Fátima pode adotar a mesma estratégia de Rosalba para vender “discurso da folha em dia”

Já tinha comentado no Meio-Dia Mossoró que a governadora eleita Fátima Berra (PT) estuda pagar o mês de janeiro em dia aos servidores estaduais deixando os atrasados da gestão de Robinson Faria (PSD) para serem pagos de forma parcelada.

A informação foi reforçada ontem pelo Blog do BG.

A diferença é que a questão veio à tona já no período de transição enquanto que a hoje prefeita de Mossoró pegou todos de surpresa no mês de janeiro de 2017.

Não importa a tática, mas o fato!

Fátima adotaria uma estratégia usada por Rosalba para vender a falsa sensação de folha de pagamento em dia. Até hoje a prefeita de Mossoró não quitou o mês de dezembro de 2016, dificilmente Fátima fará o mesmo com as prováveis três folhas em aberto. É um quadro bem mais complexo.

A ideia não é boa e servirá para engabelar o servidor estadual.

Acredita quem quiser.

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Um desafio aos vereadores de Mossoró

Em vez de brigarem entre si pelo retorno da verba de gabinete porque a os vereadores de Mossoró não mudam o foco do debate político da casa para um assunto muito mais urgente: o massacre que a gestão de Rosalba Ciarlini (PP) impõe aos terceirizados?

Larguem esse assunto que não é urgente e cobrem da Prefeitura de Mossoró uma solução para essas pessoas sofridas, que sofrem com os frequentes atrasos salariais.

Tem gente que ainda não recebeu o salário de janeiro. Repito, janeiro.

O desafio está lançado.

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Prefeita veta projeto que a obrigava a responder questionamentos dos vereadores

 

Blog Diário Político

Como era de se esperar a prefeitura de Mossoró vetou projeto de lei do legislativo municipal que obrigava o poder executivo a dar explicações sobre indicações não atendidas e pedidos de providências remetidos ao palácio da Resistência. No veto a consultoria geral do município avaliou ser inconstitucional tal projeto questionando a legalidade do pedido sob pena de violar a constituição Federal: “Ora, não sendo sequer proposição, a indicação não possui força normativa (…) Logo não poderá constituir ou ser convolada em obrigação”, diz um trecho do documento assinado pela Prefeita Rosalba Ciarlini.

Esse projeto de lei é de autoria do vereador Genilson Alves (PMN), ele afirma que existem cerca de 2 mil indicações sem respostas da Prefeitura de Mossoró. Reportagem sobre este assunto foi publicado no Diário Político do dia 08 de novembro. Veja matéria clicando AQUI.

O veto da prefeitura foi publicado no JOM – Jornal Oficial do Município, desse domingo, dia 02 de dezembro. Entre as justificativas apresentadas pelo executivo a conclusão é que: “o “pedido de providência” não encontra

prvisão nem na Lei Orgânica nem no Regimento Interno da Câmara Municipal, dela não se encontrando nenhuma disciplina regulamentar – sendo, portanto, inexistente no ordenamento jurídico. Por fim, conforme estipula o preceito constitucional e orgânico da harmonia entre os Poderes, é de se ressaltar que sempre são comunicados tanto aos membros da Câmara Municipal, autores de indicações, quanto à Secretaria da Mesa, o encaminhamento da indicação à Secretaria ou Órgão Municipal competente.”

Confira abaixo a mensagem de veto na íntegra:

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Uma questão em aberto sobre incidente no Portal do Saber: onde estavam os guardas municipais?

Portal do Saber é alvo de vândalos (Foto: Adriana Mendes/TV Terra do Sal)

A Prefeitura de Mossoró reagiu rápido ao incêndio criminoso do Portal do Saber. A chefe do executivo municipal Rosalba Ciarlini (PP) foi ao local do incidente e avisou que registrou Boletim de Ocorrência e solicitou perícia técnica.

Ela também anunciou que vai recuperar o espaço.

Tudo ok? A reposta é não.

A questão é simples: onde estavam os guardas municipais cuja função principal é proteger o patrimônio da Prefeitura de Mossoró?

Essa é uma explicação que a prefeita não deu nem foi provocada a dar.

Então este operário da informação lança o questionamento: por que a Prefeitura de Mossoró deixou um equipamento como o Portal do Saber em situação tão vulnerável? Faltam guardas? Se não faltam guardas por que eles não estavam lá?

Certamente a prefeita não dará qualquer resposta porque seu perfil não é o de dar muita satisfação a jornalista nem a sociedade.

Não se trata de levantar polêmica, mas observar em que pé está a organização da administração municipal. Ter uma Guarda Municipal sem um sistema de proteção ao patrimônio público é um indício de que o órgão é usado apenas para pirotecnia politiqueira.

Abaixo deixo uma nota enviada pelo dirigente do SINDGUARDAS/RN Héber Monteiro após comentário nosso a respeito do assunto no Meio-Dia Mossoró da 95 FM. O texto explica muito bem que a origem do problema está no reduzido efetivo da categoria.

Boa tarde, meu amigo.

Quero inicialmente renovar nossa estima a você que sempre esteve ao lado dos GCMs em nossas lutas aqui em Mossoró.

Fui procurado por muitos colegas GCMs que acompanharam teu programa e nele você apresentou um questionamento sobre o ocorrido no Portal do Saber quanto a responsabilidade da Guarda na proteção daquele local.

Quero responder tua pergunta apresentando alguns dados sobre nossa instituição.

Hoje, somos 300 homens e mulheres em atendimento em postos fixos e 4 viaturas para atendimento a toda cidade. Esse nosso efetivo atende uma cidade com mais ou menos 300 mil habitantes onde nela temos em torno de 45 UBSs,  120 escolas municipais, 3 UPAs, e os demais prédios públicos como Portal do Saber biblioteca, cobal, etc… todos de responsabilidade quanto a segurança e proteção da GCM. Com o número de agentes que temos é impossível ter em todo o aparato municipal a presença fixa de guardas municipais. Diante disso e também pela segurança ser uma pauta importante, principalmente aqui em Mossoró, é que deveria ser dada por nossa prefeita uma atenção maior a pasta. Aumento de viaturas para rondas, regulamentação do porte de armas institucional, investimento em sistemas de segurança (alarmes e câmeras) deveriam estar dentro do planejamento de segurança da administração. Enquanto isso não acontece os guardas municipais de Mossoró seguem fazendo muito dentro do pouco oferecido pela administração.

Esse é um tema que demanda tempo para discussão e eu quis aqui, em poucas palavras, apresentar uma resposta tendo em vista que não espero a justa resposta vir da administração.

Grande abraço e estamos ao dispor.

 

Héber Monteiro

SINDGUARDAS/RN

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Rosalba é a maior derrotada das eleições 2018 para 75% dos leitores do Blog

No retorno das enquetes o Blog do Barreto perguntou aos seus leitores no grupo do Facebook qual o maior perdedor da política mossoroense nas eleições deste ano?

Para 75% dos leitores a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) foi a maior derrotada. Para 18% dos leitores Tião Couto (PR) foi quem mais perdeu nestas eleições.

Outros 5% consideraram a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) a maior derrotada. Para 1,5% foi o deputado federal Beto Rosado (PP) e 0,5% foi a vereadora Sandra Rosado (PSDB).

Jorge do Rosário (PR) e Gutemberg Dias (PC do B) não foram citados.

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Prefeitura oficializa troca no comando da saúde

A Prefeitura de Mossoró oficializou a troca de comando da Secretaria de Saúde. A enfermeira Maria da Saudade substitui o também enfermeiro Benjamin Bento no comando da pasta.

A versão oficial é de que a exoneração ocorre a pedido de Benjamin, que aguardava apenas a escolha do novo nome.

Currículo da nova secretária

Maria da Saudade Azevedo é natural de Mossoró e tem graduação em enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Servidora pública municipal da Prefeitura de Natal, ela trabalhou com coordenação de projetos no Estado e no Município. Saudade é reconhecida pela implantação do Complexo Estadual de Regulação de Exames e Consultas e da Central Metropolitana de Regulação do Sistema Único de Saúde, também trabalhou 13 anos como auditora. Exerceu a função de secretária-adjunta de Atenção Integral à Saúde e secretária titular da Secretaria Municipal de Saúde de Natal.

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Finalmente Rosalba consegue trocar comando da saúde

 

Do Blog da Chris

Como o blog já havia noticiado A Secretaria de Saúde do Município de Mossoró ficará sob novo comando.

A mossoroense, enfermeira e ex-secretária de Saúde de Natal Maria da Saudade Azevedo assumirá a pasta já na próxima segunda-feira (26).

O atual secretário Benjamim Bento foi comunicado da mudança pela própria prefeita Rosalba Ciarlini (PP), o que ocorreu nesta sexta-feira (23).

A exoneração de Benjamim, bem como a nomeação da nova secretária Maria da Saudade Azevedo, já sairá no JOM desta semana.

Saudade ocupou de fevereiro de 2014 a agosto de 2017 o cargo de secretária municipal adjunta; e de setembro de 2017 a maio de 2018 de secretária de Saúde de Natal.

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Vereadores exageram na dose para enquadrar o rosalbismo

Vereadores escolhem travar orçamento para pressionar prefeita (Foto: Edilberto Barros/PMM)

Sempre fui crítico ferrenho da postura subserviente da bancada governista que converte a Câmara Municipal de Mossoró numa espécie de “secretaria de assuntos legislativos” termo consagrado pelo mestre Emery Costa.

Até considero legítimo alguns dos motivos que levaram os vereadores governistas a se sentirem insatisfeitos. São requerimentos ignorados, humilhações nos bastidores e espaço reduzido dentro da administração.

O rosalbismo sempre tratou os edis com desprezo, mas os tempos são outros.

O gado governista decidiu se rebelar juntando-se a oposição numa manobra que aparentemente é em nome da transparência, mas que se ocorrer na prática travará o orçamento da Prefeitura de Mossoró em 2019.

Segundo noticiado ontem pela jornalista Carol Ribeiro (ver AQUI) qualquer remanejamento orçamentário teria que ter autorização da Câmara Municipal. Ter 100% das mudanças de rubricas necessitando do carimbo do legislativo é um exagero porque trava e burocratiza a já pesada e lenta máquina pública.

Citarei uma circunstância fictícia para facilitar o entendimento: a Prefeitura tem R$ 300 mil sobrando no orçamento da iluminação pública num contexto (hipotético), um setor que está funcionando bem, aí precisa retirar R$ 100 mil para a pavimentação afetada pelas fortes chuvas do mês de junho. Imagine a Prefeitura tendo que fazer um projeto de lei, enviar para Câmara e ter de aguardar os oito dias para votações em pedido de urgência. Só aí se perdem vários dias para resolver um problema que se solucionaria apertando um botão.

É lógico que o remanejamento precisa ser limitado. No meu entendimento 10% é suficiente para atender as demandas simples e corriqueiras da gestão pública. O que não pode é termos os 25% de anos anteriores e é isso que sempre critiquei.

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) está perdendo uma excelente oportunidade de tornar público um debate sempre polêmico num momento em que a razão está com ela.

Mas pelo visto a gestão municipal deixará a opinião pública de fora por entender que basta vetar e negociar com os vereadores governistas a manutenção do veto.

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