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Geração de empregos no RN dispara 787%

O Rio Grande do Norte teve um saldo positivo de 2.495 empregos gerados em fevereiro deste ano, um aumento de 787% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números estão na mais recente edição do Boletim Econômico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), divulgado no final da tarde desta sexta-feira (28). Trata-se de um crescimento recorde na série histórica da plataforma do novo Caged. As informações do Boletim são sistematizadas com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Em fevereiro de 2025, o Estado registrou 22.502 admissões e 20.007 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 2.495 novos postos de trabalho. Quando comparado ao mesmo período de 2024, fevereiro de 2025 registrou um aumento percentual de 787% na geração de empregos, alcançando um recorde desde 2020, ano em que a nova plataforma foi implementada”, aponta a análise feita pelos economistas da SEDEC.

A análise informa também que “o setor de Serviços foi o principal responsável por esse crescimento, liderando a geração de empregos com um saldo de 2.367 oportunidades”.

O Boletim também afirma que “setor de Comércio também teve um desempenho positivo, com a criação de 558 empregos, especialmente no comércio varejista, evidenciando a importância desse segmento para a economia do estado.

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Energias renováveis geram mais de 13 mil empregos no RN

A instalação de usinas para geração de energia eólica e solar no Rio Grande do Norte gerou 13.571 empregos diretos e indiretos. A informação está no “Balanço do Setor Elétrico do RN – Ano Base 2024”, publicação divulgada nesta segunda-feira (20.01) pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC-RN). Foram 10.462 com a oferta de vagas no setor eólico e 3.109 no solar.

O total em investimentos em novos projetos nestes dois setores, no ano passado, chegou a R$ 10,1 bilhões. Foram R$ 7,8 bilhões em projetos para geração eólica e R$ 2,3 bilhões para fotovoltaicos.

A publicação aponta que a previsão de novos investimentos nos parques eólicos e solares, até 2030, no Rio Grande do Norte, soma R$ 55,3 bilhões. “Os valores estimados de investimentos para entrada em operação de novas usinas eólicas podem chegar a R$ 21,3 bilhões nos próximos anos. Se tratando de projetos fotovoltaicos esses valores podem atingir R$ 34,0 bilhões”, informa.

O Boletim da SEDEC destaca que, em 2024, foram instaladas 45 novas usinas, destas, 27 eólicas e 18 de energia solar distribuídas em 11 municípios. De acordo com o levantamento, as matrizes eólicas e fotovoltaicas ocupam o protagonismo do setor energético, somadas, suas potências adicionadas totalizaram aproximadamente 1,65 GW no ano passado.

“A matriz elétrica do Estado do Rio Grande do Norte continua sendo essencialmente renovável. A energia eólica, solar fotovoltaica, a biomassa e a energia hídrica são responsáveis por 98,9% de toda a potência outorgada (potência comercializada) no estado”, ressalta a publicação, elaborada pela Coordenadoria de Energias da SEDEC-RN.

“Quando o assunto é a potência instalada (potência em operação), essas fontes apresentam percentual semelhante, com 97,8% de toda a potência em operação”, acrescenta.

Atualmente as usinas eólicas são responsáveis por 77,9% de todos os empreendimentos de geração de energia em operação no estado. Ao considerar os projetos de fonte eólica, os empreendimentos em operação correspondem a 79,9%. Já as usinas de fonte solar representam 12,6% de todos os empreendimentos em operação no estado.

“Essa fonte também representa a maior quantidade de projetos já comercializados e que ainda não foram construídos, com um total de 198 projetos, correspondendo a 77,6% de todas as usinas com construção não iniciada”, aponta o estudo.

“O balanço do setor elétrico do Rio Grande do Norte apresenta os principais dados referentes ao desenvolvimento da matriz elétrica do estado. “Trata-se de uma contribuição para o fornecimento de informações relevantes que caracterizam o desenvolvimento dos projetos de geração de energias renováveis. Informações sobre a potência instalada e outorgada, fase de desenvolvimento dos projetos, principais municípios produtores e os investimentos realizados para construção das usinas eólicas e solares, compõem a base de dados que foram destaque no setor elétrico no Rio Grande do Norte no ano de 2024”, diz a publicação.

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RN tem aumento de 63,9% no saldo da geração de empregos entre janeiro e novembro de 2024

O Rio Grande do Norte teve um aumento de 63,9% no saldo da geração de empregos com carteira assinada registrado até novembro de 2024, em relação ao mesmo período do ano passado. O percentual pode ser constatado a partir dos números publicados na mais recente edição do Boletim Econômico da Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), com base nos números do CAGED.

No acumulado do ano, até novembro, o saldo da geração de empregos com carteiras assinadas no RN foi positivo em 36.859 contratações. No saldo, é computado o número de admissões menos as dispensas de um período. Considerando as admissões dos onze meses deste ano (sem subtrair as dispensas), no Estado o número chega a 227.641 contratações formais.

O Boletim informa também que, no saldo apenas do mês de novembro, o Rio Grande do Norte fechou o mês com o registro de 2.361 novos empregos formais, resultado de 18,6 mil admissões e 16,2 mil desligamentos.

“O destaque do mês, sem dúvida, foi o setor de Comércio, que registrou um saldo positivo de 1.522 novas oportunidades de trabalho. Este desempenho robusto é reflexo das festividades de final de ano, quando o aumento no consumo impulsiona contratações, sobretudo no comércio varejista. Outro setor que merece destaque é o de Serviços, que desempenhou um papel preponderante nos resultados positivos do mês”, constata a análise feita pela equipe técnica da SEDEC que elabora o Boletim.

“Com um saldo de 747 novos postos de trabalho, o setor evidencia sua importância na diversificação econômica do estado. Dentro desse contexto, atividades ligadas à informação, comunicação, finanças, imobiliário e serviços administrativos registraram números expressivos, com 4.044 admissões, demonstrando a crescente demanda por mão de obra qualificada nessas áreas”, acrescenta.

“No setor Industrial, o saldo positivo de 321 vagas reafirma a contribuição das indústrias para o fortalecimento do mercado de trabalho potiguar. As indústrias de transformação, em particular, destacaram-se com 224 novos postos de trabalho, enquanto as indústrias extrativas também apresentaram desempenho positivo, com 124 novas oportunidades laborais, reforçando sua importância estratégica para a economia estadual”, aponta.

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RN tem saldo positivo de 34 mil empregos em 2024

O saldo da geração de emprego neste ano, no Rio Grande do Norte, até outubro foi de 34.493 empregos formais. A constatação é com base nos números disponíveis no Boletim Econômico divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), nesta sexta-feira (29.11). No mês de outubro, o saldo positivo chegou a 2.847 postos de trabalho.

“Esses números, consolidados pela nova plataforma do CAGED [Sistema de Cadastro Geral de Empregados e Desempregados], evidenciam que o mês de outubro foi especialmente favorável para a geração de empregos no estado potiguar”, destaca a análise feita a partir do Boletim.

O levantamento identificou que a Construção Civil obteve resultados significativos, com 3.865 admissões em outubro, “impulsionadas, sobretudo, pelas obras de infraestrutura, com ênfase na reestruturação das rodovias estaduais executadas pelo governo do Estado”. Segundo o Boletim, essas obras específicas geraram 1.357 contratações.

O Boletim aponta que entre os setores que se destacam estão os de Serviços, Comércio e Construção Civil. “O setor de Serviços consolidou-se como o maior empregador do período, contabilizando 8.258 admissões, impulsionado especialmente pelo grupamento de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que, isoladamente, somou 4.765 contratações”, constata o levantamento.

“O Comércio também apresentou um desempenho notável, com 5.627 admissões no mês, sendo o comércio varejista o principal destaque, ao registrar 3.862 contratações. Este segmento reafirma sua relevância como um motor estratégico para a geração de emprego e renda no estado”, acrescenta.

O Boletim Econômico é elaborado mensalmente pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico com base dos dados do Sistema de Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho.

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Secretário desmente notícia de que recorde de empregos no RN foi puxado por queda do ICMS e Plano Diretor de Natal

O secretário estadual da fazenda Carlos Eduardo Xavier desmentiu a notícia espalhada pela Fecomércio abraçada por setores da mídia natalense de que a alta na geração de empregos passou pela redução da alíquota modal do ICMS de 20 para 18% e o novo Plano Diretor de Natal.

Cadu destacou em post no Instagram que a geração de empregos no Rio Grande do Norte segue uma tendência nacional de aquecimento da economia e para fundamentar o posicionamento apresentou várias manchetes.

“Enquanto jornais nacionais destacam o crescimento da geração de emprego em todo país, um jornal local do RN tenta vincular este crescimento em nosso estado a redução da alíquota do ICMS”, rebateu.

O secretário lembrou ainda que o ICMS está em queda no Estado. “Enquanto isso no mês de julho mais uma queda de arrecadação deste tributo, na casa de 9% nominal, ou seja, sem considerar a inflação”, revelou.


“A matéria parece ter dupla finalidade: não reconhecer o mérito do governo federal neste resultado e tentar vincular algo positivo na redução da alíquota do ICMS já que não reduziu preços e teve forte impacto nas finanças estaduais”, complementou.

Em junho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apontou que o RN gerou 4.533 postos de trabalho no mês, superando os 2.604 empregos criados no mesmo período de 2023.

Foi o melhor desempenho do Estado em um mês de junho.

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RN tem o maior desempenho em geração de emprego em junho

O Rio Grande do Norte alcançou, em junho, o melhor resultado do ano na geração de empregos formais, marcando o sexto mês consecutivo de crescimento. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o estado gerou 4.533 postos de trabalho no mês, superando os 2.604 empregos criados no mesmo período de 2023.

No acumulado do primeiro semestre de 2024, o emprego formal no Rio Grande do Norte teve o melhor desempenho desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2010. Foram abertas 13.060 vagas de emprego formal, mais do que o dobro das vagas abertas no primeiro semestre do ano passado (6.060) e quase 50% a mais do que o último recorde para o período, registrado no primeiro semestre de 2010, com 8.188 novas vagas.

Os setores de Comércio e Serviços foram os grandes responsáveis pelo desempenho positivo. No acumulado do ano, esses setores geraram 12.400 vagas, correspondendo a 95% do total de empregos formais criados no estado.

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Março registra mais de 1.400 novas vagas de emprego no RN

Na véspera do Dia do Trabalho, mais uma boa notícia para o Rio Grande do Norte: com atividade econômica em expansão, foram abertas em março 1.415 novas vagas de emprego formal, aquelas com carteira assinada. Com isso, o acumulado nos primeiros três meses de 2024 subiu para 2.839 e nos últimos doze meses, 25.290. Os dados são do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – divulgados nesta terça-feira (30/04) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O saldo do mês de março/24 é o maior da série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. Em março de 2021, quando a economia começou a ser reerguer, após as dificuldades impostas pela pandemia da Covid, o saldo foi de 1.212 vagas; no mesmo mês de 2022, o número de demissões superou o de contratações, produzindo saldo negativo de (-1.427); em março do ano passado também houve saldo negativo (-82).

De acordo com o Caged, o estoque de empregos celetistas no Rio Grande do Norte é de 504.760. O salário médio de admissão em março foi de R$ 1.695,30. O setor que mais abriu postos de trabalho no RN em março foi o de Serviços (2.535 vagas), seguido pelo Comércio (954) e Construção Civil (628). No acumulado do ano, o setor de serviços é o destaque, com 4.784 postos de trabalho abertos. Com 1.256 vagas abertas nos três primeiros meses do ano, a construção ultrapassou o comércio, cujo saldo positivo é de 1.181 vagas no trimestre.

Natal, Mossoró, Parnamirim, Assu e Currais Novos, pela ordem, foram os municípios que mais abriram postos de trabalho. Na outra ponta, o de saldo negativo, estão Baía Formosa e Arês, em função das dispensas realizadas pelo segmento da Agricultura.

O saldo de empregos celetistas vem se somar a outros indicadores de melhoria da qualidade de vida no RN, como a segurança alimentar. De acordo com o IBGE, a proporção de domicílios potiguares em que as famílias têm acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e quantidade, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, subiu de 59%, em 2018, para 66,6% em 2023, enquanto à de domicílios em situação de insegurança alimentar grave caiu de 7,6% para 4,9%.

O Caged foi criado em 1965 como instrumento de acompanhamento e fiscalização do processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Em 1983 passou a ser usado como banco oficial de dados de emprego, termômetro de rotatividade e flutuação da mão de obra. Em 2020, a metodologia foi alterada para incluir os contratos temporários e intermitentes.

NOVO CAGED

Postos de trabalho abertos ou fechados no RN

Meses de março, série com ajustes

2020: (-3.039)

2021: +1.212

2022: (-1.427)

2023: (-82)

2024: +1.415

Saldo no trimestre: 2.839

Saldo últimos 12 meses: 25.290

Estoque de emprego celetista no RN: 504.760

Salário médio de admissão: R$ 1.695,30

Saldo por município

Natal: 1.591

Mossoró: 1.176

Parnamirim: 420

Assu: 213

Currais Novos: 147

Grupamento de Atividade Econômica

Serviços: +2.535

Comércio: +95

Construção: +628

Indústria Geral (-1.035)

Agricultura (-1.667)

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Quase 6 mil empregos são gerados no RN em agosto

Acompanhando a tendência de crescimento, o Rio Grande do Norte fechou o mês de agosto com saldo positivo de 5.975 vagas com carteira assinada. O resultado eleva a abertura de empregos ao longo do ano, que já passa dos 15,3 mil postos de trabalho criados. Os dados foram publicados esta semana pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O saldo do mês é o reflexo de 22.036 admissões contra 16.061 desligamentos. No ano, foram 143.457 admissões, sendo desligados 128.081 trabalhadores.

Em termos relativos, o Rio Grande do Norte teve a segunda maior variação em relação ao estoque do mês entre todas as Unidades da Federação, com 1,28% de alta. Atualmente, o estoque total de emprego formal é de 473.710 potiguares com carteira assinada. O número é recorde em toda a série histórica iniciada em 2021.

Segundo a secretária de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (SETHAS), Íris Oliveira, os números refletem as ações do Governo do RN para desenvolver a economia, atrair empresas e gerar emprego e renda. Ela cita, como exemplos, os benefícios trazidos pelo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (PROEDI) e o Programa Estadual de Compras Governamentais da Agricultura Familiar e Economia Solidária (PECAFES).

“Cada viagem da governadora ao exterior, a outros estados do Brasil, a cada medida que estimula a economia repercute no trabalho formal, protegido e decente. É assim com o PROEDI, é assim com o PECAFES que cria mercado para agricultura familiar e gera emprego no campo, é assim no trabalho de mobilização de empresas para que contratem pessoas de famílias do programa. Cada incentivo para instalação de empresas tem repercussão na geração de empregos para melhorar a vida de quem vive no Rio Grande do Norte”, disse ela.

De acordo com o ex-secretário de Planejamento do Estado, Aldemir Freire, e atual diretor de Planejamento no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), a expectativa é que nos oito anos da gestão da governadora Fátima Bezerra sejam gerados 130 mil empregos formais em todo o estado. “Com 5.975 empregos formais gerados em agosto, o Rio Grande do Norte acumula 15.376 empregos com carteira assinada ao longo dos primeiros oito meses de 2023. Durante a gestão da governadora Fátima Bezerra já são 68.105 empregos formais.

Em agosto, o setor da agropecuária foi o que mais gerou empregos, com um total de 2.387 vagas abertas. Em segundo lugar, o setor de serviços, com 1.168 empregos. A indústria vem em seguida, com 1.102 postos criados.

O município de Mossoró registrou o maior saldo positivo em todo o estado. Na principal cidade do Oeste, foram criados 1.409 novos postos de trabalho, que refletem as 3.862 admissões e 2.453 demissões no período.

Ainda de acordo com o Caged, o salário médio inicial no Rio Grande do Norte é de R$ 1.624,07.

PROEDI E PECAFES

Quando foi implementado, no final de 2019, o PROEDI beneficiava 112 empresas. Em 2023, o RN tem 242 empresas cadastradas e beneficiou diretamente a geração e manutenção de mais de 29 mil empregos diretos e estima-se que tenha contribuído com cerca de 85 mil empregos indiretos.

O programa concede descontos no ICMS para empresas que se instalam ou desejam ampliar suas instalações no território potiguar. O benefício fiscal destina-se a estabelecimentos industriais novos e também aos já existentes no Rio Grande do Norte. Os descontos variam entre 75% e 95%.

O PECAFES foi instituído em julho de 2019. A finalidade é garantir a aquisição, direta e indireta, de produtos de origem agropecuária, extrativista e resultantes da atividade pesqueira, que sejam produzidos por agricultores e agricultoras ou suas organizações socioeconômicas rurais, por povos e comunidades tradicionais.

Com o PECAFES, os fornecedores desses produtos deverão, obrigatoriamente, adquirir pelo menos 30% desses insumos da agricultura familiar. A execução do PECAFES acontece através de cada órgão que realiza compras governamentais de gêneros alimentícios, “in natura” ou preparados, por meio de processos próprios de cadastramento e seleção, como no caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), modalidade Doação Simultânea, ou por meio de chamadas públicas.

Em setembro deste ano, o Governo do RN fechou contrato com 11 cooperativas e associações rurais para fornecimento dos produtos a 20 unidades de saúde da rede estadual, num investimento de R$ 1,9 milhão. Essas ações repercutem na cadeia de geração de emprego e renda.

Serão beneficiados os hospitais públicos como o Rafael Fernandes e o Hemocentro, de Mossoró; além do Walfredo Gurgel, Giselda Trigueiro, José Pedro Bezerra (Santa Catarina), Dr. João Machado e o Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, em Natal.

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Geração de empregos no RN cresce 38% em julho

Agora RN

No mês de julho, o Rio Grande do Norte teve o maior número de contratações de 2023, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram 18.950 admissões em todo o Rio Grande do Norte, de acordo com o painel de informações do Novo Caged, crescimento de 1,4%.

Outro fator que pode ser considerado positivo foi a queda nos desligamentos. Em junho deste ano foram 16.144 demissões, contra 15.419 do último mês apresentado – encolhimento de 4,49%. O saldo – diferença entre demissões e contratações – também teve incremento no sétimo mês em relação a junho de 2023: aumento de 38,8%. Foram 3.531 novos empregos gerados no último período analisado, contra 2.543 do sexto mês do ano.

O setor de agropecuária – que engloba agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura – foi o que teve o maior saldo de empregos (1.373), seguido pela indústria (889) e em seguida pelo setor de serviços (642). Os segmentos de construção (355) e comércio (272) fecham os dados do Novo Caged no Rio Grande do Norte.

No Brasil

Os dados do Novo Caged de julho mostram que o emprego formal no país apresentou um saldo positivo de 142.702 postos de trabalho no mês. O saldo positivo foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 56.303 postos (39% do saldo) e comércio, com 26.744 postos (19% do saldo). No acumulado do ano, são 1,16 milhão de postos de trabalho, saldo positivo nos cinco grupamentos econômicos avaliados e em 26 das 27 Unidades da Federação.

Os dados, apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em entrevista coletiva, demonstram que o país tem um estoque total de 43,6 milhões de empregos formais, o maior número já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020). O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.032,56, aumento de R$19,33 em comparação com o valor de junho, que foi de R$ 2.013,23.

No mês de julho, todos os grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O saldo de 56.303 postos formais de trabalho no setor de serviço foi maior nas áreas de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (27.218 postos), alojamento e alimentação (9.432 postos) e transporte, armazenagem e correio (8.904 empregos) no mês.

No Comércio, o destaque foi o setor varejista de produtos farmacêuticos (+3.554) e mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados (+2.419) e minimercados (+1.704). A Construção Civil teve saldo positivo de 25.423 postos e a Indústria, de +21.254 postos no mês.

Em termos geográficos, apenas no Rio Grande do Sul (-2.129) houve queda do emprego formal, que ficou positivo nas outras 26 unidades da federação. Os maiores saldos foram em São Paulo (+43.331), Rio de Janeiro (+12.710) e Minas Gerais (+12.353).

Entre os grupos populacionais, houve crescimento de 43.947 postos para mulheres e 98.755 para os homens. No que se refere à População com Deficiência, identificou-se saldo positivo de 452 postos de trabalho. O emprego em julho foi positivo para pardos (+75.918), brancos (+15.919), pretos (+13.035), amarelos (+720) e indígenas (+311).

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Mais de oito mil empregos são gerados no RN em 2022

O Rio Grande do Norte registrou o quarto mês de alta consecutiva na geração de empregos no ano. Desde janeiro de 2022, o Estado acumula novos postos formais de trabalho. Entre janeiro e julho deste ano, são 8.276 carteiras assinadas que chegam ao mercado de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Apenas neste mês de julho foram 2.458 novos empregos com carteira assinada.  O segmento da agropecuária foi responsável pela maior alta com 845 novos empregos formais. O comércio vem em seguida com 555 novos postos de trabalho, seguido pela indústria, com 495 vagas. A construção civil cedeu 285 oportunidades. Nos últimos 12 meses, o Estado potiguar já acumula 26.874 novas carteiras assinadas.

Entre 2015 e 2018 o Estado tinha perdido 21,5 empregos. Já entre janeiro de 2019 e julho de 2022 foram criados 39.931 empregos formais.

Mossoró

Em Mossoró neste mesmo período foram gerados 638 postos de trabalho no mesmo período. Sendo 355 deles no setor de agropecuária e 275 no de serviços.

Em 16 meses, Mossoró saiu de 51.300 empregos formais para 60.044. Crescimento de 17%.

Nota do Blog: importante pontuar que o Governo Federal mudou a metodologia da avaliação do desemprego.