Mossoroense se torna o primeiro doutor em jornalismo do Nordeste formado no Brasil

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Jornalista com passagens marcantes no Jornal De Fato e Gazeta do Oeste onde liderou equipes vitoriosas e premiadas, William Robson Cordeiro conseguiu um feito histórico para Rio Grande do Norte ao se tornar o primeiro doutor em jornalismo do Nordeste com formação em universidade brasileira.

Aluno da segunda turma, do primeiro doutorado em jornalismo do país, PÓSJOR da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), William defendeu a tese “Hiperinfografia: uma proposta para o infográfico de quarta geração”.

William é graduado em comunicação social com habilitação em jornalismo pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e mestre em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). “Esse é o único doutorado em jornalismo da América Latina e eu fui o primeiro nordestino a entrar no curso”, frisou.

Sobre o trabalho ele disse que foi fruto de muito esforço. “Não foi fácil, teve muita renúncia, muita luta e esperança. Mas tenho orgulho de ser o primeiro doutor em jornalismo do Nordeste, proveniente de uma universidade brasileira. Feliz e disposto a seguir com os desafios da pesquisa no campo”, declarou nas redes sociais.

Ele foi orientado pela professora Raquel Ritter Longhi.

O segundo doutor em jornalismo do Nordeste com formação no Brasil também será do Rio Grande do Norte. Edwin Carvalho está concluindo sua pesquisa sobre o ensino de jornalismo nos países de língua portuguesa na África.

Nota do Blog: a maioria dos jornalistas que buscam uma pós-graduação precisam recorrer a áreas afins. Esse que vos escreve, por exemplo, precisou fazer mestrado em ciência sociais e humanas para dar sequência aos estudos.

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Professora da UERN é destaque em programa da Rede Globo

A professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) Ana Lúcia Aguiar foi destaque no programa Altas Horas da Rede Globo no último sábado.

Docente da Faculdade de Educação, Ana comanda a área de políticas inclusivas da UERN com maestria.

Confira o vídeo:

Muito bom começar a semana com uma notícia dessas.Ana Lúcia é um dos patrimônios da UERN. É uma vocacionada ao exercício docente e tem ajudado a mudar vidas. Esse reconhecimento é mais do que merecido.

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Duas notas de orgulho

 

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) está em festa com o ótimo desempenho de seus cursos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).

Para este operário da informação dois dados provocam emoção: o conceito 4 de jornalismo e 5 (nota máxima) em publicidade. São cursos do Departamento de Comunicação Social onde tive a honra de ser aluno da primeira turma.

Por mais que alguns ressentidos digam o contrário, muita coisa boa sai de lá como Jussiê Filho (diretor de esportes da Band de Fortaleza), Carlos Adams (atual diretor de comunicação da UFERSA), José de Paiva Rebouças (diretor de comunicação da UFRN), Vonúvio Praxedes (âncora na TCM e 95 FM), Sarah Cardoso (Intertv Cabugi), Aline Linhares (Super TV), Saulo Vale (Rádio Rural e Super TV) e tantos outros cuja memória não ajudou a lembrar nesta hora.

Muita alegria, muito orgulho de ser UERN!

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Audiência debate cortes da UERN

A crise na Educação chegou ao RN e cortes no orçamento da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) já foram anunciados pela governadora Fátima Bezerra. Justamente, para debater os impactos desses cortes e as alternativas encontradas para garantir o funcionamento da instituição de ensino, o deputado estadual Sandro Pimentel realiza uma  Audiência Pública no campus da UERN, em Mossoró, na próxima sexta, 20. A audiência será hoje, às 16h30, no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FAFIC).

O Governo do Estado já anunciou a suspensão de 100% dos valores previstos para investimentos na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte em 2019 e também atacou a verba de custeio da instituição de ensino. Cerca de R$ 3,6 milhões dessa verba foram cortados, o que pode comprometer o funcionamento da universidade. O pagamento de terceirizados como vigilantes e motoristas já sofrem com os cortes. A audiência pretende discutir também a necessidade de garantir a autonomia financeira da UERN.

Em setembro, Sandro Pimentel já apresentou, na Assembleia Legislativa, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que torna obrigatória a execução de toda a programação orçamentária aprovada para manutenção e desenvolvimento do ensino. A PEC é inspirada em projeto de mesmo teor apresentado na Câmara dos Deputados pela deputada Fernanda Melchionna (PSOL/RS).

“O nosso objetivo com a audiência é buscar formas de garantir que o orçamento destinado para educação não sofra cortes. Evitando, assim, qualquer prejuízo à continuidade das atividades e serviços prestados à população.Não podemos achar aceitável cortes na educação em nenhum nível de governo”, afirmou o propositor da audiência.

Entre os convidados para a audiência estão o Reitor da UERN, o Prof. Dr. Pedro Fernandes Ribeiro Neto, o Secretário Estadual de Educação, Getúlio Marques Ferreira, e representantes da ADUERN, DCE e do SINTAUERN.

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Uma universidade que precisa toda hora justificar o óbvio

UERN todo ano entrega milhares de profissionais ao mercado de trabalho (Foto: Wilson Moreno)

Antes mesmo do bolsonarismo a UERN é questionada por setores da mídia e elite natalense. É o bode expiatório colocado no meio das conversas chiques nos apartamentos refinados da orla da capital.

Entre um uísque e outro disparam que o Rio Grande do Norte é pobre demais para ter uma universidade estadual. A retórica é tão barata quanto um uísque paraguaio.

Em lugares pobres uma universidade transforma, muda a realidade e fabrica sonhos possíveis. Para setores obscurantistas da sociedade a universidade é um peso.

A UERN custa menos que qualquer poder do Estado dando um retorno maior não só através do ensino, mas também com suas atividades de extensão que faz o pobre ter seus direitos defendidos por uma prática jurídica ou a jovem grávida que sai da periferia para se consultar num de seus ambulatórios.

Graças a UERN, um agricultor pode ser atendido num consultório odontológico no Seridó.

Sem a UERN não teria professor em cidades pequenas do Alto Oeste potiguar, por exemplo.

É nesta universidade que 89% dos estudantes saem de escolas públicas. É nela que 80% dos alunos são nascidos no Rio Grande do Norte.

Não consigo entender como uma universidade que muda vidas e não chega a 5% do orçamento executado do Estado possa ser problema. A mobilização tem que ser por mais recursos para a UERN, que está precisando por receber repasses do Governo abaixo do necessário.

Às vezes quero crer que seja ignorância no sentido de desconhecimento, mas muitas vezes me parece ignorância por burrice mesmo ou talvez o misto das duas coisas.

Como complemento ao texto deixo meu comentário de hoje no Canal do Youtube. Por sinal não deixe de se inscrever neste novo espaço.

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Professores de economia contestam estudo contratado pela Prefeitura

Estação das artes é o principal polo do MCJ (Foto: arquivo)

O Blog do Barreto consultou três professores da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FACEM/UERN) que analisaram o estudo realizado pela Universidade Potiguar (UnP) que apontou que o Mossoró Cidade Junina 2019 movimentou R$ 94 milhões.

Esta página deixa bem claro que respeita os profissionais envolvidos no trabalho feito pela a UnP e que se trata de um debate acadêmico direcionado a questões metodológicas e não de caráter dos envolvidos ou acusações de manipulações.

O professor Mairton França explica que correu uma dupla contagem com o método utilizado. “Há um erro original na concepção porque ele faz comparação de objetos que não são comparáveis pela sua complexidade. Quando falo dos polos, e eu não sei se a Prefeitura pediu assim, eu tenho apenas três produtos: 1)Pingo da Mei Dia, 2)Boca da Noite e o 3) Mossoró Cidade Junina. Eu não posso dizer que o produto três é a Estação das Artes, Chuva de Bala, Cidadela, Arena das Quadrilhas, etc. É tudo um produto só: O Mossoró Cidade Junina. Na medida que você entrevista as pessoas nestes polos você comete um erro de dupla contagem”, explica.

Ele explica que existem migrações entre polos que podem gerar uma confusão na contagem. “Na Estação das Artes você tem a maior média de gastos porque é para lá que todos convergem. A pessoa que foi entrevistada na Cidadela pode migrar para outros polos. Por isso não me surpreendeu que o maior gasto na Estação das Artes. Eles poderiam ter feito um estudo de migração porque eles precisavam ver de onde a pessoa veio e para onde ela vai porque ele pode até beber em todas elas, mas comer ele vai provavelmente em apenas uma delas”, avalia.

Resultado de imagem para Pingo da mei 2019
Pesquisador sente falta de números da PM quanto a presença de público (Foto: web)

O professor Rodolfo Costa pondera que o relatório da UnP é didático embora carente de rigor. Ele questiona os critérios de contagem de público que em 2019 não se baseou na Polícia Militar, mas na Secretaria Municipal de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito. “Inicialmente, para todas as áreas analisadas, não se observa uma justificativa quanto as informações amostrais, definição de variáveis ou indicadores quantitativos. Por exemplo, não são relatadas se a área utilizada são as áreas totais dos espaços (se as são, não seria razoável usa-las na plenitude, já que não há indícios de lotação ou superlotação nos eventos); não está claro qual o critério utilizado para definir o número de pessoas por m2 (foram usadas as referências da Policia Militar?) e nem o porquê da razão pessoa/m2 ser diferente entre as áreas; não se observa nenhuma exposição quanto a definição das amostras utilizadas etc”, questionou.

Assim como o professor Mairton, ele questiona a metodologia usada em relação aos polos. “Cabe destacar, também, que as comparações entre os distintos polos carece de um maior rigor estatístico. Não é recomendável se comparar valores médios de unidades diferentes, com tamanho de amostra diferente, sem proceder com um teste estatístico de comparação de médias. Tal comparação, quando realizada, só é relevante com dados populacionais. Sua realização a partir de uma amostra fatalmente incorrerá em viés”, explica.

Ele ainda faz outra ponderação: “Por fim, admitindo que estatisticamente seja possível inferir sobre a população a partir dos dados do relatório MCJ 2019, uma avaliação econômica requer um conjunto de medidas tradicional, entre elas, Valor Presente Líquido, Taxa interna de Retorno, Custo-Benefício etc., as quais foram negligenciadas pelo relatório”.

A conclusão do professor Rodolfo é de que “as informações apresentadas no relatório MCJ carecem de justificativas que atestem seu rigor científico e, consequentemente, possam ser consideradas para análise técnica dos impactos socioeconômicos gerados pelo MCJ”.

A professora Elza Andrade considera o estudo relevante, mas aponta falta de critérios na escolha dos entrevistados:

“A apresentação da metodologia deixa dúvidas quanto a determinação da amostra e critérios estatísticos utilizados, no entanto pelas características da pesquisa subtende-se que a amostra seja não probabilística, uma vez que não há uma lista a priori dos indivíduos que compõe o universo. Sendo assim, as pessoas entrevistadas são abordadas aleatoriamente nos eventos estando em parte dependendo do julgamento do entrevistador e da acessibilidade do entrevistado.

Ademais não há uma apresentação precisa de quando foi aplicado e como foi a distribuição por dia dos questionários em cada polo, e nem como foi a divisão entre “pista” e camarote, uma vez que isso pode gerar um viés nos resultados, na medida em que o pesquisador pode optar por dias de maior público, dias em que as atrações sejam mais aguardadas, ou cujo perfil do público seja diferenciado”.

A professora Elza também aponta falta de rigor estatístico:

“O estudo se propõe a calcular o valor total movimentado no polo e no evento, para isso é efetuado um cálculo em que o público estimado é multiplicado pelo gasto médio por pessoa.  Ocorre que o gasto médio por pessoa foi calculado para uma amostra não probabilística.  Neste ponto fica evidente a falta de rigor estatístico do estudo, a partir do momento em o autor tenta inferir o resultado da amostra para a população. O problema neste caso refere-se ao fato de que os resultados deste tipo de pesquisa são aplicados apenas a amostra pesquisada, não permitindo inferências, ou seja, não é possível generalizar os resultados para a população, pois amostras não probabilísticas não garantem a representatividade da população”.

Ela disse sentir falta de um balanço sobre o que foi arrecadado em impostos como retorno do investimento do município. “Também nos resultados é exposto um cálculo de índice de rentabilidade do polo e índice de rentabilidade do evento, e estes seriam utilizados para a estimação do retorno sobre o investimento (ROI). Ressalta-se que estes índices são bem aplicados para análises de investimentos em empresas. No estudo em específico, há uma distorção quanto ao que foi considerado lucro operacional, uma vez que deduz o valor estimado movimentado no polo (pelo público) dos custos e despesas do polo (efetuados pela prefeitura. No entanto, deste VEMP a prefeitura terá sua participação em forma de arrecadação de tributos, sendo que foi valor informado corresponde ao consumo médio das pessoas entrevistadas durante os eventos e não ao que será arrecadado pelo município.  Este equívoco acaba por comprometer todo o resultado do estudo”.

Abaixo a entrevista concedida pelo professor Josivan Alves ao Meio-Dia Mossoró em que ele explicou a metodologia aplicada no estudo.

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Secretário rebate notícias sobre cortes na UERN

As informações que dão conta de que a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) vem sofrendo com cortes que chegam a R$ 300 milhões em 2019 provocou revolta do secretário estadual de planejamento Aldemir Freire.

Usando a conta dele no Twitter ele rebateu:

Eu fico me perguntando como um jornalista e um jornal conseguem produzir uma insanidade dessas: governo do Estado cortou R$ 300 milhões mês do custeio da UERN? Como assim se o orçamento ANUAL da instituição é de R$ 271,9 milhões? R$ 300 milhões mês dá R$ 3,6 bilhões ano”.

Ele ainda exibiu uma tabela do Portal da Transparência do Governo do Estado que mostra os repasses para a UERN subiram em relação ao ano passado.

Aqui a execução orçamentária da UERN (2018 X 2019), segundo a fase das despesas. Por qualquer critério (empenho, liquidação ou pagamento), a execução orçamentária do exercício corrente é muito melhor que no ano passado”.

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Outro ponto citado por Aldemir são as dívidas deixadas na gestão anterior que estão sendo pagas. “Uma última observação: UERN iniciou 2019 com um montante de R$ 48,21 milhões de restos a pagar (ou seja, despesas de anos anteriores que não foram pagas). Desse total, aproximadamente R$ 14,5 milhões eram de anos anteriores a 2018”, acrescentou.

Nota do Blog: o secretário tem razão na correção dos números, mas o Governo do Estado falha sim no repasse das verbas de custeio. A UERN precisa de R$ 1,8 milhão e o repasse é de R$ 1,5 milhão/mês. Isso explica os atrasos salariais dos servidores terceirizados. O debate está malconduzido na opinião pública por má fé de uns e inércia do Governo.

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Frente vai cobrar liberação de recursos para a UERN

Francisco Carlos lidera frente (Foto: Caio Juliano)

“Queremos transformar o verbo em verba”. Dessa forma, o coordenador da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Uern, vereador Professor Francisco Carlos (PP), justifica a mobilização do colegiado de reivindicar, ao Governo do Estado e à Assembleia Legislativa, mais recursos para a universidade. Esse é um dos encaminhamentos da reunião da Frente, realizada na manhã desta sexta-feira (23), no auditório do Previ Mossoró.

A intenção é pleitear cumprimento de itens presentes na Carta Compromisso com a Uern, assinada pela governadora Fátima Bezerra em 2018, enquanto candidata ao Governo, em debate sobre a universidade, realizado na Câmara Municipal de Mossoró, na campanha eleitoral do ano passado. E também pedir que todos os deputados estaduais aloquem recursos no Orçamento do Estado, através de emendas parlamentares.

“Feita essa discussão do compromisso da governadora e do pedido aos deputados estaduais, mobilizaremos a representação da frente (entidades culturais, religiosas, sindicais, políticas, entre outras), para que subscrevam o pedido, a ser encaminhado ao Governo do Estado e à Assembleia Legislativa”, informa Francisco Carlos, que representou a Câmara Municipal na reunião da Frente, com a vereadora Sandra Rosado (PSDB).

Trabalho

Na avaliação feita no encontro desta sexta-feira, a Frente tem realizado atuação positiva, ao longo das 26 atividades desenvolvidas desde sua criação, em dezembro de 2016. Um exemplo citado desse êxito, foi a colocação da Uern no centro do debate político estadual em 2018, quando candidatos aos diferentes cargos se comprometeram com a universidade.

“Precisamos continuar no esforço em torno do reconhecimento de avanços que a Uern tem alcançado e cobrar compromissos. A universidade consome apenas 1.9% do Orçamento do Estado, portanto, é uma instituição barata, se comparada às suas congêneres, para o tamanho do seu alcance social”, observa Francisco Carlos.

A reunião da Frente também contou com a presença do reitor Pedro Fernandes, e outros membros da comunidade acadêmica e da sociedade. O colegiado reforçou o repúdio a qualquer argumento de que a universidade é cara e não cumpre papel. Ao contrário, entende que a instituição faz muito mais pelo que recebe dos cofres estaduais.

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Governadora afirma ter aumentado repasses para a UERN

Fátima esteve reunida segunda com o reitor Pedro Fernandes (Sandro Menezes)

A governadora Fátima Bezerra (PT) usou o perfil dela no Facebook para mostrar dados do Governo do Estado que indicam crescimento nos pagamentos e empenhos orçamentários para a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) comparando com o período entre janeiro e julho deste com o mesmo período de 2018.

“O valor pago até julho 2019, por exemplo, foi de R$ 104,2 milhões, enquanto que no ano anterior o montante foi de R$ 78 milhões. Com relação ao valor empenhado, a proporção é semelhante: R$ 133 milhões em 2019 e R$ 122,7 milhões em 2018”, frisou.

A governadora não indicou que vai aumentar os repasses mensais para custeio como deseja o reitor da UERN Pedro Fernandes que alega ser necessário R$ 1,8 milhão para a instituição. No entanto, ela garantiu a liberação de recursos para finalizar a construção do prédio do Campus Avançado de Natal. “O repasse mensal de R$ 1,5 milhão para o custeio da Universidade está garantido, além de R$ 1 milhão destinado exclusivamente para finalizar a obra do campus da Zona Norte de Natal, que tem previsão de conclusão até 2020. Os recursos serão complementados com a destinação de aproximadamente R$ 11 milhões do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop) para a Uern até 2023”, disse.

Fátima vem sendo cobrada por ter zerado os recursos para investimentos, no post ela disse estarem garantidos os R$ 3,6 milhões em investimentos para a UERN “que são contrapartidas dos contingenciamentos realizados pelo Governo Federal nas emendas destinadas pela bancada Federal potiguar à instituição”.

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