Izabel sobre “treta” no MDB/RN: ‘Se unidos é difícil, divididos fica impossível’

Blog Carol Robeiro

A presidente estadual do MDB Mossoró, Izabel Montenegro, conversou sobre o racha que existe entre Walter Alves e Henrique Alves no Estado. Ela se refere à polêmica que aconteceu na semana passada, em que o deputado federal resolveu tornar público através do seu endereço no twitter o desentendimento com o líder histórico do partido (veja abaixo).

A presidente da Câmara de Mossoró disse que primeiro é necessário esperar Garibaldi Alves se recuperar da cirurgia. Ela conta que conversou com Henrique Alves e “sentiu” que a intenção dele é apagar esse incêndio.

“Não é bom para o MDB, que não vive um momento bom no país e no estado, continuar com essa briga entre Garibaldi, Henrique e Walter. Garibaldi e Henrique são primos-irmãos, sempre se deram muito bem e o resultado das urnas mandou um recado: não foi fácil, Walter quase perdeu. Se unidos é difícil, divididos fica impossível”, diz.

Veja entrevista com Izabel:

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Político perde comando partidário de forma inusitada

MDB de “Governador” sofre reviravolta (Foto: autor não identificado)

Blog Tio Colorau

Aconteceu no município de Governador Dix-sept Rosado um fato que ninguém jamais apostaria: o ex-prefeito Gilberto Martins (de verde) e o atual vice-prefeito Sanimarcos Firmino deixarão o MDB, e não é por vontade deles.

Gilberto Martins está no partido há 34 anos, sendo assim um dos integrantes da lista de políticos do interior que sempre foram fieis ao partido de Aluízio Alves.

Já o vice-prefeito Sanimarcos Firmino, atualmente rompido com o prefeito Antonio Bolota (PHS), está no MDB há 22 anos. Até o final de março ele era o presidente da sigla no município. Assim como Gilberto Martins, só vestiu essa cor partidária.

Tanto Gilberto como Sanimarcos foram pegos de surpresa quando acessaram os sistemas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e viram que a diretoria do partido em Governador foi alterada, e que o atual presidente é Zeonir Júnior (Júnior de Salete), aliado do atual prefeito. Ou seja, a diretoria estadual entregou o partido ao prefeito Antonio Bolota.

Para tentar entender o que aconteceu, entrei em contato com o vice-prefeito, o qual confirmou que ele e Gilberto Martins realmente foram pegos de surpresa e que até agora ele, que era o presidente do partido no município há três anos, não recebeu nenhum comunicado formal ou informal acerca da mudança na diretoria local.

Até agora aguarda um comunicado do Diretório Estadual do MDB, que tem o ex-senador Garibaldi Filho como presidente, para então proceder com a entrega do material do partido em sua posse.

Nas últimas eleições, o prefeito Antonio Bolota apoiou a candidatura à reeleição do deputado federal Walter Alves. É bem provável que nas negociações entre ambos tenha ficado acertado que o MDB seria entregue ao atual prefeito.

O episódio revela outra disputa acirrada entre o deputado federal Walter Alves e o ex-ministro Henrique Alves. Segundo outras fontes ouvidas pelo blog, Henrique pleiteou a permanência do grupo de Gilberto Martins na presidência do partido em Governador Dix-sept Rosado, mas o presidente Garibaldi Filho decidiu atender ao pleito de Walter Alves, seu filho.

E AGORA?

Tudo isso aconteceu após o ex-prefeito Gilberto Martins manifestar seu desejo de se candidatar a prefeito no próximo pleito, fato ocorrido na rádio local há aproximadamente 20 dias.

Não conversei com Sanimarcos sobre o destino partidário dele e de Gilberto, mas fontes consultadas pelo blog disseram que eles provavelmente irão para o PRB.

 

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Ninho bacurau em crise interna: Walter Alves expõe racha político e familiar

Provocado pelo prefeito de Coronel Ezequiel “Boba”, o deputado federal a se posicionar no Twitter a respeito da possibilidade de o ex-ministro Henrique Alves Assumir o comando do MDB no Rio Grande do Norte. O assunto veio à torna jornalisticamente através da jornalista Thaísa Galvão.

Walter foi curto e grosso:

“A informação não procede, prefeito. Inclusive, comunicamos à direção do MDB nacional, que, caso o senhor Henrique Alves, com quem não tenho relação pessoal e política há anos, venha assumir a legenda, Garibaldi e eu deixaremos o partido”.

A má relação entre Walter Alves e Henrique sempre foi assunto recorrente nos bastidores, mas agora veio à tona nas redes sociais. Durante a campanha do ano passado, o ex-ministro teria colocado sua estrutura em favor de Benes Leocádio (PRB) que terminou sendo o deputado federal mais votado enquanto o primo viria sua votação despencar 111.731.

A família Alves já passou por outros rachas no passado quando em 2002 o núcleo de Agnelo Alves, pai do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), rompeu com a ala aluizista onde sempre estiveram inseridos o ex-senador Garibaldi Alves Filho, pai de Walter, e Henrique Alves, filho de Aluízio.

Esta oligarquia está a frente do MDB do Rio Grande do Norte desde 1980.

SAÚDE

O episódio ocorre no momento em que Garibaldi se recupera de uma cirurgia na cabeça realizada na última segunda-feira no Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

Inclusive, nos bastidores, Henrique disse que evitaria comentar o assunto por estar mais preocupado com a saúde do senador.

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Ex-senador passa por cirurgia na cabeça

Agora RN

O ex-senador Garibaldi Alves (MDB) tem evoluído bem após passar por uma cirurgia no cérebro, e deve ter alta nesta terça-feira, 8. A informação foi passada ao Agora RN por meio de assessoria de imprensa.

Garibaldi havia sido internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele foi submetido, no último sábado, 6, a um procedimento cirúrgico para tratar um quadro de hidrocefalia.

O ex-parlamentar vinha relatando dificuldades de manter o equilíbrio e desconfortos. Após a cirurgia, Garibaldi permaneceu algumas horas em um Centro de Recuperação de Operados (CRO). No começo da noite do sábado, ele foi transferido para um apartamento.

Ainda de acordo com a assessoria de Garibaldi Alves, o ex-senador passa bem e seu quadro de saúde vem apresentando melhorias.

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Garibaldi avisa que segue na vida pública

Garibaldi segue na política (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Aos 71 anos o senador Garibaldi Alves Filho (MDB) avisou em artigo publicado em vários veículos de comunicação da capital que segue na vida pública.

Governador do Rio Grande do Norte duas vezes, ex-presidente do Senado, senador de três mandatos, prefeito de Natal e deputado estadual em quatro oportunidades, Garibaldi ainda pode disputar eleições.

Ele também foi presidente do Senado entre 2008 e 2009.

Nas últimas eleições ele foi o quarto colocado com 376.199 votos não conseguindo a reeleição.

Em 2022 Garibaldi terá 75 anos.

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Agripino e Garibaldi se despedem do Senado sem autocrítica

Agripino e Garibaldi não descartam voltar

Os senadores José Agripino Maia (DEM) e Garibaldi Alves Filho (MDB) se despediram do Senado com discursos emocionados em que falaram que seguem na vida pública.

Faltou autocrítica.

O povo rejeitou a dupla que liderou a política potiguar por mais de 30 anos. Garibaldi ficou num humilhante quarto lugar e Agripino foi rebaixado a condição de suplente de deputado federal.

Nos discursos so faltaram chamar o povo do Rio Grande do Norte de ingrato.

“Tenho orgulho de dizer que a minha trajetória representou o cumprimento de todos os compromissos que assumi com os cidadãos, desde o princípio, sobretudo os do meu estado. De forma suprapartidária, sempre coloquei o Rio Grande do Norte em primeiro lugar”, disse Garibaldi.

“Minha vida pública é pautada pela correção, seriedade e pelo serviço prestado, seja nas causas do meu estado, seja nas causas do Brasil. Agora, os caminhos da pátria passam pela terra de cada um de nós e, para mim, será sempre o Rio Grande do Norte”, declarou Agripino.

A julgar pelos discursos o tempo pós-eleição não serviu para os senadores refletirem pelas omissões e indiferenças em relação aos interesses do povo potiguar.

Mas deixam nas entrelinhas que querem voltar.

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Reforma da previdência é trunfo para derrotados da bancada federal. General os classifica como “zumbis”

Os membros da bancada federal do Rio Grande do Norte derrotados nas eleições 2018 apostam numa aproximação com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para ocupar espaços necessários na administração para ganhar sobrevida política.

O trunfo é a reforma da previdência.

O presidente eleito quer aprovar a medida ainda em 2018, mas admite que essa possibilidade é difícil.

Hoje o futuro chefe da casa civil Onyx Lorenzoni se reunirá com líderes do Congresso Nacional para discutir o assunto.

José Agripino (DEM) já cotado para assumir o Departamento de Obras Contra as Secas (DNOCS). Rogério Marinho (PSDB) também apareceu lembrado para cargos na futura administração.

O senador Garibaldi Alves Filho (MDB) por enquanto não foi lembrado para nada.

Os derrotados em 2018 sabem que se a reforma da previdência ficar para o ano que vem eles serão completamente ignorados.

ZUMBIS

No Twitter o general Eliezer Girão Monteiro (PSL), deputado federal eleito, zombou dos derrotados de 2018. A declaração foi repercutir no Blog Diário Político (ver AQUI). ““Que a velha política está morta. Os caciques tradicionais não reeleitos parecem zumbis perambulando pelo Congresso e os fichas sujas reeleitos sabem que não irão muito longe”, declarou.

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Uma votação no Senado que explica a eleição do RN

O Senado aprovou por 41 x 16 o aumento de 16,38% para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e Procuradoria-Geral da República (PGR). Os salários da elite do funcionalismo público sobem de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil gerando um efeito cascata em todas as esferas de poder.

Do Rio Grande do Norte, dois senadores votaram a favor da proposta: José Agripino (DEM) e Garibaldi Alves Filho (MDB). O primeiro tentou ser eleito deputado federal, mas ficou na segunda suplência da coligação. O segundo tentou a reeleição terminando num humilhante quarto lugar.

Só Fátima Bezerra (PT) votou contra a medida. A petista foi eleita governadora com a maior votação da história do RN para a chefia do executivo estadual.

Os oligarcas mostram mais uma vez que não entendem a necessidade de se manter em sintonia com os anseios populares.

A votação resume explica com requintes de crueldade o resultado eleitoral do Rio Grande do Norte.

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Garibaldi e Agripino e a velha roupa colorida

Garibaldi e Agripino ficarão sem mandato por decisão do eleitor pela primeira vez

“Você não sente nem vê

Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo

Que uma nova mudança em breve vai acontecer

E o que há algum tempo era jovem e novo, hoje é antigo

E precisamos todos rejuvenescer”

Na música Velha Roupa Colorida o genial Belchior trava uma dialética entre o velho e o novo. Ouvindo ela no carro hoje enquanto me dirigia ao trabalho lembrei de que quando pesquisava os jornais dos anos 1980 para o trabalho, que resultou no livro Os Rosados Divididos, que os então jovens e promissores Garibaldi Alves Filho e José Agripino Maia apareciam como o futuro do Rio Grande do Norte.

Agora faz apenas cinco dias que eles conheceram a segunda derrota de suas respectivas carreiras e pela primeira, por decisão do eleitor, vez ficarão sem mandato em mais de 30 anos.

Há 40 anos eles eram o novo, a renovação da história política das famílias Alves e Maia que já dividiam a política no Rio Grande do Norte. Garibaldi sucedeu o tio Aluízio, ex-governador, em carisma popular.

A força de Aluízio se dividiu em dois herdeiros Garibaldi com as qualidades citadas acima e o filho Henrique Alves ficando com a reconhecida capacidade de articulação.

José Agripino deu um toque de juventude e fôlego ao clã Maia herdando a estrutura política montada durante a ditadura militar pelo pai, Tarcísio.

As carreiras de Agripino e Garibaldi são praticamente idênticas. Os dois foram prefeitos de Natal sendo o primeiro biônico em 1979 e o segundo eleito pelo voto popular em 1985.

Ambos foram governadores duas vezes. 

Agripino eleito em 1982, favorecido pelo voto vinculado, e em 1990 derrotando o primo Lavoisier Maia no segundo turno. Garibaldi eleito e reeleito em 1994 e 98 nesta última impondo a única derrota eleitoral de “Jajá” até domingo.

Líder da oposição e presidente nacional do DEM nos governos petistas, Agripino foi eleito senador em quatro oportunidades (1986, 1994, 2002 e 2010). Garibaldi em outras três (1990, 2002 e 2010) sendo presidente do Senado entre 2007 e 2008.

Garibaldi ainda foi ministro da previdência, um dos mais bem avaliados, inclusive.

Mas o que levou os dois principais líderes políticos do Rio Grande do Norte a uma derrota humilhante como a do último domingo? A letra de Belchior da abertura deste artigo diz muito: “o que há algum tempo era jovem e novo, hoje é antigo e precisamos todos rejuvenescer”.

Agripino e Garibaldi não perceberam ao longo dos últimos anos que uma nova mudança ia acontecer e não se atualizaram. Se mantiveram presos às velhas práticas de sempre apostando tudo na velha política de compadrio, distribuição de emendinhas para segurar apoios de prefeitos que mais parecem mendigos em busca de recursos federais nas portas dos gabinetes do Congresso Nacional.

A eleição de 2014 deu um recado ignorado pela dupla com as derrotas de seus aliados para Governo e Senado para uma chapa reduzida sob a batuta de Robinson Faria (PSD) e Fátima Bezerra (PT).

Agripino, principalmente, e Garibaldi, um pouco menos, se distanciaram do povo potiguar, não assumiram bandeiras importantes. O primeiro dedicou os últimos oitos anos a destruir o PT focando-se numa atuação que deixou muito de lado os interesses do Rio Grande do Norte. O segundo se acomodou no carisma, no um milhão de votos que recebeu em 2010 e na fama de maior eleitor do sofrido elefante.

Nenhum dos dois moveu uma palha no processo de desinvestimento da Petrobras. Assistiram passivamente o desastre acontecer, apenas para citar uma das grandes pautas do Estado.

Quando 2018 se iniciou eles finalmente já estavam cientes de que teriam pela frente uma eleição complicada. A dupla eleita separada em 2002 e em dobradinha (ou voto casado) em 2010 tinha percebido que seria difícil. Em janeiro, Garibaldi em entrevista no programa Conversa de Alpendre da TCM disse que teria pela frente a eleição mais difícil da vida.

Agripino encontrou na necessidade de tornar o palanque oligárquico menos pesado a saída honrosa para o rebaixamento político à Câmara Federal, mas mesmo assim não deu. Recebeu apenas 64.678 votos e acabou ficando na segunda suplência de deputado federal em sua coligação. A humilhação nas urnas surpreendeu a todos que esperavam que ele fosse um dos mais votados.

É como outro trecho da música que abre este texto:

“No presente, a mente, o corpo é diferente

E o passado é uma roupa que não nos serve mais

No presente, a mente, o corpo é diferente

E o passado é uma roupa que não nos serve mais”

Garibaldi e Agripino foram roupa nova nos anos 1970 e 80 vestindo-se de verde e vermelho, dividindo bacuraus e bicudos pelo Rio Grande do Norte. As roupas se misturaram na máquina de lavar da política que lhes deu uma sobrevida na década passada, mas roupa que ficou colorida ao se misturar e envelheceu e não servia mais para os potiguares que exigem novas práticas e mais atenção dos seus representantes.

Como diz Belchior em outra letra célebre “o novo sempre vem” mesmo para quem sempre amou o passado como o eleitor potiguar.

 

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Garibaldi “leva” surra de saia e de farda com direito a “uma bengalada”

Garibaldi: de maior eleitor do RN à derrota acachapante

O eleitor do Rio Grande do Norte decidiu mudar a forma de representação no Senado. Isso começou em 2014 quando preteriu Wilma de Faria, candidata pela via conservadora, e elegeu Fátima Bezerra. Agora consolida a mudança de perfil de seus senadores ao eleger Capitão Styvenson (REDE) e Zenaide Maia (PHS).

O senador José Agripino (DEM) foi eliminado nas pesquisas e trocou a reeleição pela candidatura a deputado federal que terminou fracassada.

Já Garibaldi Alves Filho (MDB) levou uma surra de saia e de farda com direito a uma bengalada de Geraldo Melo (PSDB) que com 83 anos de idade se desaposentou da política após 12 anos e empurrou o emedebista para o quarto lugar.

O eleitor potiguar decidiu mudar o perfil dos seus representantes e Garibaldi e Agripino sucumbiram com isso.

Garibaldi, outrora maior eleitor do Rio Grande do Norte, sentiu na pele.

Confira os números para o Senado no RN

 

Capitão Styvenson (REDE): 745.827 (25,63%)

Drª Zenaide Maia (PHS):  660.315 (22,69%)

Geraldo Melo (PSDB): 382.249 (13,14%)

Garibaldi Filho (MDB): 376.199 (12,93%)

Antônio Jácome (PODE): 307.399 (10,57%)

Alexandre Motta (PT): 242.465 (8,33%)

Magnólia Figueredo (SD): 114.055 (3,92%)

Telma Gurgel (PSOL):  23.846 (0,82%)

Dr Joanilson (DC): 15.418 (0,53%)

Levi Costa (PRTB): 14.709 (0,51%)

Ana Celia (PSTU): 8.233 (0,28%)

Professor Lailson (PSOL): 7.420 (0,26%)

Napoleão (REDE): 7.166 (0,25%)

João Morais PSTU: 4.291 (0,15%)

Jurandir Marinho PRTB: 0 (0,00%)

Votos: 3.932.900

Votos válidos:  2.909.592 (73,98%)

Brancos: 264.393 (6,72%)

Nulos: 745.686 (18,96%)

Abstenções: 406.098 (17,12%)

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