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Candidaturas de Fábio Dantas e Rogério Marinho têm dificuldades em Mossoró

Nem o prefeito Allyson Bezerra (SD) nem o rosalbismo se fizeram presentes no lançamento da candidatura do ex-vice-governador Fábio Dantas (SD) ao Governo do Rio Grande do Norte em chapa com o ex-ministro Rogério Marinho (PL), pré-candidato ao Senado.

Próximo a Rogério, o deputado federal Beto Rosado (PP) não gostou nem um pouco em ver o partido do prefeito de Mossoró encabeçando a chapa de oposição.

Beto e a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) vão pedir votos ao candidato do partido de Allyson?

Por outro lado o prefeito levou falta alegando agenda administrativa, mas não fez qualquer menção ao evento e tem postergado uma posição sobre a disputa majoritário.

O risco de estar no mesmo palanque do rosalbismo incomoda Allyson.

A dupla Fábio Dantas e Rogério Marinho precisa ficar atenta. Vão ter que escolher entre o prefeito eleito e a segunda colocada nas últimas eleições.

É improvável ter os dois.

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Rosalbismo leva falta em evento da oposição e ninguém percebeu

O PP, leia-se rosalbismo, foi uma ausência despercebida no evento que lançou o nome de Fábio Dantas (SD) ao Governo do Rio Grande do Norte.

Ninguém deu falta.

Sempre alinhado com o ex-ministro Rogério Marinho (PL), o deputado federal Beto Rosado (PP) não foi. A x-governadora Rosalba Ciarlini (PP) também não.

Ninguém deu falta.

Fábio Dantas é do  Solidariedade do prefeito Allyson Bezerra que também levou falta. Ainda assim foi bom para o rosalbismo não se fazer presente. Foram poupados de ouvir Dantas dizer que a gestão de Allyson é uma inspiração para ele.

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Rosalbismo demonstra fraqueza política na janela partidária e reeleição de Beto fica em risco

O outrora poderoso e disputado rosalbismo mostrou fraqueza política na janela partidária. Comandando um PP com um dos maiores fundos eleitorais do país o agrupamento não conseguiu atrair nenhum nome de peso.

E pensar que há quatro anos as principais candidaturas ao Governo (Robinson Faria, Carlos Eduardo Alves e Fátima Bezerra) disputavam o apoio da então prefeita Rosalba Ciarlini.

Durante a janela a perda de protagonismo ficou exposta. Nenhum quadro político relevante topou ir para o PP e a nominata do partido nas eleições proporcionais é uma incógnita que coloca em dúvida a reeleição do deputado federal Beto Rosado e uma eventual candidatura de Rosalba Ciarlini a uma vaga na Assembleia Legislativa.

O rosalbismo também está sem protagonismo nas discussões sobre a disputa majoritária.

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Foro de Moscow

Foro de Moscow 22 mar 2022 – Para onde vai Rosalba?

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Rosalba pode mudar de partido para viabilizar candidatura

A ex-governadora Rosalba Ciarlini pode deixar o PP na janela partidária para viabilizar a candidatura dela a deputada estadual.

É que o PP está encontrando dificuldades para formar a chapa de deputado estadual e as negociações estão travadas por causa das indefinições da oposição na formação da chapa majoritária.

O quadro pode levar Rosalba a se encaixar numa nova legenda. “Essas discussões deixam a gente de mãos atadas e a ex-governador pode ir para outra legenda”, disse o deputado federal Beto Rosado (PP) ao Blog do Barreto.

Uma das alternativas para Rosalba é a fortíssima chapa do PSDB.

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Rosalba ainda não tem postura de candidata

A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) anda sumida do noticiário. Sobre ela pouco se especula e quem está representando seu grupo nas negociações em nível estadual é o seu sobrinho e deputado federal Beto Rosado (PP).

Conversando com dois rosalbistas o Blog do Barreto recebeu a garantia de que ela tenta uma vaga de deputada estadual este ano.

Mas o comportamento dela é de quem está fora das eleições deste ano.

Basta visitar o perfil dela no Instagram para perceber isso. Este ano foram apenas três postagens: uma sobre uma neta vacinando-se contra a covid, aniversário do neto e um TBT do casamento dos pais.

Bem deferente de outros tempos quando ela se agitava mais nas redes sociais, era figura influente nas discussões das eleições estaduais.

A Rosa tá off.

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Pizza! CPI da Arena das Dunas acaba sem relatório aprovado

Como era esperado a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Arena das Dunas acabou em pizza graças a uma manobra dos deputados estaduais da oposição que agiram para impedir que o relatório fosse sequer votado.

Uma questão de ordem do deputado estadual Getúlio Rego (União Brasil), líder do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), responsável pela assinatura dos contratos do estádio da Copa do Mundo, alegou que a CPI teria ultrapassado o prazo legal seguindo a antiga regra do Regimento Interno.

O relatório, que sequer foi apreciado, apontava que não foram revelados os responsáveis pela redação dos contratos, apontou sobrepreço de 54,89% no valor da obra e grave descompasso entre valor pago a título de parcela variável com prejuízo de 91% ao erário.

A relatora Isolda Dantas (PT) apontou que a oposição agiu com dois pesos e duas medidas numa comparação com a CPI da covid. “O regimento antigo não permitia as transmissões. E essa CPI teve todas as sessões transmitidas, mas somente um dia após tomarem conhecimento do relatório os deputados decidiram que ela estava sob o regimento antigo. Na verdade isso para nós se traduz como forças ocultas contra esse relatório”, frisou. “Os deputados da oposição eram tão ferozes na CPI da Covid e agora não deixaram nem sequer que a gente tornasse público o que aconteceu na construção e manutenção da Arena das Dunas”, comparou.

A petista ainda reforçou que não transformou a CPI em palco político contra a ex-governadora Rosalba Ciarlini.

Isolda informou que ainda assim vai encaminhar o documento aos órgãos de controle.

CONFIRA O RESUMO CPI ARENA

Correção (17h28): Nem Rosalba nem o ex-secretário Demétrio Torres tiveram pedido de indiciamento. A relatora julgou desnecessário porque eles já respondem a vários processos relacionados à CPI.

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Pizza da CPI da Arena das Dunas está no forno

Ontem era para ter sido lido o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Arena das Dunas marcada pela descoberta de uma série de irregularidades na formatação dos contratos de exploração do estádio da Copa do Mundo de 2014 durante a gestão da então governadora Rosalba Ciarlini (na época no DEM).

Sempre deixei claro que essa era a CPI que não vinha ao caso. As manobras para enterrá-la antes do início não foram adiante porque ela tinha que existir para ter a CPI da covid, a que realmente interessava a elite potiguar.

A manobra em curso ontem é para que o relatório sequer seja lido pela deputada estadual Isolda Dantas (PT). O presidente da CPI Coronel Azevedo (PSC) tem boas relações com Rosalba, o deputado estadual Getúlio Rego (União Brasil) foi líder do governo dela e a surpresa negativa é do Subtenente Eliabe, do “moralista” Solidariedade.

Eles atuam juntamente com Tomba Farias (PSDB) como um grupo de pizzaiolos para que a CPI não tenha um resultado a apresentar a sociedade.

E olhe que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou sobrepreço nos contratos que atinge R$ 400 milhões e a Polícia Federal já bateu a porta (Operação Mão na Bola) de Rosalba para apurar pagamentos de propina na casa dos R$ 15 milhões.

Os prejuízos bem superiores aos R$ 5 milhões dos respiradores que o Governo do Estado luta para recuperar na Justiça.

 

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Ex-deputado revela bastidores de um rompimento político

Em um artigo intitulado “Caminhos da Política” o ex-deputado federal Laíre Rosado revelou os bastidores do histórico rompimento de seu grupo político com a família Alves, encerrando uma parceria que na época já durava duas décadas.

Laíre compara a frieza com que Garibaldi Alves Filho (MDB) descartou o primo Henrique Alves (MDB) com a experiência que ele viveu 16 anos atrás.

Vale a apena a leitura do texto publicado em O Mossoroense. Segue na íntegra:

CAMINHOS DA POLÍTICA

O ex-senador Garibaldi Alves afirmou que rompeu política e familiarmente com o ex-deputado Henrique Alves. Quando do rompimento de Carlos Augusto com os tios, Dix-huit declarou que, em política, o primeiro que apodrece é o sangue. Na aliança política entre familiares o vínculo se mantém enquanto atende ao interesse de todos.

Em 2006, Garibaldi nos fez passar por vexame semelhante ao que está expondo Henrique. Acreditava que o apoio de Rosalba Ciarlini era fundamenta para sua eleição ao Senado. Foi assim que, pelo telefone, marcou encontro comigo e com Sandra, em nosso apartamento na capital do estado, no cruzamento das ruas Antônio Basílio com Rui Barbosa.

Uma visita do grande líder Garibaldi deveria ser motivo de alegria, mas não foi o que aconteceu. Depois dos cumprimentos iniciais, sem arrodeio, disse que estava precisando do apoio da ex-prefeita de Mossoró e avisava que eu e Sandra, então deputada federal, deveríamos buscar outro partido, deixando o PMDB, partido a que estávamos filiados há vários anos. De maneira enfática, repetiu que não teríamos mais espaço para disputar novas eleições filiados ao partido onde tivemos grandes vitórias.

Ponderei que poderíamos conviver com Rosalba em um mesmo partido. Não havia necessidade de cancelamento de nossa filiação ao PMDB, partido que amávamos e onde nos sentíamos confortáveis. Pedi somente que, caso ele concordasse, queria que o anúncio dessa nova composição fosse feito por nosso intermédio, para evitar uma reação maior dos correligionários. Fiquei surpreso com a reação de Garibaldi, afirmando não havíamos entendido sua decisão e que tínhamos que sair do PMDB. E completou, quanta ironia meu Deus, que entenderia qualquer posição que assumíssemos.

Perguntei sobre o diretório municipal do PMDB em Mossoró e ele respondeu que esse assunto não era mais de minha responsabilidade. Perguntei ainda se Rosalba assinaria ficha de filiação partidária e, mais uma vez, ele não me respondeu. Sempre fui muito tranquilo em minhas reações emocionais, mas não suportava a decepção profunda que tomou conta de Sandra

Não procurei o deputado Henrique Alves acreditando que, mesmo se não concordasse com Garibaldi, não o enfrentaria, quando a justificativa era sua eleição ao Senado. Procuramos Geraldo Melo, além de correligionário, nosso amigo, com provas de solidariedade desde o tempo de Vingt Rosado. Contamos da visita de Garibaldi e ele demonstrou perplexidade, sem querer acreditar no que estava ouvindo. Perguntou se nós concordaríamos em um novo encontro, dessa vez com a sua presença. Geraldo seria candidato ao Senado nessas eleições e tinha interesse em manter unido a base de apoio. Viajei até Brasília e, no apartamento de Sandra, conversamos novamente com Garibaldi, com a participação de Geraldo Melo.

Sandra deixou um muito claro a Garibaldi que estávamos atendendo a uma sugestão de Geraldo, mas não acreditava que Garibaldi reconsiderasse sua decisão de não nos querer no PMDB. Em poucos minutos, diante da frieza e Garibaldi, Geraldo foi acometido de uma crise de enxaqueca que o obrigou a usar medicamentos para concluir o diálogo.

Não havendo mais nada a acrescentar, Garibaldi despediu-se de mim e de Sandra e convidou Geraldo para descerem juntos no elevador, para analisar algum detalhe da conversa, disse ele. Geraldo lhe respondeu que, diante das colocações que havia escutado, não havia mais espaço para nenhuma conversa.

Foi então que Sandra, olhando para os dois, disse “Geraldo, hoje, nós somos os traídos, mas amanhã você é quem será enganado por Garibaldi. Há indícios seguros de que ele já fechou com a candidatura de Rosalba Ciarlini ao Senado.” Ao que parece, Geraldo imaginou essa hipótese inteiramente impossível, mas foi o que aconteceu.

Poucos dias depois de Garibaldi formalizar o apoio a Rosalba como candidata ao Senado, encontramo-nos com Geraldo que foi se dirigindo a Sandra e afirmando, “amiga, você tinha toa razão. E eu não quis acreditar que isso pudesse acontecer”.

No final, Sandra foi reeleita deputada federal. Rosalba foi eleita senadora, com o apoio de Garibaldi. Geraldo não conseguiu voltar ao Senado e o próprio Garibaldi foi derrotado por Wilma de Faria, eleita governadora do estado. Passado o período eleitoral, Garibaldi chegou a reconhecer que tinha cometido um erro político ao trocar o apoio de Sandra e Laire por Rosalba e Carlos Augusto. Não somente por conta de votos, mas pelo desequilíbrio que isso provocou em Mossoró e Região Oeste.

Quem sabe, no futuro Garibaldi Alves volte a admitir ter incorrido em outro erro político, desta vez mais grave que o primeiro. Afinal de contas, como ele mesmo declarou, é um rompimento familiar e político.

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Análise

Allyson corre risco de repetir Rosalba de 2018

O prefeito Allyson Bezerra (SD) que abra o olho. Mesmo com popularidade alta não há estabilidade para arriscar o capital político com decisões errada.

Sua liderança em Mossoró ainda não está consolidada.

Ele escolheu um caminho seguro no nome para deputado federal com Lawrence Amorim (SD) e corre muito risco com o seu “estadual” Soldado Jadson.

Além da aposta em um nome desgastado no eleitorado mossoroense como Fábio Faria, por mais que justifique a decisão pelas portas abertas pelo ministro das comunicações em Brasília.

Se acumular derrotas pode sair das eleições de 2022 como Rosalba Ciarlini (PP) em 2018.

Ela foi a maior derrotada da política mossoroense naquele ano. O resto da história nós conhecemos.