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Pesquisa mostra que “fator Lula” pode alterar cenário para o Senado

Lula coloca Jean na liderança para o Senado (Foto: redes sociais)

A pesquisa Realtime Big Data trouxe um cenário que mostra como o “fator Lula” pode alterar o quadro eleitoral na disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte.

Na pesquisa estimulada o quadro repete a tendência das outras pesquisas com liderança do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT).

Confira:

 

Este instituto inovou com o cenário induzido que mostrou a capacidade de transferência de votos dos presidenciáveis no Rio Grande do Norte. Candidato do ex-presidente Lula, Jean Paul Prates (PT) sai das últimas colocações para a liderança quando tem o nome associado ao do líder petista.

Confira

O ministro Fábio Faria é o nome mais rejeitado conforme a sondagem.

Confira:

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 13 e a4 de setembro e  margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

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Carlos Eduardo lidera primeira pesquisa para o Senado em âmbito estadual

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) lidera as intenções de voto para o Senado conforme os números levantados pelo Instituto AgoraSei para o Blog do BG e 96 FM.

Confira:

A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de maio entrevistando 1.611 eleitores em 59 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

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Análise

A disputa para o Senado mais aberta da história recente do RN

Disputa pelo Senado está em aberto (footomontagem Blog do Barreto)

As eleições 2022 estão distantes para o eleitor, mas para os políticos elas “são logo ali”. Mas chama atenção a falta de nomes fortes para o Senado.

A única vaga em disputa no ano que vem não tem um favorito claro. O senador Jean Paul Prates (PT) chegou o cargo pela via da suplência e não é um nome muito conhecido no Estado.

Ele depende muito de um voto casado com o ex-presidente Lula e de uma melhora na popularidade da governadora Fátima Bezerra (PT).

Por outro lado seus adversários postos até aqui não são potências eleitorais. O ministro das comunicações Fábio Faria (PSD) disse que se disputar algo no RN em 2022 será o Senado. Autoestima elevada para quem é filho de um ex-governador que deixou o cargo com quatro folhas atrasadas e está com a imagem colada à do presidente Jair Bolsonaro que está impopular no Estado.

O outro ministro potiguar que objetiva o Senado é o da integração regional Rogério Marinho (sem partido). Ele nunca foi um político popular e vem de uma derrota acachapante na tentativa de ser reeleger deputado federal em 2018. Sua única candidatura majoritária foi a Prefeitura de Natal em 2012 quando terminou num melancólico quarto lugar.

O ex-tucano é mais hábil que Fábio e evita exagerar na colagem de sua imagem à de Bolsonaro. Ainda assim está longe de ser um nome forte apesar da reconhecida capacidade de articulação política.

O ex-senador José Agripino (DEM) sonha com a senatoria, mas em 2018 sequer se elegeu deputado federal. Não há qualquer fato novo nos últimos quatro anos que indique que ele tenha condições de vencer a disputa. Em 2020, por exemplo, ele não teve força para montar uma chapa de vereador em Natal.

Cotado ora para o Governo ora para o Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT) seria certamente o nome mais consistente caso entre na disputa. Por enquanto sua inclusão na corrida ao Senado ainda tem status de incógnita.

A eleição pelo Senado está em aberto.