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Confiança do empresariado do comércio potiguar é maior que a média nacional

A confiança do empresário do comércio potiguar, em fevereiro, ficou acima da média nacional. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio, divulgado ontem (16). Os dados do Rio Grande do Norte mostram que, em fevereiro deste ano, o indicador somou 124,5 pontos. Em janeiro de 2022, o índice era 127,7 pontos, uma queda de 2,5%.

Todas as três variáveis que compõem o ICEC: Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC); Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC); e Índice de Intenções de Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC), também caíram na comparação com janeiro.

A queda de 2,8% do ICAEC foi puxada pela percepção a respeito das “Condições Atuais da Economia”, que no mês passado havia subido 7,5% e agora em fevereiro caiu 3,6%. No caso do IEEC, a pior avaliação foi relacionada às “Expectativas da Economia” (-2,1%). No IIEC, o subíndice “Nível de Investimento das Empresas” foi o que teve o pior desempenho (-6,3%).

Ainda no comparativo de fevereiro de 2022, o desempenho do RN foi melhor em relação ao nacional (119,3 pontos). Entre os estados da região Nordeste, apenas Sergipe apresentou aumento no ICEC entre janeiro e fevereiro, saindo de 121,5 para 123,5 pontos. Quando comparamos o Rio Grande do Norte com os demais estados do Nordeste, o ICEC do RN só não é maior do que o de Alagoas (126,4 pontos).

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Varejo do RN tem um dos maiores recuos do país

O volume de vendas do comércio varejista potiguar recuou 1,5% em julho na comparação com junho. No total, sete unidades da federação apresentaram resultados negativos no período. A redução do RN está entre as cinco maiores. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE.

Na direção contrária, a média do Brasil (1,2%) foi positiva a partir da contribuição de 19 unidades da federação e forte influência de Santa Catarina (12,5%) e Paraná (11,1%).

Apesar da retração na comparação com o mês anterior, os indicadores de médio prazo do varejo potiguar permanecem positivos: em relação ao mesmo mês do ano passado, julho de 2021 teve crescimento de 3,4% no volume de vendas; o acumulado do ano (de janeiro a julho) é 5,2% maior do que o resultado de 2020; e o acumulado dos últimos 12 meses é 4% superior à situação do ano passado.

Varejo ampliado

O varejo ampliado norte-rio-grandense também registrou uma das maiores reduções no volume de vendas entre as unidades da federação, 2,2%. Os outros estados com resultado negativo no mesmo nível do RN foram: Amazonas (- 1,3%), Paraíba (- 1,4%), Sergipe (- 2,2%) e Maranhão (- 2,6%). O Brasil (1,1%) avançou no mês.

Os indicadores que monitoram o volume de vendas a médio prazo também consolidam a superação do ano de 2020 no varejo ampliado: 4,5% na comparação entre julho de 2021 e julho de 2020; 9,5% na variação acumulada do ano (janeiro a julho); e 6,5% no acumulado dos últimos 12 meses. O varejo ampliado compreende o varejo e o comércio de “material de construção” e “veículos, motocicletas, partes e peças”.

No RN, setor de serviços tem redução de 1% em julho

O volume de serviços do Rio Grande do Norte diminuiu 1% em julho na comparação com o mês anterior. O resultado negativo ocorreu depois de três altas consecutivas em abril, maio e junho. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta semana pelo IBGE.

Além do Rio Grande do Norte, outras 11 unidades da federação apresentaram um número negativo na passagem de junho para julho. No sentido contrário, o Brasil (1,1%) cresceu, influenciado pelo desempenho de 15 unidades da federação.

Na comparação de julho de 2021 com o mesmo mês do ano passado, os serviços registraram crescimento de 29,6%.

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No acumulado dos 12 meses, o RN está entre os três estados com resultados negativos mais acentuados: Rio Grande do Norte (- 2,2%), Distrito Federal (- 2,5%) e Sergipe (- 5,4%).