Entidade acusa secretário de querer criminalizar movimento sindical

NOTA DE REPÚDIO
A Federação dos Trabalhadores em Administração Pública Municipal do Rio Grande do Norte (FETAM/RN) vem a público manifestar seu repúdio contra as infelizes declarações feitas pelo general Eliéser Girão, secretário da Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade Urbana de Mossoró.
Demonstrando total falta de capacidade para o cargo que ocupa e sem ostentar um mínimo de respeito às lutas dos trabalhadores, Eliéser Girão buscou criminalizar o movimento sindical tentando, erroneamente, impingir à classe trabalhadora a culpa por suposta falta de ordem no país.
As declarações do secretário da Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade Urbana de Mossoró revelam sua falta de apego á cidadania, ao estado democrático de direito e à liberdade de expressão, pilares sobre os quais se assenta a luta da classe trabalhadora.
A FETAM/RN aproveita para se solidarizar com os integrantes da Guarda Municipal de Mossoró, vítimas da insensibilidade dos governantes e de arroubos tresloucados de gente da estirpe do senhor Eliéser Girão.
Por fim, manifesta seu irrestrito apoio à greve dos guardas municipais e ao Sindicato dos Guardas Civis Municipais do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS) que vem capitaneando o movimento grevista da classe.

FETAM/RN

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Cláudio Santos afirma que parte da equipe de Robinson concorda com privatização da UERN

claudio

Em entrevista exclusiva ao Blog do Barreto, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) Cláudio Santos explicou que na última reunião que esteve com o governador Robinson Faria (PSD), o vice-governador Fábio Dantas (PC do B) e a equipe do executivo estadual defendeu a privatização não só da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), mas também da CEASA, Potigás e CAERN.

Alegando ser uma posição ideológica, Cláudio Santos explicou que parte do governo apoia a proposta de privatizar a UERN. “Não tenho a dimensão exata, mas uma boa parte concordou (privatizar a UERN), mas não vai dar a opinião de público até porque o governador já disse ser contra”, frisou.

O presidente do Tribunal de Justiça falou ainda que o corpo técnico do governo entende ser prioritária as áreas essenciais.

Nota do Blog: em instantes a segunda parte da conversa entre Cláudio Santos e o Blog do Barreto.

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Sindicato acusa Cláudio Santos de desmonte do judiciário

O Sindicato dos servidores do Poder judiciário do RN emitiu mais uma nota. Desta vez criticando o presidente do Tribunal de Justiça, Cláudio Santos, de fazer “caridade” às custas do desmonte do judiciário.

Abaixo a nota:

Nesta segunda-feira, o presidente do TJRN, Cláudio Santos, novamente atraiu para si todos os holofotes da mídia potiguar, ao anunciar o repasse de R$ 100 milhões ao governo do estado, para investimentos em setores escolhidos por ele, deixando o governador Robinson Farias na humilhante situação de mero espectador da decisão.

O SindJustiça, que isso fique bem claro, não é contra investimentos públicos que melhorem a qualidade de vida das pessoas. Muito pelo contrário. Consideramos que é obrigação do estado prover atendimento e serviços dignos à população em áreas consideradas essenciais, como saúde, educação e segurança.

Somos favoráveis ao estado de bem estar social e veementemente contrários à privataria, como defende sem nenhum pudor o presidente do TJRN, que já defendeu a entrega da Caern à iniciativa privada e ontem se voltou contra a UERN, que tantos e tão relevantes serviços vem prestando ao Rio Grande do Norte.

No entanto, lamentamos que a altissonante e midiática generosidade do desembargador se dê em grande parte à custa do desmonte do judiciário e em favor de uma cada vez mais clara pretensão política.

Os fóruns e comarcas estão às moscas. Ainda ontem (31.10), uma advogada postou no seu perfil no Facebook um desabafo, reclamando da falta de papel nos banheiros do Fórum Miguel Seabra.

Os servidores estão desmotivados e com a auto estima abalada depois de dois anos de uma gestão que os tratou como inimigos. Ou lixo, que é o conceito máximo que o presidente do TJRN tem dos funcionários públicos, como deixou claro em recente reunião com o governador, quando disse que não iria repassar dinheiro para o governo jogar no lixo – no caso, pagar os salários dos servidores em atraso.

Os resultados dessa gestão, que o desembargador Claúdio Santos faz questão de apregoar como “eficiente” e “moralizadora”, tornaram-se públicos recentemente e por meio de um canal insuspeito, o Conselho Nacional de Justiça, que mostrou o Judiciário potiguar como um dos mais ineficientes do país. Isso menos de dois anos depois do TJRN conquistar o Selo do Justiça em Números, na categoria Diamante, como um dos mais eficientes do país.

A mídia deu ampla repercussão a essa péssima performance do judiciário potiguar. Faltou, contudo, informar as razões disso ter acontecido.

O SindJustiça aproveita o ensejo para mostrar a verdadeira face da atual gestão do TJRN, oferecendo informações reais, e não pirotecnias, para as pessoas formarem um melhor juízo acerca do que realmente aconteceu e acontece na justiça do estado.

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