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Foro de Moscow 20 mai 2022 – Rafael tira votos de Carlos Eduardo?

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Pesquisa Exatus reforça liderança de Lula, Fátima e Carlos Eduardo

A pesquisa Exatus divulgada hoje pelo Portal Agora RN trouxe números que indicam que se as eleições fossem hoje o ex-presidente Lula (PT) seria o presidenciável mais votado no Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra (PT) seria reeleita e o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) seria o novo representante do Rio Grande do Norte no Senado.

Confira os números:

Presidente

Governo

Senado

Em parceria com o Portal Agora RN o Instituto Exatus ouviu 2 mil eleitores de 60 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o protocolo RN-00845/2022.

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Em pesquisa por telefone, vantagem de Fátima sobre a soma de todos os adversários reduz 58%

Na pesquisa AgoraSei divulgada em 28 de março pela Difusora de Mossoró a governadora Fátima Bezerra (PT) tinha uma vantagem de 13,7 pontos percentuais sobre a soma de todos os adversários, o que lhe confere uma vitória no primeiro turno (ver AQUI).

Na pesquisa apresentada ontem pela 96 FM do mesmo instituto, o quadro mudou. A vantagem sobre a soma dos adversários reduziu 58% caindo para 5,7 pontos percentuais.

A grande diferença das duas pesquisas do mesmo instituto é que os números de março foram feitos de forma presencial e a de maio por telefone.

O principal efeito é pelo fato de o senador Styvenson Valentim (Podemos) dobrar a intenção de votos saindo 7,4% para 15,2%.

O ex-vice-governador Fábio Dantas (SD) acabou aglutinando as intenções de voto antes atribuídas ao ex-prefeito de Olho D’água dos Borges Brenno Queiroga (SD) e do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB) que representavam a oposição bolsonarista e somvam 12,4 pontos percentuais. Fábio herdou esses votos ficando com percentual semelhante: 11,3%.

A governadora está oscilando dentro da margem de erro com 0,5% para baixo permanecendo na faixa dos 36%.

O que mudou foi a vantagem sobre a soma dos adversários que reduziu de 13,7% para 5,7%, quase 50%.

Segundo turno

Em 28 de março não foram divulgadas simulações de segundo turno. Na pesquisa de ontem a governadora venceria os adversários com margem superior a dez pontos percentuais.

Confira os números:

Rejeição

Um dado que chama a atenção é que no Instituto AgoraSei a rejeição da governadora subiu de 29% para 39,1%. A do senador Styvenson Valentim de 21,7% para 26% (confira a pesquisa anterior AQUI).

Dados

O Instituto AgoraSei em parceria com a 96 FM de Natal ouviu 1.200 eleitores por contatos telefônicos entre os dias 11 e 14 de maio. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%. A sondagem está registrada sob o protocolo RN-01962/2022.

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Ezequiel no Governo e com um pé na oposição e outro no governismo

O presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB) é um dos políticos mais poderosos do Rio Grande do Norte reunindo em torno de si dezenas de prefeitos e outros 11 deputados estaduais.

Cotado para disputar o Governo do Rio Grande do Norte mesmo sem dar qualquer declaração neste sentido hoje é político com um pé na oposição e outro na base do governista.

Diria que no discurso ele mais oposição do que Governo.

Depois de anos foi dar entrevista em uma rádio e a escolhida foi a Minha Vida FM de Martins. Na conversa deixou claro que vai liberar os filiados do partido para votar em quem quiser para Governo e Senado.

Ele vai de Rogério Marinho para o Senado, mas para o Governo tem dúvida: ou vai de Fábio Dantas ou de Fátima Bezerra mesmo sendo um dos poucos aliados que indicou secretário, no caso dele o de agricultura Guilherme Saldanha.

A Rogério e o ministro das comunicações Fábio Faria sobraram elogios. Com a governadora foi econômico nos elogios e alfinetou em relação as péssimas condições das estradas estaduais.

Ezequiel tem entusiasmo por Rogério e só. A decisão em relação ao Governo dar-se-á por puro pragmatismo.

Por ora ele vai ficando com um pé lá e outro cá.

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PSOL escolhe Freitas Junior como candidato ao Senado

Não deu para o vereador de Natal Robério Paulino. O candidato ao Senado pelo PSOL será servidor público federal Freitas Junior.

A Conferência Eleitoral do PSOL aprovou ontem o nome de Freitas, que disputou o Governo do Rio Grande do Norte em 2018.

Em comunicado nas redes sociais o PSOL anunciou que vai trabalhar para a formação de uma frente de esquerda.

Já Freitas disse ser um pré-candidato que dialoga com a esperança e uma alternativa às oligarquias. “Nossa candidatura será a alternativa para aqueles que não votarão nas oligarquias inimigas dos trabalhadores e trabalhadoras. E a pré-candidatura que dialoga com a esperança, a esperança que vai vencer o ódio!”, frisou.

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Mesmo com problema em filiação partidária, Styvenson dificilmente ficará inelegível

Caiu como uma bomba a notícia do Portal 98 FM de que o Senador Styvenson Valentim pode estar inelegível por descumprimento do prazo de filiação partidária ao Podemos.

Mas como assim? Tem foto dele assinando a ficha de filiação abonada pelo senador paranaense Álvaro Dias e ele presidiu o partido no Rio Grande do Norte por quase dois anos, inclusive, assinando documentos formais e prestando contas a Justiça Eleitoral.

O problema aí é de ordem formal.

Um problema no sistema não processou a filiação de Styvenson, o que só foi notado depois do dia 2 de abril.

Está claro que ele estava no partido antes do prazo final de filiação para as eleições deste ano. A jurisprudência mostra que dificilmente ele estará impedido de se candidatar ao Governo do Rio Grande do Norte caso queira.

Ele tem como comprovar que assinou a filiação e presidiu o partido. Dois fatos públicos e notórios.

Não será essa questão formal que vai impedir a candidatura do senador.

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Fábio Dantas se ofereceu para ser senador de Fátima em 2018, revela secretário que acrescenta: “ficou uma certa mágoa”

Em entrevista ao Foro de Moscow o secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves revelou que o então vice-governador Fábio Dantas (na época no PSB) se ofereceu para ser candidato ao Senado na chapa da hoje governadora Fátima Bezerra (PT).

Raimundo disse que a tentativa de aproximação foi descartada por ele ter as digitais da fracassada gestão de Robinson Faria (PSD). “O ex-vice-governador só rompeu com o ex-governador na undécima hora do Governo e rompeu numa perspectiva de ser candidato a governador e chegou a ser lançado pré-candidato. Terminou que não vingou e depois tentou se aproximar ao nosso campo para ser candidato ao Senado, o que não nos interessava porque a gente tinha uma candidatura de oposição”, frisou.

Raimundo chegou a correlacionar o sentimento de Fábio Dantas em relação ao Governo Fátima como ressentimento. “Ele (Fábio) terminou não sendo candidato a nada e ficou uma certa mágoa porque desde então ele ficou feito um profeta do apocalipse anunciando um desastre, mas as previsões dele não se concretizaram”, lembrou.

Raimundo disse ainda que se Fábio realmente ficará claro para o eleitor a diferença de projetos do atual Governo e do antecessor facilitando para o eleitor comparar. “Evidentemente se o candidato for mesmo o ex-vice-governador facilita o povo tomar sua decisão porque vai comparar o dois governos. Adversário a gente não escolhe, enfrenta no debate”, analisou.

Assista a entrevista completa a partir dos 20 minutos da transmissão do Foro de Moscow:

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“A polarização para o Governo não está posta”, diz Raimundo Alves

Questionando a respeito do protagonismo da disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte ser maior do que a pelo Governo, contrariando a tradição, o secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves disse perceber que a polarização não está posta no embate pelo executivo estadual.

“A polarização para o Governo não está posta. As pesquisas colocam uma certa vantagem na diferença alta dos demais candidatos da oposição”, disse ao Foro de Moscow.

A fala de Raimundo se sustenta nos números. Na mais recente pesquisa do Instituto Seta a governadora Fátima Bezerra (PT) está com 24 pontos de vantagem sobre o segundo colocado o ex-governador Fábio Dantas (SD) e vence com folga todas as simulações de segundo turno.

Questionando a que se deve esse protagonismo na eleição para o Senado, Raimundo Alves declarou que passa pelo peso político dos nomes envolvidos. “Não sou cientista político a minha formação é de economista. O que conheço é de militância. Eu acho que essa situação se deve pelo peso dos candidatos. A mídia passa a dar mais atenção”, analisou. “Tem um peso do ex-ministro e do ex-prefeito gera uma polarização na disputa e a chegada do deputado Rafael torna ainda mais intensa a disputa”, complementou.

Assista a entrevista completa a partir dos 20 minutos da transmissão do Foro de Moscow:

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Raimundo admite que governismo pode conviver com duas candidaturas ao Senado, mas acha difícil liberação dentro do PT para votar em Motta

O secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves em conversa com o Foro de Moscow disse que o governismo foi pego de surpresa com a candidatura do deputado federal Rafael Motta (PSB) ao Senado e que é possível conviver com duas candidaturas de aliados ao Senado. “Nós ainda vamos discutir como isso vai se dar. Legalmente é possível isso (apoio de duas candidaturas ao Senado), mas politicamente a gente vai ter que discutir e ver como vai encaminhar isso”, complementou.

Por outro lado ele deixou bem claro que a aliança é com o PDT do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves. “O PT deverá ter uma posição no dia 21 de apoio ao PDT tendo a candidatura do ex-prefeito Carlos Eduardo, mas isso não impede uma aliança em separado com o PSB”, declarou.

Questionando se há chances de o PT liberar os filiados para votar em Carlos ou Rafael para o Senado ainda que com a aliança formal com o PDT, Raimundo descartou essa possibilidade. “O PT nunca tomou esse tipo de posição (liberar a bancada). O PT sempre verticaliza as suas posições. Não é tradição e não creio nessa liberação. O que está em pauta no encontro de tática do dia 21 é a candidatura de Carlos Eduardo”, argumentou.

Ele admitiu existir um incômodo com a dupla postulação ao Senado no governismo, mas respeita a decisão do PSB. “Essa questão evidentemente é um incômodo não há como negar, mas é uma situação que a gente tem que respeitar os limites e as autonomias dos partidos”, analisou. “A candidatura de Rafael Motta não foi colocada para dentro dos partidos que fazem parte da base da governadora”, complementou.

Assista a entrevista completa a partir dos 20 minutos da transmissão do Foro de Moscow:

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Foro de Moscow 12 mai 2022 – Coronel Azevedo: o deputado monarquista