Rosalba começa a pagar fatura por apoio de Sandra a Beto

Pedro Almeida agora é secretário

Já foi publicada no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) a nomeação do professor aposentado Pedro Almeida Duarte para o cargo de secretário municipal de administração.

A presença dele no cargo fez parte das negociações entre o rosalbismo e o sandrismo para que a vereadora Sandra Rosado (PSDB) retirasse a postulação a Câmara dos Deputados para apoiar a reeleição do deputado federal Beto Rosado (PP).

Pedro Almeida é um longevo e leal membro do grupo de Sandra Rosado.

Já foi secretário estadual de educação e agricultura respectivamente nos governos de Garibaldi Filho e Wilma de Faria.

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Frente em defesa da UERN define novas datas de sabatinas com candidatos ao Governo

Reunião definiu novas datas para sabatina

A Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Uern definiu novas datas para as sabatinas com postulantes ao Executivo nas eleições deste ano: 10 a 14 de setembro, sempre às 19h, no plenário da Câmara Municipal de Mossoró.

As sabatinas versarão sobre propostas dos candidatos para a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. “No encontro com as assessorias dos postulantes, discutimos o formato e as regras das sabatinas, ajustamos as datas e, por fim, todos assinaram documento que ratifica o resultado da reunião”, informa o coordenador da Frente, vereador Professor Francisco Carlos (PP).

Entre os concorrentes ao Governo do Estado, apenas o candidato Robinson Faria não enviou representante à reunião que definiu as novas datas. “Mas, está aberto prazo até segunda-feira, 20 de agosto, para que os candidatos confirmem a participação”, acrescenta Francisco Carlos. A ordem de participação dos candidatos foi definida em sorteio, na reunião.

Na sexta-feira a Frente Parlamentar e Popular e Defesa da Uern registrou as sabatinas no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) em Mossoró, sob o protocolo nº 12.851/2018.

FORMATO

Serão cinco blocos, nos quais os candidatos responderão perguntas de membros dos três segmentos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte: alunos, professores e técnicos-administrativos, além das instituições signatárias da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da UERN, com o tema “Uern, Educação e Desenvolvimento do Estado do RN”.

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Rosalba exonera filha

Filha de Rosalba deixa cargo

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) exonerou Lorena Ciarlini do cargo de secretária municipal de desenvolvimento social. A decisão tem a finalidade de deixar a jovem com dedicação exclusiva a campanha eleitoral deste ano.

No lugar dela assume a professora Fernanda Kaline que já vinha atuando com adjunta dando suporte a filha de Rosalba no comando da pasta.

O irmão de Lorena, Kadu Ciarlini (PP), é candidato a vice-governador na chapa de Carlos Eduardo Alves (PDT) e o primo, Beto Rosado (PP), é candidato à reeleição de deputado federal.

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Ausente, Lula virou escada multiuso em debate

Por Josias de Souza

Lula desprezou várias oportunidades para colocar Fernando Haddad no pedestal de candidato oficial do PT ao Planalto. Acabou virando uma oportunidade que os outros candidatos aproveitam nos debates presidenciais. Na Rede TV!, a ausência de Lula tornou-se uma espécie de escada multiuso.

Bolsonaro chegou a produzir uma “cola”, para não esquecer de escalar seu cabo eleitoral invisível. Escreveu na mão: “pesquisas”, “armas” e “Lula”. Sobre Lula, disse que havia um púlpito reservado para ele no estúdio. Que teria sido retirado a seu pedido, pois lugar de bandido é na cadeia. Em verdade, a peça saiu de cena por vontade da maioria dos candidatos.

Alvaro Dias (Podemos), cuja plataforma é a refundação da República, com a  “institucionalização da Lava Jato”, tachou a candidatura de Lula de “encenação” e “vergonha nacional”. Apenas Guilherme Boulos, do PSOL, votou contra a retirada do púlpito de Lula do estúdio.

Sem a concorrência do PT, Boulos monopolizou o discurso de contestação. A exemplo do que ocorrera no primeiro debate, entoou uma pregação que fez lembrar o velho Lula da fase sindical, na década de 80. Seus ataques à “esculhambação” e aos “privilégios” do sistema político não levarão o PSOL ao Planalto. Mas o partido, nascido de uma costela do PT mensaleiro, abocanhará um pedaço do eleitorado que se sente órfão de Lula.

Um telespectador que se deixasse trair pelo sono imaginaria que o candidato de Lula na sucessão de 2018 é Henrique Meirelles, do MDB. O ex-ministro da Fazenda de Michel Temer repetiu à exaustão que não é político. Trocou a iniciativa privada pela presidência do Banco Central porque “o Lula chamou”.

Apropriando-se de uma obra coletiva, Meirelles jactou-se: “Criei 10 milhões de empregos” sob Lula. Sem mencionar o nome radioativo de Temer, o ex-ministro disse ter assumido a pasta da Fazenda para “consertar a bagunça da Dilma”. E produziu “mais dois milhões de empregos”.

Um brasileiro que integre a estatística em que o IBGE aponta a existência de 27 milhões de desempregados, desalentados e sub-remunerados no país, deve ter imaginado que Meirelles é candidato a presidente do Mundo da Lua. Com o hipotético apoio de Lula.

Boulos voltou a realçar os “50 tons de Temer” que coloriam a bancada de candidatos. Lembrou a entrevista em que Temer insinuou que o apoio dos partidos governistas do centrão fez de Alckmin o candidato do seu governo.

Meirelles sorriu amarelo. E Alckmin devolveu a provocação. Declarou que “os tons de Temer” são, na verdade, “avermelhados”. Lembrou que foram os companheiros petistas de Boulos que acomodaram Michel Temer na vice-presidência da República –“Duas vezes”, realçou.

Lula também compôs o pano de fundo de uma troca de amabilidades entre seus ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede). Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina perguntou a Ciro o que faria para resolver os conflitos em terras indígenas. Ex-titular da pasta da Integração Nacional, Ciro recordou que atuara junto com Marina para atenuar o problema no governo de Lula.

Para o bem ou para o mal, Lula foi utilizado como escada por quem quis. Só não foi aproveitado pelo petismo, que arrasta a candidatura-fantasma do seu líder como uma bola de ferro, longe das sabatinas e dos debates.

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Agenda Potiguar 2019-2022

Por Amaro Sales de Araújo*

Em 2005, o Rio Grande do Norte era o estado melhor posicionado, em condições gerais de vida, entre todos os estados do Norte e Nordeste do país, ocupando o 12º lugar entre os estados brasileiros. Era também o 3º mais seguro. Hoje, tornou-se o campeão nacional na violência e apresenta um dos menores índices de dinamismo econômico do Brasil (www.desafiosdosestados.com.br).

Esta perda de dinamismo foi diagnosticada desde 2014 pelo Plano “Mais RN”, que propôs um pacto político e social de todos para melhorar o estado. Infelizmente este Pacto não aconteceu e a trajetória de declínio se acentuou. E o pior ainda pode acontecer: se nada de novo for feito, até 2022 corremos o risco de cair para a 23ª posição entre os estados brasileiros, sendo ultrapassados por Rondônia, Paraíba, Roraima, Bahia, Tocantins, Piauí, Amazonas, Alagoas e Sergipe. À frente apenas do Acre, Amapá, Pará e Maranhão.

Essa trajetória preocupante não se deve à falta de potencialidades: além de ter um povo trabalhador e hospitaleiro, o Rio Grande do Norte tem potenciais muito valiosos, como energia, turismo, fruticultura, pesca/camarões, mineração, confecções, comércio, construção civil e serviços avançados. Além do bioma caatinga que as novas tecnologias produtivas estão viabilizando. Mas, essas potencialidades só serão plenamente aproveitadas, se superarmos a profunda crise fiscal e financeira do Governo do Estado e melhorarmos os serviços públicos e o ambiente para os negócios do setor privado.

É neste cenário que lideranças empresariais e especialistas, mobilizados pela FIERN, atualizaram o Mais RN e, com o apoio da Macroplan, montaram a Agenda Potiguar 2019-2022, uma proposta concreta, objetiva e realista para resgatar o Rio Grande do Norte nos próximos quatro anos, mantida a original visão de futuro do Projeto para 2035.

É uma agenda que vê os problemas e soluções de frente, mas com os pés no chão e para os próximos quatro anos, tem foco em quatro grandes desafios.

Primeiro, melhorar os serviços públicos e a infraestrutura com ênfase na continuidade e melhoria da segurança, saúde, educação, assistência e inclusão social, transportes e conectividade e recursos hídricos e saneamento.

Em paralelo, melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimentos. Sem isso, não teremos investimentos privados nem tampouco crescimento econômico que é quem gera empregos.

Para realizar os dois primeiros desafios, o terceiro que se impõe é fazer um forte ajuste fiscal e melhorar a qualidade do gasto público. Por último, mas não menos importante, será preciso por em prática uma governança cooperativa e solidária, sob a condução comprometida e exemplar do Governador eleito em 2018.

O Rio Grande do Norte tem jeito. A Agenda Potiguar mostra o caminho, com 44 metas ousadas e 180 ações prioritárias. Mas não há mais tempo a perder. É hora de união, coragem para tomar as medidas duras que são inadiáveis e assim fazer o Rio Grande do Norte voltar a ser um lugar seguro para crescer, dinâmico para prosperar e bom para viver.

* É industrial, Presidente da FIERN e do COMPEM/CNI

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Da série “CandidatX, o que você pensa sobre isso?”

Por Carolina Rosado*

Quando se perde o trato pessoal, toda sua capacidade técnica vai pra o lixo. Um bom profissional em qualquer área, nunca pode esquecer que antes de tudo ele é um ser humano. Trabalhar com o “crime” como se diz, pelo fato de eu ser advogada criminalista, faz você perceber coisas que apenas muitos anos de reflexão e vivência trazem. Consigo compreender quem fala “bandido bom é bandido morto”, porque nossa cidade está entregue ao poder das facções criminosas, a população parece que nem sabe de sua existência, quando já são traficantes que ditam regras em bairros de Mossoró, que está por sinal, mapeada pelo crime, com coisas do tipo “tal bairro é PCC, tal bairro é RN”. Como consigo entender a crueldade e o massacre do sistema carcerário brasileiro. Tanto para o interno como para os agentes. Como para as família. Ambiente inóspito. Desumano para quem está na cela e fora dela. São cerca de 15 internos para 1 agente (não tenho certeza desse dado, mas alguém da Mário Negócio pode me ajudar). Nossa cadeia faz pena. O estado não dá a mínima para pessoas que arriscam suas vidas 24 horas. E essa vai ser a maior verdade jogada na sua cara hoje: colocar gente na cadeia é recrutar pessoas para as facções criminosas, porque ou você escolhe um lado ou você morre. É a lei do cão. A gente perdeu a guerra contra às drogas. Nosso modelo hoje é corrupto, sujo, desumano, despreparado, negligente, esquecido. Dos candidatos no meu Facebook convido-os a um debate. O que você pensa sobre a nossa polícia sobre drogas?

Vamos marcar e eles estão livres para manifestar sua posição.

Você que acha que querem matar nossa polícia, você está certo!

Você que acha que o estado falha com o apenado, você está certo também!

Perceba, o problema não são nossas pautas. São os políticos que não trabalham por elas. Nós que pensamos diferente não somos inimigos. Afinal, votando em quem for, o que a gente quer é uma economia forte, saúde, segurança, educação, emprego, artigo 5 cumprido bebê. Sem mais. É hora de dar a cara a tapa. Estamos cansados de políticos, lhes falta credibilidade. Direita e esquerda agora só tem vontade de colocar uma bomba no congresso e vê-lo explodir literalmente. Mas, você precisa do meu voto, esse assunto é importante pra mim e aí?

Segurança pública, combate às drogas, polícia, internos, presídio, traficante, usuários, legalização, aumento de pena. O que você candidato vai fazer?

Que comecem os jogos.

*É advogada com atuação na área criminal.

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A escada se lava de cima para baixo

Celso Tracco*

 

Celso TraccoUma das máximas na atividade empresarial é que “a escada se lava de cima para baixo”. Ela faz analogia ao trabalho de uma assessoria contratada por determinada empresa que precisa de uma real transformação para sobreviver, pois o seu modelo de negócio está se deteriorando e ela não consegue, sozinha, se reerguer. Ou seja a “limpeza” tem de começar pela diretoria e ir descendo até chegar à base, degrau por degrau. Muitas vezes, o gestor da empresa, que teve sucesso no passado, não quer perceber que o seu tempo passou, que seus métodos são ultrapassados. Continua se agarrado ao seu posto de maneira monolítica. O gesto pode até ser nobre, poético, heroico, mas é inócuo e principalmente egocêntrico. Pensa em si mas não no bem comum.

Nas próximas eleições de outubro, o Brasil precisa começar a lavar a escada de cima para baixo. Uma verdadeira limpeza, com produtos bem fortes, daqueles que removem toda a sujeira. Certamente dará muito trabalho, será extenuante e precisaremos de muitas mãos. A escada do poder, cujo degrau mais alto é simbolizado pelo Palácio do Planalto, deveria ser de limpeza imaculada, porém, está imundo de tantos detritos, de tantos dejetos, de tantos restos de material velho e abandonado. Olhando bem de perto seu aspecto causa nojo e repulsa. Não adianta fazer uma limpeza assim por cima, leve, apenas para constar. Temos realmente de nos empenhar para eliminar toda a sujeira.

O melhor detergente para essa limpeza? O voto, o seu voto, o nosso voto! Quem deve limpar a escada? Sem dúvida, nós os eleitores. Apenas pela força do voto podemos começar a limpar a “principal escada” de nosso país. Esse deve ser um trabalho contínuo e com a participação de toda a sociedade, não pode ser reduzido a algumas pessoas ou grupos que se julgam “iluminados”.

A empresa Brasil até que começou com ares de limpeza mas, com o passar do tempo, passou a ter uma propina aqui, um mensalão ali, pedaços de malas e roupas usadas para guardar dinheiro, porcentagens e nomeações espúrias em quase todos os departamentos. Privilégios, pensões, obras faraônicas paradas, indicações políticas (cabides de emprego). Foram tantas as ingerências, que a empresa ficou sem caixa para cumprir com os compromissos assumidos. Mas, o gestor não demite ninguém, ao contrário, aumenta ainda mais os gastos.

O gestor, sua diretoria e seus gerentes, querem manter os mesmos hábitos de sempre, não querem perder seus privilégios e, principalmente, não querem salvar a empresa. Que a nossa participação nas eleições saiba expulsar todos esses políticos que insistem em destruir a empresa Brasil.

*Celso Luiz Tracco é economista e autor do livro Às Margens do Ipiranga – a esperança em sobreviver numa sociedade desigual.

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Dois mundos: a mídia negativa de Lula e Alckmin

Por ALBERTO CARLOS ALMEIDA

Um dos temas mais debatidos no Brasil tem sido o efeito da mídia na política. Refiro-me não às mídias sociais, mas sim à mídia impressa e televisiva dominante. Uma das informações mais chocantes dos últimos 3 anos, diz respeito à incapacidade da cobertura de mídia negativa acerca de Lula e do PT piorarem a rejeição do líder maior do partido.

Os dados abaixo mostram na escala vertical direita a rejeição a Lula (linha vermelha) e Alckmin (linha azul escura): são aqueles que não votariam neles de jeito nenhum. Na escala vertical da esquerda há o total de matérias negativas mensuradas pelo Manchetômetro na Folha de S. Paulo, Estadão, jornal O Globo e Jornal Nacional.

A linha laranja mostra as matérias negativas sobre Lula e o PT e a azul clara sobre Alckmin e o PSDB. As informações sobre as notícias estão sistematizadas por trimestre, ao passo que as pesquisas têm os meses especificados no eixo horizontal.

Nota-se que o ponto mais alto do noticiário negativo foi no período do impeachment, entre o primeiro e o segundo trimestre de 2016. Havia uma onda crescente contra o PT e o governo Dilma. Foi ali que a rejeição de Lula atingiu seu máximo, quando 57% do eleitorado afirmou que não votaria nele de jeito nenhum. Naquele momento somente 19% disseram que não votariam em Alckmin, tratava-se de um patamar bastante abaixo do 1/3 do eleitorado que tradicionalmente vota no candidato a presidente do PT.

Após o impeachment, as matérias negativas sobre Lula e o PT despencaram para 200 e voltaram a subir meteoricamente em julho de 2017, quando o juiz Sérgio Moro o condenou a 9 anos de prisão. Depois disso, houve uma nova diminuição seguida de uma subida forte entre janeiro, quando o TRF-4 condenou Lula, e abril, quando ele foi preso. Contudo, em todo o período, a rejeição a Lula mensurada pelas pesquisas do Datafolha caiu, ela atingiu 36%, mais de 20 pontos percentuais abaixo do que seu máximo.

Merece destaque, portanto, que apesar da intensa cobertura de mídia negativa envolvendo Lula e o PT a rejeição do principal líder do partido tivesse caído tanto no mesmo período. Pode-se especular afirmando que se a mídia não fosse tão intensamente negativa, sua rejeição teria caído ainda mais. Jamais saberemos. O que sabemos, todavia, é que todas as más notícias que envolveram seu nome e de seu partido, e a intensidade das mesmas, não foi suficiente para impedir que a rejeição caísse muito.

Por outro lado, a mídia negativa envolvendo o nome de Alckmin e do PSBD foi bem pequena quando comparada a de seu principal adversário. O máximo foi no final da série de dados, 82 matérias negativas, ao passo que o máximo sobre Lula e o PT foi na época do impeachment, com 618. Ainda assim, a rejeição a Alckmin cresceu nos últimos dois anos, atingindo 29% em abril de 2018. Há aqui o fenômeno oposto ao ocorrido com Lula, houve pouco noticiário negativo, o que não impediu o crescimento da rejeição do líder tucano.

Para muitos, fica a indagação acerca da variação da rejeição dos dois políticos, pois se a cobertura de mídia não explica a queda de um e o aumento de outro, o que então poderia explicar?

A rejeição de Lula começou a cair a partir do momento em que o PT saiu do Palácio do Planalto. Ou seja, de uma maneira ou de outra foi graças à cobertura de mídia, mas não devido a matérias positivas ou negativas, mas sim em função de algo factual.

O eleitorado foi aos poucos sendo informado de que o Brasil não era mais governado pelo PT, e que uma aliança entre vários partidos, que incluía o PSDB, passou a fazê-lo. Como o Governo Temer é mal avaliado, o eleitorado passou a responsabilizar seus aliados, resultando no aumento da rejeição de Alckmin.

Foi graças ao impeachment e consequentemente à mudança dos nomes dos ocupantes do poder (e da oposição) que a diferença entre as rejeições de Lula e Alckmin que já foi de 38% em março de 2016 caiu para 7% em abril de 2018. A cobertura de mídia negativa não deteve essa mudança.

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Blog lança projeto “Diário das Eleições”

O Blog do Barreto buscando trazer alternativas e profundidade ao debate eleitoral fará a partir de segunda-feira o projeto Diário das Eleições.

Todos os dias, por volta das 20h, serão realizadas lives no Facebook no perfil pessoal e página deste operário da informação além do grupo do Facebook.

Nossa intenção é sempre trazer aos nossos leitores informações e análises sempre com compromisso com a honestidade intelectual.

Vamos comentar respeito dos assuntos do dia na campanha eleitoral no Rio Grande do Norte e no Brasil.

Ontem fizemos um teste no Facebook.

Confira abaixo:

 

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Entidade apresentará propostas a candidatos ao Governo

A Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares do RN (Fetarn) irá promover, na próxima segunda-feira (20), o ato de entrega do documento “Plataforma da Agricultura Familiar: Por um Rio Grande do Norte com Desenvolvimento Sustentável e Solidário” aos oito candidatos ao governo do estado no pleito de 2018. O evento será realizado no Monza Palace Hotel, em Natal, das 9h às 18h. Todos os candidatos confirmaram presença.

A Fetarn, que tem como missão representar, coordenar e defender os interesses dos agricultores familiares e dos trabalhadores rurais entrega, tradicionalmente em todas as campanhas para governo do estado, um documento com propostas contendo um modelo de desenvolvimento sustentável e solidário para a agricultura familiar do Rio Grande do Norte.

Esta edição do documento aborda a implantação de um modelo de produção e de organização dos trabalhadores rurais e agricultores familiares, com garantia da soberania alimentar e nutricional, de renda, qualidade de vida e emancipação dos sujeitos políticos em um projeto de desenvolvimento da sociedade e dos territórios que compõem o nosso estado.

Para o presidente da Fetarn, Manoel Cândido, este documento é importante para que os candidatos conheçam a temática da agricultura familiar e possam elaborar políticas públicas para a categoria. O documento apresenta propostas de desenvolvimento agrícola e agrário; recursos hídricos; segurança pública no campo; mulheres rurais; juventude rural; marcha das margaridas; terceira idade; saúde; e educação.

PROGRAMAÇÃO de ENTREGAS

09h – BRENNO QUEIROGA

10h – PROFESSOR CARLOS ALBERTO MEDEIROS

11h – CARLOS EDUARDO ALVES

12h – INTERVALO

13h – DÁRIO BARBOSA

14h – FÁTIMA BEZERRA

15h -FREITAS JÚNIOR

16h – HERÓ BEZERRA

17h – ROBINSON FARIA

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