Rosalba tenta ajuda para o Cidade Junina no Ministério da Cultura

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A prefeita Rosalba Ciarlini terá audiência no Ministério da Cultura, em Brasília, no próximo dia 19. Em pauta, a edição 2017 do Mossoró Cidade Junina. Para este ano, o evento trará novidades, entre elas o Boca da Noite, que será realizado aos moldes do Pingo da Mei Dia, marcando encerramento da festa, no dia 1º de julho.

O Boca da Noite, assim como o Pingo, fará o trajeto do Corredor Cultural, com atrações musicais variadas, no último dia dos festejos juninos, a partir das 18h.

O projeto do evento foi apresentado em reunião realizada no Palácio da Resistência na noite desta terça (17). De acordo com o secretário de Cultura, Eduardo Falcão, o Mossoró Cidade Junina deste ano tem como meta a valorização dos artistas locais e a diversidade cultural. “Estamos organizando um evento que vai atender às expectativas dos mossoroenses e turistas, mesmo diante das dificuldades financeiras que estamos encontrando”, disse.

As demais atrações e a programação completa do Mossoró Cidade Junina deste ano serão divulgadas nas próximas semanas.

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Ao denunciar corrupção na gestão de Rosalba, primeira dama consolida afastamento de governador e prefeita

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Não tem para onde fugir. A primeira dama e secretária estadual de trabalho, habitação e ação social Julianne Faria escancarou o afastamento político entre o governador Robinson Faria (PSD) e a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

A intenção era mostrar que o marido é um homem rico que não precisa se sujar por causa de R$ 100 mil, mas pelo visto a primeira dama falou demais. Intencional ou não ela declarou que ao assumir o cargo (no primeiro dia do governo Robinson) ela encontrou corrupção. “Ao assumir minha pasta peguei uma secretaria repleta dos mais variados aos quais o MP e o RN tem conhecimento de alguns!”, disparou.

A colocação é o registro de nascimento de mais um distanciamento entre Robinson e um prefeito de Mossoró. Há sete meses, a primeira dama deu a resposta em nome do marido que consolidou e tornou público o rompimento com o então prefeito Francisco José Junior.

Agora ela repete a dose.

Sobre as denúncias de corrupção, que Julianne Faria não detalhou, seria importante ela explicar melhor pelo bem da transparência que ela diz marcar a gestão dela e do marido.

À prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini resta encarar mais uma crise que abala a imagem dela. Isto uma semana depois das delações da Odebrecht.

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Planilhas apreendidas contradizem valores citados por delator

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Barradas ficou de apresentar provas de caixa dois

No final do depoimento de 56 minutos do ex-executivo da Odebrecht Alexandre Lopes Barradas, os interrogadores questionam os valores citados por ele e o encontrado nas planilhas recolhidas pela Operação Lava Jato.

Nas palavras de Barradas, ele repassou nas eleições de 2010 R$ 350 mil a Rosalba Ciarlini e R$ 100 para Fábio Faria, inclusos no sistema do “departamento de propinas” da Odebrecht com os codinomes de “Dama” e “Garanhão”.

Os investigadores falam na conversa que só há registros de pagamentos de R$ 50 mil pagos a Fábio. “Quem juntou não fui eu essas provas. Esses documentos eu não tive acesso”, explicou o delator. Barradas disse que vai providenciar a documentação que falta. “Já anotei aqui”, acrescentou.

O delator falou ainda que não tem chance de ele ter errado os números. “Esse é um caso único, num lugar isolado. Não tenho a menor dúvida”, garantiu.

Para ver esse trecho clique AQUI. O diálogo que motivou esta matéria começa aos 54 minutos do depoimento.

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Assessoria de Rosalba afirma que pagamento a Odebrecht foi relativo a obra da gestão anterior

Abaixo nota em que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) informa que os pagamento feito a Odebrecht dentro da gestão dela foi relacionado a uma obra de 2010, quando ela ainda não era governadora. A manifestação não aborda o depoimento de Alexandre Barradas, ex-executivo que relatou ter pago R$ 450 mil (ver AQUI e AQUI) em caixa dois para a campanha dela em 2010.

Rosalba esclarece que não contratou Odebrecht para obras da Caern

A Assessoria de Rosalba Ciarlini reitera que não houve nenhuma obra contratada à Odebrecht para realizar saneamento básico no período que esteve à frente do executivo estadual.
O valor liquidado pela CAERN que foi citado na reportagem refere-se  a um serviço contratado e executado pela administração anterior, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Baldo em Natal-RN, obra que se concluiu em meados de 2010, logo um valor devido e definido neste período , antes de Rosalba Ciarlini assumir o executivo estadual.

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Delator afirma que Rosalba não deu contrapartida por doação, mas garante caixa 2

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Barradas conta como foi conversa com Rosalba

O Blog do Barreto assistiu do começo ao final o depoimento de 56 minutos do ex-executivo da Odebrecht Alexandre Lopes Barradas em que ele relata uma reunião realizada no apartamento de Robinson Faria (que também participou da conversa) em Natal envolvendo Alexandre Barradas, Carlos Augusto Rosado, Rosalba Ciarlini e Fábio Faria.

Ele conta que ao chegar ao local teve uma rápida conversa sobre a campanha e em seguida se reuniu com a então candidata ao governo em uma conversa reservada.

Aos 12 minutos do depoimento ele conta que não percebeu a contradições nas intenções dele e de Rosalba. “Na cabeça dela era uma coisa e na minha era outra. Na cabeça dela era fazer obra pública, buscar dinheiro… e eu mostrava que eu substituía tudo isso desde que eu pudesse fazer a gestão. Eu só percebi isso depois”, disse sinalizando que a intenção da Odebrecht era privatizar a CAERN.

Alexandre conta ter ficado empolgado com a conversa com Rosalba. “A candidata disse que era muito bem-vinda a nossa participação”, frisou.

Aos 17 minutos do depoimento, Alexandre diz entender que os projetos de parceria público privada ou privatização da CAERN não caminharam porque Rosalba temeu enfrentar o espirito de corpo da estatal e os sindicatos. “Pelo entusiasmo que ela demonstrou eu pensei que fosse caminhar. Não sei qual projeto…”, avaliou.

Aos 24 minutos do depoimento, Barradas relata mais uma vez empolgação de Rosalba que dizia que o foco do governo dela será o saneamento. Por diversas vezes ele se refere a ela como “médica sanitarista”, na verdade ela é pediatra.

Durante todo o depoimento ele deixa claro que o acerto foi feito com Fábio Faria. Aos 27 minutos ele reforça que não discutiu valores. “Até porque pela presença de uma senhora… não se tocou nesse assunto (contribuição)”, acrescentou.

Mas Alexandre disse que Rosalba sabia das intenções da Odebrecht por isso a doação foi feita. “Você não pode apoiar um candidato com ideias estatizantes”, argumentou. “O que a gente queria era através da CAERN fazer parcerias. Não saberia qual a parceria o que eu queria era que ela dissesse sim e no futuro fazer um projeto”, complementou.

Segundo o delator, após a conversa privada Rosalba e Carlos Augusto saíram. Alexandre Barradas seguiu reunido com Fábio, ocasião em que foi tratado de valores. Robinson não estava presente.

Aos 32 minutos do depoimento Alexandre Barradas conta o que disse a Fábio sobre Rosalba: “Ela disse tudo que eu queria ouvir”. Na sequência o delator faz uma mea culpa: “Era um trabalho nobre apesar de estar começando de uma forma errada”.

Ele ainda reforça que Rosalba não tratou de recursos nem de dinheiro, mas deixa claro que “ela seria a beneficiária”.

Barradas esclarece que o pagamento só poderia ser feito sob forma de caixa 2. “A Odebrecht Ambiental é uma prestadora de serviços públicos e não pode fazer doações”, justificou.

RECUSA

Aos 46 minutos do depoimento, Barradas conta que foi a Natal após Rosalba tomar posse buscar a contrapartida, mas não encontrou interesse da então governadora. “Após as eleições, provavelmente em março de 2011, ela ganhou… eu procurei o Fábio e foi marcada uma reunião em Natal através do pai dele. Eu estive no gabinete dela juntamente com o vice-governador. Parabenizei e posteriormente, na conversa com ela, eu disse ‘governadora eu lembrei daquela nossa conversa e estou com uma equipe pronta para trabalhar, para a gente buscar os projetos e a gente buscar algum projeto do seu interesse, a senhora quer começar por onde…’”, contou.

Ele critica o desinteresse de Rosalba em realizar as obras com a Odebrecht. “Ela mostrou total inapetência para o assunto. Eu lembro dela dizendo ‘eu acho que esse negócio agora não dá para mexer porque vai mexer muito na empresa, não é o momento’”, realtou.

Alexandre Barradas conta ainda que Rosalba tentou colocar o assunto para o ano seguinte.

Veja o depoimento completo AQUI

Ainda hoje mais uma contradição do depoimento que pode favorecer Rosalba

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Crise política tirou Robinson do comando da área de interesse da Odebrecht no RN durante governo Rosalba

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Lutando para seguir na Secretaria de Recurso Hídricos, Robinson tentou evitar rompimento

Ficou claro no depoimento de Alexandre Barradas que o deputado federal Fábio Faria (PSD) fazia o papel de intermediário entre a Odebrecht e Rosalba Ciarlini na campanha de 2010.

Sem Fábio, não tinha atalho para discutir os projetos. Quando Rosalba tomou posse quem ficou à frente da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos e Meio Ambiente foi o então vice-governador Robinson Faria. Ele recebeu a pasta de porteira fechada, indicando Walter Gasi para presidência da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

Mas uma crise política atrapalhou o andamento dos projetos de Robinson para a pasta. No segundo semestre de 2011 o então vice-governador/secretário conseguiu refundar o PSD no Rio Grande do Norte criando num primeiro momento um desgaste com o senador José Agripino (DEM), depois com a então governadora.

Ele foi mais rápido que o casal Rosalba/Carlos Augusto Rosado deixando uma ferida aberta. Em seguida ele “apareceu” demais na única interinidade a frente do governo causando o distanciamento político.

Nessa interinidade, Robinson precisou deixar a pasta dos recursos hídricos por uma questão legal. Quando Rosalba retornasse da única viagem internacional dela a frente do Rio Grande do Norte o natural seria a nomeação. No retorno, Robinson não reassumiu o cargo e isso resultou no rompimento entre vice-governador e governadora.

Com o quadro de crise, o hoje governador chegou a receber Rosalba com flores no Aeroporto Augusto Severo em Parnamirim quando ela regressava dos Estados Unidos.

Àquela altura a Odebrecht seguia fazendo obras iniciadas nos tempos de Wilma de Faria (ver AQUI) e pagas na gestão de Rosalba em 2011 e 2012.

Somente em 2014, quando o DEM não garantiu a Rosalba o direito de disputar a reeleição, é que os dois se reaproximaram como a governadora dando apoio velado ao atual chefe do executivo estadual.

Atualmente estão novamente estremecidos.

Em instantes análise sobre o depoimento em vídeo de Alexandre Barradas.

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Fábio Faria agiu como intermediário para arrecadar caixa 2 da “Dama” Rosalba, revela delator

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“Garanhão” Fábio Faria era o intermediário, segundo delator

Na negociação entre a campanha de Rosalba Ciarlini e a Odebrecht nas eleições de 2010 coube ao deputado federal Fábio Faria fazer o papel de intermediário nas negociações. Pelo menos é o que garante o delato Alexandre Barradas, ex-executivo da Odebrecht.

Segundo Barradas, após a conversa com Rosalba coube a Fábio Faria fazer o “meio de campo” entre a Odebrecht. “Já previamente decidido e autorizado por FERNANDO CUNHA REIS, voltei a conversar com o Deputado Federal FÁBIO FARIA, indicando a ele o valor que a empresa havia designado (R$ 450 mil) a ser viabilizado através de caixa 2”, disse.

No depoimento de Barradas, o codinome atribuído a Rosalba não é “Carrossel” como aparece em outras citações e sim “Dama”. Ele explica como Fábio Faria orientou a distribuição do dinheiro: “Por orientação do Deputado, o valor total a ser entregue foi dividido da seguinte forma: R$ 350 mil para a candidata ROSALBA, o qual foi registrado sob o codinome de “dama” e R$ 100 para a sua campanha de deputado federal de 2010 sob o cedinome de “garanhão””.

Os pagamentos foram feitos na cidade de São Paulo.

Barradas diz ainda que a contrapartida após a posse de Rosalba nunca aconteceu. “A candidata ROSALBA CIARLINI foi eleita, porém nenhum projeto foi desenvolvido, sequer uma PMI, foi apresentada”, lamentou.

Na terceira reportagem o Blog faz um resgate histórico sobre a crise política que atrapalhou a parceria Governo do RN/Odebrecht

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Delator da Odebrecht relata reunião com Rosalba em Natal

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Delator Alexandre Barradas explica como atuou na campanha de 2010 no RN

O Blog do Barreto divulga com exclusividade o depoimento de Alexandre José Lopes Barradas, ex-executivo da Odebrecht. Ele relata como se deu os repasses as campanhas de Rosalba Ciarlini (que disputou e venceu o Governo do Estado pelo DEM) e Fábio Faria (na época no PMN, atualmente no PSD) nas eleições de 2010. Ele se reuniu com a então senadora em Natal.

O encontro foi intermediado pelo deputado que tentava a reeleição. “Em julho de 2010, fui apresentado por FERNANDO CUNHA REIS, ao empresário carioca FABIANO FARIA, que tinha interesses comuns com a ÜDEBRECHT AlvlBIENTAL em outros negócios. FERNANDO me disse para avaliar com ele a possibilidade de projetos em saneamento no Rio Grande do Norte. Em seguida, FABIANO me convidou para um jantar no Rio de Janeiro. Nesse jantar conheci o Deputado Federal FÁBIO FARIA que me disse querer tratar de apoio à campanha ao governo do estado em 2010, onde seu pai, ROBINSON FARIA era candidato a vice-governador”, relatou.

Segundo Barradas, após o encontro foi agendada uma visita dele a Natal para conversar com a candidata Rosalba Ciarlini e saber quais eram as reais intenções dela na área de saneamento. O limite para a ajuda era de R$ 450 mil. “A candidata ROSALBA, médica sanitarista, me disse ser entusiasmada com o tema

saneamento e que esse seria um ponto focal no seu governo”, frisou.

Para saber mais clique AQUI, AQUI e AQUI

Nota do Blog: Rosalba é pediatra e não médica sanitarista como diz o delator.

Em instantes a segunda parte da reportagem sobre o depoimento de Alexandre Barradas.

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Memes satirizam e expõem desgaste provocado por semana trágica para Robinson e Rosalba

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O povo não perdoa. A promessa não cumprida do retorno dos voos comerciais ao Aeroporto Dix-setp Rosado e as denúncias da Lava Jato que enquadraram a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o governador Robinson Faria (PSD) viraram piada em Mossoró.

O desgaste a dupla que disputou o reconhecimento pelo “retorno” dos voos em janeiro e se escondeu quando a promessa não foi cumprida foi ironizado pelos mossoroenses.

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Também não faltaram ironias com a inclusão de Robinson e Rosalba na lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Os dois são suspeitos de terem recebido cada um R$ 350 mil da Odebrecht em troca de apoio para obras de saneamento.

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Os apelidos “Carrossel”, “Bonitinho” e “Bonitão” (este atribuído ao deputado Fábio Faria, também conhecido como “Garanhão”) renderam várias brincadeiras na Internet.

Os debates estão acalorados nos grupos de WhatsApp.

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Odebrecht realizou obras de saneamento da CAERN na gestão de Rosalba

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Por Dinarte Assunção

Portal No Ar

A construtora Odebrecht participou de ações ligadas ao esgotamento sanitário do Rio Grande do Norte, durante o governo Rosalba Ciarlini, pelo menos em 2011 e 2012, indicam despesas de pagamento da Companhia de Águas e Esgoto do RN (Caern).

Nessa terça-feira, o ministro Edson Fachin autorizou abertura de inquérito contra Rosalba, o governador Robinson Faria e o deputado federal Fábio Faria.

Em delação premiada, os ex-executivos da empresa Fernando Luiz Ayres da Cunha e Benedicto Barbosa da Silva Júnior citaram repasses de caixa 2 no valor de R$ 350 mil para a então candidata ao governo do RN em 2010 e seu vice, Rosalba e Robinson, e R$ 100 mil para o deputado federal Fábio Faria. Em troca, haveria a promessa da Odebrecht participar de obras de saneamento.

A intenção da construtora era de fazer parcerias público-privada para obras estruturantes, o que não se mostrou realizado no governo Rosalba, cujo programa de saneamento que foi lançado em seu governo só tomou corpo na gestão atual, do governador Robinson Faria.

Com a Caern, no entanto, houve execução de serviços. O relatório de 2012 da companhia cita crédito a Odebrecht no valor de R$ 351.386,00.

O envolvimento da Odebrecht no setor de saneamento do RN, com implicações na Lava Jato, remonta a outros casos. No ano passado, a empreiteira passou a ser alvo de mais uma investigação após a Polícia Federal anunciar que havia indícios de corrupção na obra da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Baldo. Inaugurada em 2010, teve investimento de R$ 84 milhões na gestão Wilma de Faria, que também está na lista de Fachin, mas por razões ainda não anunciadas.

A Caern ainda não esclareceu o serviço correspondente ao pagamento citado.

A ex-governadora Rosalba Ciarlini e o governador Robinson Faria negam qualquer tipo de irregularidade e se dizem confiantes de que, no devido tempo, a Justiça irá repor a verdade.

Fábio Faria e Wilma de Faria ainda não se manifestaram.

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