construção já havia sido notificada sobre o embargo em vistoria realizada no dia 23 de fevereiro de 2019 pela ausência de alvará. “Parar a obra e comparecer à secretaria para apresentar/requerer autorização para dar continuidade”, detalha o fiscal no documento.

O Município ressalta que toda obra precisa ser precedida por um projeto, que deve especificar aspectos como acessibilidade, segurança, entre outros. Além disso, segundo o arquiteto responsável pelo projeto da praça, a construção estava danificando as estruturas do alambrado existente no local.

A Prefeitura esclarece que qualquer intervenção em equipamento público é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura, sendo esta a única que deve realizar mudanças, reforma ou alterações no projeto original.

Após a veiculação da nota, o idealizador do projeto, o jornalista Magnos Alves, rebateu acusando a gestão municipal de mentir e omitir informações.

Confira a manifestação abaixo:

Prefeitura de Mossoró mente e omite informações em “nota de esclarecimento”

Se não bastasse mandar derrubar os vestiários construídos com doações e o suor da comunidade do Nova Vida (Malvinas), a Prefeitura de Mossoró também mentiu e omitiu informações em “nota de esclarecimento” publicada em seu site.

Segundo a Prefeitura de Mossoró, “a construção estava danificando as estruturas do alambrado existente no local”, fato impossível de acontecer, já que o alambrado já se encontra quase que totalmente danificado pelo tempo e aguardando uma obra anunciada pela prefeita Rosalba Ciarlini em meio ao período eleitoral do ano passado e que até hoje não avançou, mesmo já vencido o prazo para sua conclusão.

A Prefeitura diz ainda que qualquer intervenção em equipamento público é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura, mas não fala de sua omissão em relação à intervenção ocorrida nos quiosques da praça, que culminou com o desaparecimento dos dois banheiros da praça.

Uma das poucas verdades da “nota de esclarecimento” é que houve uma orientação para “Parar a obra e comparecer à secretaria para apresentar/requerer autorização para dar continuidade”, mas a Prefeitura de Mossoró omite que a Liga Mossoró compareceu a todas as secretarias indicadas, até protocolou ofício sem nunca ter tido resposta, como já informamos em nota anterior.

A Liga Mossoró só pode, mais uma vez, lamentar a postura da Prefeitura de Mossoró, que além de destruir os vestiários que ela sempre se omitiu em construir, publica “nota de esclarecimento” que busca somente culpar a comunidade pela iniciativa de suprir a ausência do poder público.

Mais uma vez reiteramos o nosso desejo para que a Prefeitura de Mossoró reconheça seus erros e busque formas de consertar o abuso cometido contra a comunidade e o Conjunto Nova Vida (Malvinas). Merecemos respeito!

Nota do Blog: veja a que ponto chegamos. Uma comunidade carente não tem qualquer apoio do poder público e decide se mobilizar para fazer uma obra. Os documentos cobrados são apresentados e mesmo assim sem qualquer negociação a obra é derrubada. Quanta falta de sensibilidade!

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“8 de março: um carrinho seguro em quem já tentou nos derrubar”

Por Larissa Maciel*

A nossa existência sempre é colocada entre tantas palavras clichês, tantos estigmas, tantos adjetivos que escondem uma história cheia de preconceitos, misoginia e luta, muita luta. Imagine você querer alcançar um sonho, querer simplesmente um emprego e não conseguir apenas por ser quem você é. É, no mínimo, doloroso.

Ser mulher no esporte é um desafio. É sentir medo de frequentar lugares, sentir nas costas os olhares alheios, cheios de julgamentos, dedos apontando, comentários de pé do ouvido, tudo que não seria dito se ali, no meu lugar, estivesse um homem.

É se sentir meio alienígena num espaço que nos sentimos tão bem, mas às vezes tão mal. É ter que ser meio jogadora de futebol, premeditar alguns lances pra driblar o assédio. É ver que sempre vão tentar te diminuir e questionar sua inteligência, mas sempre, sempre, sempre te colocar no pedestal da aparência, da sensualidade, quando você não deseja este posto.

É ter medo do árbitro da vida que pode te colocar pra fora do nada. É ter medo do zagueirão pesado, que vem na sua direção, doido pra te dar um carrinho por trás, apenas por ser mulher. É escutar conselho até de quem não entende, mas se acha no direito, o chamado mansplaining. É ter medo de ir ao banheiro de um estádio, de frequentar corredores cheio de faces masculinas que viram para olhar seu corpo, é ter medo do dia de amanhã, mas ainda sim, sonhar com um gol.

É saber, que mesmo em meio ao medo, em algum lugar, na arquibancada ou não, uma mulher estará se inspirando em você. E isso já tem o tamanho de um título.

Amigas mulheres, não registrarei aqui um parabéns, mas um encorajamento: sejamos as donas do jogo. Sejamos um time. Porque, se quisermos, não vai ter retranca, nem juiz tendencioso, pra tirar de nós o que é de direito: a consagração de uma camisa 10, a vitória vinda da luta pelo título do respeito.

*É jornalista com atuação na equipe de esportes da TCM.

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Municipalização do Nogueirão não foi concluída

Um nó gira em torno da municipalização do Estádio Manoel Leonardo Nogueira. A praça esportiva teria sido municipalizada em dezembro de 2014. No entanto, a Prefeitura de Mossoró assumiu de fato, mas não de direito.

É que o artigo 2º da lei da municipalização prevê a reversão do patrimônio somente após a escritura pública ser lavrada em cartório. Como isso nunca aconteceu para a Liga Desportiva Mossoroense (LDM) não está reconhecendo a transferência de propriedade do estádio.

Nota do Blog: Mais um quiproquó da era Silveira.

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Emenda de Beto Rosado garante recursos para Estádio de Umarizal

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O Governo Federal liberou, por meio do Ministério do Esporte, R$ 122 mil destinados pelo deputado federal Beto Rosado (PP) no Orçamento Geral da União para iniciar a construção do estádio de futebol de Umarizal. O valor corresponde à primeira parcela dos R$ 250 mil previstos para essa fase da construção. A segunda parcela será paga após a entrega das medições da etapa inicial.

A obra visa criar um mecanismo esportivo para atrair a juventude, combatendo assim a ociosidade e prevenindo contra a criminalidade e as drogas. Os recursos serão utilizados para garantir a primeira etapa do projeto. Beto enfatizou que o equipamento será importante para o desenvolvimento da cidade.

“Umarizal é um município pólo no Oeste. Precisa se desenvolver com qualidade. A construção do estádio possibilitará aos jovens do município e da região a prática esportiva, podendo inclusive revelar talentos futuros para a prática profissional. Investir em Esporte é investir em qualidade de vida, saúde e segurança”, declarou o deputado.

Nota do Blog: já pensou esses R$ 250 mil vindo para o Nogueirão? Mas o deputado, talvez por questões políticas, preferiu encaminha a verba do esporte para uma cidade que não tem futebol profissional. Perde Mossoró.