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Avalição de Fátima divide eleitores, aponta pesquisa

Os eleitores potiguares seguem divididos em relação a forma como avaliam o governo de Fátima Bezerra (PT). A aprovação e desaprovação tem números em condição de empate técnico na pesquisa do Instituto Brâmane divulgada pelo Blog do BG.

A desaprovação é de 45,8% e a aprovação de 43,8%.

Confira os números:

A pesquisa Brâmane entrevistou 1.500 eleitores entre os dias 2 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,58 pontos percentuais com intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o TRE-RN: 07483/2022.

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Confira as avaliações de Allyson, Fátima e Bolsonaro

A pesquisa TCM/TS2 também avaliou a opinião dos eleitores sobre as gestões de Allyson Bezerra (SD), Fátima Bezerra (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

Confira a avaliação de Allyson (somente em Mossoró):

Aprova: 72%

Desaprova: 15%

Não sabe/Não respondeu: 13%

Ótimo: 16%

Bom: 34%

Regular: 38%

Ruim: 3%

Péssima: 3%

Não sabe/Não respondeu: 6%

Confira as avaliações de Fátima e Bolsonaro (todo RN):

 

O Instituto TS2 entrevistou 1.600 eleitores entre os dias 29 de março e 1º de abril. A margem de erro é de 2,4 pontos percentual com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número RN-04362/2022.

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Reprovação de Bolsonaro no RN é quase o dobro da de Fátima

Tribuna do Norte

A terceira parte da série de sondagens eleitorais iniciada em parceria entre a TRIBUNA DO NORTE e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) investigou junto ao eleitorado do Rio Grande do Norte, a avaliação dos governos estadual e federal. A população está dividida quanto à opinião sobre a atuação da governadora Fátima Bezerra (PT), que é avaliada como ótima ou boa para 29%, enquanto 36% acham regular e 31% consideram ruim ou péssima.

Quase oito em cada dez eleitores que declaram intenção de reelegê-la, avaliam positivamente seu desempenho (76%). O Governo do Estado tem saldos positivos de avaliação (ótima+ boa – menos ruim + péssima) nos segmentos feminino, pessoas com 60 anos ou mais, com menores níveis de instrução e renda.

Sobre o governo Jair Bolsonaro (PL), seis em cada dez entrevistados avaliam sua atuação como ruim ou péssima (61%), enquanto 20% avaliam como regular e 17% acham o governo ótimo ou bom. Entre os eleitores de Fátima, a avaliação negativa do presidente chega a 80%.

Estratificação do desempenho

A pesquisa TN/Ipespe mostra a avaliação do desempenho da governadora Fátima Bezerra é mais crítico entre os homens, 36% de ruim e péssimo. Entre as mulheres. 33% acham ótimo/bom.  O melhor índice de ótimo e bom está entre os eleitores acima de 60 anos, com 38% e também o mais baixo de ruim e péssimo, 24%.

Por nível de instrução, o melhor desempenho de Fátima Bezerra, é no pessoal de nível superior, com 35% de ótimo e bom, enquanto no ensino fundamental é de 30% e médio 26%. No quesito ruim e péssimo os índices são estes: 27%. fundamental, 33% no médio e 35%, superior. Na faixa de renda, 30% dos que ganham até 2SM acham sua atuação ótima ou boa, índice que vai a 28% para o pessoal com renda superior a 5SM.  Já no quesito ruim ou péssimo, 37% são de 5SM e 28% até dois salários.

Na capital, 32% dos natalenses avaliam como ótima e boa a atuação da governadora, mas 34% acham ruim ou  péssima. No interior, são 28% de ótimo e bom e 29% de ruim e péssimo.

Quando se observa o voto para o governo do Estado, 8% dos eleitores do deputado estadual  Ezequiel Ferreira (PSDB) acham a atuação da governadora ótima e 56% ruim e péssima. Entre os eleitores da própria Fátima, essa relação é de 76% de ótima e boa contra 3% de ruim e péssima.

Entre os eleitores do senador Styvenson Valentim (PODE), 3% acham ótima-boa e 56% ruim e péssima. Já 40% acham regular, índice que é de 19% entre os eleitores da governadora e 36% para os eleitores de Ezequiel.

Avaliação do presidente

Quanto ao desempenho de Bolsonaro, entre o eleitorado feminino, 64% acha que o governo dele é ruim ou péssimo, índice que é de 57% entre homens. Na faixa etária, o pior índice 66% de ruim e péssimo é entre eleitores de 18 a 24 anos. Por faixa de instrução, 62% é do fundamental e por renda familiar (até 2SM) 63% acham ruim e péssima.

Na capital, 59% dos eleitores acham ruim e péssima, percentual que vai a 61% no interior. Entre os eleitores de Ezequiel Ferreira, 42% consideram a atuação de Bolsonaro ruim e péssima, mesmo índice para ótimo e bom. Entre os eleitores de Fátima, 7% acham ótimo e bom e 80% ruim e péssimo. O eleitor de Styvenson considera como ótimo e bom (32%) e ruim péssima (45%).

Para 39%, vida piorou nos últimos três anosPara 39% dos eleitores potiguares, a vida no Estado piorou nos últimos três anos, sendo esse sentimento maior na base da pirâmide econômica (43% na instrução fundamental e na renda de até dois salários mínimos). Para 46% a vida ficou igual e somente para 14% ela melhorou. Na capital, 15% considera que a vida melhorou. Para 44%, a vida ficou igual e para 39% houve piora nesse quesito.

No interior do Estado, 38% das pessoas entrevistadas apontaram que a vida piorou nos últimos três anos. Para 13%, ela melhorou, e para 47% ficou igual.

Na agenda de problemas do Estado, a saúde ocupa o topo do  ranking, sendo citada por mais da metade dos entrevistados, 59%. Praticamente empatados, aparecem desemprego (42%) e segurança (41%). Em seguida, vem Educação (19%); fome e miséria (9%).

Há uma mudança no ranking de problemas entre os eleitores de Natal: o desemprego passa ao primeiro lugar (52%), seguido de segurança e drogas (50%) e em terceiro saúde, com 48% das citações. A Educação teve 18% das citações e a fome e miséria, 9%.

Perfil da pesquisa

Metodologia

Pesquisa quantitativa face a face foi realizada nos dias 23 a 26 de março deste ano, com 1.200 entrevistados, amostra representativa do eleitorado do Rio Grande do Norte, de 16 anos e mais, com cotas de sexo, idade e localidade, e controle de instrução e renda. No total, 25% dos entrevistados estão na capital e 75% no demais municípios.

Margem de erro

A margem de erro é de 2.9 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta. A pesquisa TN/Ipespe está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  sob os protocolos BR-07968/2022 e RN-05273/2022.

Estratificação

Dos entrevistados,  53% são do sexo feminino e 47% do sexo masculino. No tocante à faixa etária, 14% têm de 16 a 24 anos; 44% de 25 a 44 anos; 24% de 45 a 59 anos; e 18% têm 60 anos ou mais. No nível de escolaridade, a pesquisa ouviu 47% com até ensino fundamental; 39% com ensino médio e 14% com ensino superior.  Quanto à renda familiar, 59% dos entrevistados ganham até dois salários mínimos ; 27% de dois a cinco salários mínimos; e 14% mais de cinco salários mínimos.

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Confira as avaliações de Bolsonaro, Fátima e Álvaro Dias

A pesquisa do Instituto Seta divulgada pela 98 FM de Natal trouxe as avaliações do prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB), da governadora Fátima Bezerra (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Somente Álvaro tem avaliação positiva enquanto que o eleitorado está dividido sobre Fátima e reprova Bolsonaro.

Confira os números:

Avaliação da gestão do prefeito Álvaro Dias (apenas Natal)

Aprovo: 38,2%

Desaprovo: 28,5%

Não sabe/não respondeu: 33,2%

Avaliação da gestão da governadora Fátima Bezerra

Desaprovo: 44,4%

Aprovo: 44%

Não sabe/não respondeu: 11,5%

Avaliação da gestão do presidente Jair Bolsonaro

Desaprovo: 61,4%

Aprovo: 27,6%

Não sabe/não respondeu: 10,9%

O Instituto Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de março em todo o Rio Grande do Norte. A margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) é o RN-08360/2022.

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Fátima tem aprovação e desaprovação em números próximos. Reprovação de Bolsonaro segue superior a 60%

Os eleitores potiguares estão divididos em relação a forma como enxergam a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) com a aprovação e desaprovação com números próximos.

Já em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PL) o cenário é de coesão na avaliação do governo.

Confira os números:

Fátima Bezerra

Jair Bolsonaro

O Iinstituto Seta entrevistou 1.600 eleitores de todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-06152/2022.

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Bolsonaro tem 64% de desaprovação em Mossoró

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 64,16% de desaprovação entre os eleitores de Mossoró de acordo com os números da pesquisa TS2 realizada em parceria com a CDL/Mossoró.

Os índices de ruim/péssimo do presidente somam 63,26%.

Confira os números:

O Instituto TS2 entrevistou 625 eleitores entre os dias 22 e 23 de dezembro. A margem de erro é de 3,78% e o intervalo de confiança é de 95%.

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Fátima tem 52% de aprovação em Mossoró, aponta pesquisa

A governadora Fátima Bezerra (PT) está com 52,64% de aprovação na pesquisa TS2 realizada em parceria com a CDL/Mossoró.

A petista também soma 38,55% de ótimo e bom.

Confira os números:

O Instituto TS2 entrevistou 625 eleitores entre os dias 22 e 23 de dezembro. A margem de erro é de 3,78% e o intervalo de confiança é de 95%.

 

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Allyson tem 73% de aprovação. Aliança com Fábio é rejeitada por 37%

A pesquisa TS2 realizada em parceria com a CDL/Mossoró mostrou que o prefeito Allyson Bezerra (SD) segue com a aprovação em alta. Ele tem 73,28% de aprovação.

O ótimo e bom somam 58,24%.

No entanto, a aliança com o ministro das comunicações Fábio Faria (PSD) não foi bem recebida por 37,6%.

Confira os números:

O Instituto TS2 entrevistou 625 eleitores entre os dias 22 e 23 de dezembro. A margem de erro é de 3,78% e o intervalo de confiança é de 95%.

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Nem reeleição fácil nem sem adversários

Foram dezenas de pesquisas divulgadas com o cenário eleitoral no Rio Grande do Norte. Elas trouxeram cenários praticamente inalterados ao longo do ano com a governadora Fátima Bezerra (PT) na liderança no primeiro turno e vencendo praticamente todas as simulações de segundo turno.

A avaliação da gestão tem um pouco mais de variação, mas uma coisa é certa: a diferença entre a aprovação e desaprovação de Fátima está sempre dentro da margem de erro.

Cito esse dados com base nos institutos Seta, Big Data, Perfil e AgoraSei. Somente o Instituto Consult diverge trazendo números um pouco piores para a governadora. Para efeito de análise me pautarei pelo padrão estabelecido por quatro institutos.

O quadro estável com Fátima mantendo cerca de dez pontos percentuais sobre Carlos Eduardo Alves (PDT) e, na maioria das oportunidades, ampliando a margem sobre ele e demais adversários nas simulações de segundo turno não é uma garantia de vitória.

Disputa de reeleição é sempre plebiscitária. A vantagem com pouca gordura para queimar reflete a divisão do eleitorado quanto a avaliação da gestão.

Fátima tem uma aprovação que gira entre 40 e 44 pontos percentuais. A desaprovação fica entre 37 e 42. O saldo positivo fica dentro da margem de erro.

Isso significa que o eleitorado não tem certeza se ela faz ou não um bom governo e que está preferindo aguardar mais um pouco.

Não está claro se teremos uma eleição com perfil de continuidade ou de mudança.

É um cenário bem diferente dos anos que antecederam as eleições de 2014 e 2018 quando o clima de mudança estava no ar.

Apesar da pancadaria, muitas vezes exagerada, da mídia natalense a governadora mostra uma resiliência bem superior às de Rosalba Ciarlini e Robinson Faria.

Apesar disso e por me pautar pela objetividade dos números discordo de boa parte dos analistas políticos do RN que entendem que a governadora tem uma reeleição fácil pela frente.

Há margem para que um nome polarizando consiga crescer. Essa possibilidade leva a uma avaliação traiçoeira: a de comprar a situação de Fátima com a da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) que não conseguiu a reeleição ano passado.

De fato, os números se assemelham. Mas “nada é mais traiçoeiro do que aquilo que é evidente”, como escreveu o cientista político Joseph Schumpeter.

Números parecidos, variáveis diferentes. Rosalba estava no quarto mandato como prefeita e uma imagem completamente desgastada pelo tempo e não conseguiu manter uma regularidade no pagamento dos servidores. Noves fora o antipetismo, Fátima governa o Estado pela primeira vez, melhorou os índices na segurança, já pagou quatro das três folhas atrasadas que recebeu e tem o fator Lula que certamente lhe ajudará nas eleições. Rosalba não tinha esses ativos.

Outro ponto que discordo é a história de que Fátima não tem adversários. O nome de Carlos Eduardo Alves está consolidado no segundo lugar e nas simulações de segundo turno o pedetista é o único que quando não é o mais próximo aparece numericamente na frente de Fátima.

Ele é o principal adversário da petista.

Mas tem também o senador Styvenson Valentim (PODEMOS) que fica em terceiro nas pesquisas e acabou ficando um pouco desgastado esse ano por causa das várias polêmicas em que se meteu.

Numa síntese objetiva posso dizer sem pestanejar que a reeleição de Fátima será duríssima e que ela tem dois adversários no retrovisor.

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Pesquisa mostra desaprovação de Fátima e Bolsonaro no RN

A pesquisa do Instituto Consult avaliou os humores dos potiguares em relação ao presidente Jair Bolsonaro e a governadora Fátima Bezerra.

Ambos possuem desaprovação superior a 50%.

Avaliação de Bolsonaro

Avaliação de Fátima

O instituto Consult entrevistou 1700 eleitores entre os dias 5 e 8 de outubro. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95%.