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Henrique afirma que laço com Garibaldi não será desfeito e que dá para os dois serem candidatos a deputado federal

Em entrevista ao Foro de Moscow o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) vltou a comentar a respeito do rompimento com ox-senador Garibaldi Alves Filho (MDB). Ele reforçou que os laços não podem ser desfeitos por causa da história política deles.“Acredito que Henrique e Garibaldi entraram juntos para a política. Não há como separar a história de 51 anos. Esse laço não há como ser desfeito”, frisou.

Em seguida lembrou que é possível que os dois se elejam este ano como aconteceu com Henrique e Aluízio Alves m 1990 (Henrique também se elegeu juntamente com a irmã gêmea, Ana Catarina em 1998). “Quando meu pai voltou do regime forçado da ditadura e meu pai e fomos deputados eu e ele. Fomos juntos deputados pelo Rio Grande do Norte e a casa do MDB cabe Henrique e Garibaldi”, lembrou.

Henrique falou que da mesma forma que não se imagina fora do MDB também não vê Garibaldi fora do partido. “Imaginar Garibaldi saindo do MDB não passa pela minha cabeça”, declarou.

Assista o trecho da entrevista:

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Henrique nega articulação da chapa CEA/Benes/Rogério

Durante entrevista ao Foro de Moscow, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) negou existir uma articulação para formar uma chapa com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Governo, o deputado federal Benes Leocádio (Republicanos) como vice e o ministro do desenvolvimento regional Rogério Marinho (PL) para o Senado.

Ele disse que não está se envolvendo neste tipo de movimentação. “Estou voltando aos pouquinhos, consciente do meu papel e do meu tamanho. Eu não queria nem vou ter esse poder de articulação dessas”, justificou.

Para Henrique a formação dessa chapa é complicada porque Carlos Eduardo é do partido de Ciro Gomes e Rogério Marinho é um ministro bolsonarista. “Não sei se essa realidade é possível de compor”, analisou.

Após elogiar a atuação de Rogério Marinho, ele reforçou o desejo de pacificar o país e que o momento é mais de ouvir. “É hora de ouvir o que pensam as pessoas desse Brasil tão intolerante”, disse.

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Henrique admite dobradinha com filho de Álvaro Dias: “caminho natural”

Entrevistado hoje no Foro de Moscow o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) admitiu ser real a possibilidade dele vir a formar uma dobradinha com o filho do prefeito Àlvaro Dias (PSDB), Adjuto Dias (MDB), pré-candidato a deputado estadual.

Ele lembrou da longa história de parcerias com Álvaro no Seridó e classificou como um caminho natural. “Seria natural pelas minhas ligações com Álvaro Dias. Adjuto vem para continuar uma história”, frisou.

O ex-deputado elogiou Adjuto com quem tem caminhado no interior do Estado. “É um rapaz que Caicó conhece muito bem. É estudioso e dedicado”, analisou.

Também não faltaram elogios ao prefeito do Natal. “O prefeito Álvaro Dias é quase uma unanimidade onde ando e ouço”, garantiu.

Hnerique disse que ainda não se decidiu se será candidato a deputado federal.

Assista o trecho da entrevista:

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Foro de Moscow

Foro de Moscow 25 jan 2022 – A morte do guru da extrema-direita

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Está sendo articulado o cenário dos sonhos para Carlos Eduardo

Está sendo desenhado o cenário dos sonhos para o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT). E qual seria este cenário: disputar o Governo do Estado com um palanque robusto.

A mobilização para isso conta ainda com um bônus: a reaproximação com o prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB).

O tucano está decidido a não ser candidato em 2022 porque seu foco é eleger o filho Adjuto Dias (MDB) deputado estadual.

A movimentação, segundo revelou o Portal Agora RN, é no sentido de formar uma chapa Carlos Eduardo para o Governo tendo o deputado federal Benes Leocádio (Republicanos) para vice e o ministro do desenvolvimento regional Rogério Marinho (PL) para o Senado.

A articulação estaria sendo tocada por Álvaro Dias com endosso do ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) que está de olho na retomada das bases que cedeu para Benes em 2018.

Conforme o Agora RN revelou, o entrave para o fechamento da aliança está no temor de Carlos Eduardo em receber o carimbo de “candidato bolsonarista”, o que certamente afastaria boa parte do eleitorado. Já Rogério  Marinho não abre mão de dar um palanque no RN ao presidente Jair Bolsonaro (PL), rejeitado por mais de 60% dos potiguares.

Carlos Eduardo também negocia ser o senador da governadora Fátima Bezerra (PT), mas nunca disfarçou que sua prioridade é sentar na cadeira onde hoje se encontra a petista.

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Ex-deputado revela bastidores de um rompimento político

Em um artigo intitulado “Caminhos da Política” o ex-deputado federal Laíre Rosado revelou os bastidores do histórico rompimento de seu grupo político com a família Alves, encerrando uma parceria que na época já durava duas décadas.

Laíre compara a frieza com que Garibaldi Alves Filho (MDB) descartou o primo Henrique Alves (MDB) com a experiência que ele viveu 16 anos atrás.

Vale a apena a leitura do texto publicado em O Mossoroense. Segue na íntegra:

CAMINHOS DA POLÍTICA

O ex-senador Garibaldi Alves afirmou que rompeu política e familiarmente com o ex-deputado Henrique Alves. Quando do rompimento de Carlos Augusto com os tios, Dix-huit declarou que, em política, o primeiro que apodrece é o sangue. Na aliança política entre familiares o vínculo se mantém enquanto atende ao interesse de todos.

Em 2006, Garibaldi nos fez passar por vexame semelhante ao que está expondo Henrique. Acreditava que o apoio de Rosalba Ciarlini era fundamenta para sua eleição ao Senado. Foi assim que, pelo telefone, marcou encontro comigo e com Sandra, em nosso apartamento na capital do estado, no cruzamento das ruas Antônio Basílio com Rui Barbosa.

Uma visita do grande líder Garibaldi deveria ser motivo de alegria, mas não foi o que aconteceu. Depois dos cumprimentos iniciais, sem arrodeio, disse que estava precisando do apoio da ex-prefeita de Mossoró e avisava que eu e Sandra, então deputada federal, deveríamos buscar outro partido, deixando o PMDB, partido a que estávamos filiados há vários anos. De maneira enfática, repetiu que não teríamos mais espaço para disputar novas eleições filiados ao partido onde tivemos grandes vitórias.

Ponderei que poderíamos conviver com Rosalba em um mesmo partido. Não havia necessidade de cancelamento de nossa filiação ao PMDB, partido que amávamos e onde nos sentíamos confortáveis. Pedi somente que, caso ele concordasse, queria que o anúncio dessa nova composição fosse feito por nosso intermédio, para evitar uma reação maior dos correligionários. Fiquei surpreso com a reação de Garibaldi, afirmando não havíamos entendido sua decisão e que tínhamos que sair do PMDB. E completou, quanta ironia meu Deus, que entenderia qualquer posição que assumíssemos.

Perguntei sobre o diretório municipal do PMDB em Mossoró e ele respondeu que esse assunto não era mais de minha responsabilidade. Perguntei ainda se Rosalba assinaria ficha de filiação partidária e, mais uma vez, ele não me respondeu. Sempre fui muito tranquilo em minhas reações emocionais, mas não suportava a decepção profunda que tomou conta de Sandra

Não procurei o deputado Henrique Alves acreditando que, mesmo se não concordasse com Garibaldi, não o enfrentaria, quando a justificativa era sua eleição ao Senado. Procuramos Geraldo Melo, além de correligionário, nosso amigo, com provas de solidariedade desde o tempo de Vingt Rosado. Contamos da visita de Garibaldi e ele demonstrou perplexidade, sem querer acreditar no que estava ouvindo. Perguntou se nós concordaríamos em um novo encontro, dessa vez com a sua presença. Geraldo seria candidato ao Senado nessas eleições e tinha interesse em manter unido a base de apoio. Viajei até Brasília e, no apartamento de Sandra, conversamos novamente com Garibaldi, com a participação de Geraldo Melo.

Sandra deixou um muito claro a Garibaldi que estávamos atendendo a uma sugestão de Geraldo, mas não acreditava que Garibaldi reconsiderasse sua decisão de não nos querer no PMDB. Em poucos minutos, diante da frieza e Garibaldi, Geraldo foi acometido de uma crise de enxaqueca que o obrigou a usar medicamentos para concluir o diálogo.

Não havendo mais nada a acrescentar, Garibaldi despediu-se de mim e de Sandra e convidou Geraldo para descerem juntos no elevador, para analisar algum detalhe da conversa, disse ele. Geraldo lhe respondeu que, diante das colocações que havia escutado, não havia mais espaço para nenhuma conversa.

Foi então que Sandra, olhando para os dois, disse “Geraldo, hoje, nós somos os traídos, mas amanhã você é quem será enganado por Garibaldi. Há indícios seguros de que ele já fechou com a candidatura de Rosalba Ciarlini ao Senado.” Ao que parece, Geraldo imaginou essa hipótese inteiramente impossível, mas foi o que aconteceu.

Poucos dias depois de Garibaldi formalizar o apoio a Rosalba como candidata ao Senado, encontramo-nos com Geraldo que foi se dirigindo a Sandra e afirmando, “amiga, você tinha toa razão. E eu não quis acreditar que isso pudesse acontecer”.

No final, Sandra foi reeleita deputada federal. Rosalba foi eleita senadora, com o apoio de Garibaldi. Geraldo não conseguiu voltar ao Senado e o próprio Garibaldi foi derrotado por Wilma de Faria, eleita governadora do estado. Passado o período eleitoral, Garibaldi chegou a reconhecer que tinha cometido um erro político ao trocar o apoio de Sandra e Laire por Rosalba e Carlos Augusto. Não somente por conta de votos, mas pelo desequilíbrio que isso provocou em Mossoró e Região Oeste.

Quem sabe, no futuro Garibaldi Alves volte a admitir ter incorrido em outro erro político, desta vez mais grave que o primeiro. Afinal de contas, como ele mesmo declarou, é um rompimento familiar e político.

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Henrique é o federal de Álvaro Dias?

Os movimentos mais recentes do ex-presidente da câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) indicam que ele pode ser o deputado federal do prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB).

No final de semana ele foi a Caicó onde foi recebido pelo vereador Lobão, um nome historicamente ligado a Álvaro. Advinha quem estava ao lado de Henrique? Adjuto Dias, filho de Álvaro e candidato a deputado estadual.

Ainda no Seridó, ele foi a São João do Sabugi onde foi recebido pelo prefeito Anibal Pereira e em Parelhas andou com ex-prefeito Antonio Petronilho, ambos aliados de Álvaro, sempre ao lado de Adjuto.

Em Mossoró nos dois últimos dias ele circulou pela cidade ao lado de Saulo Spinelli, que é chefe do gabinete de Adjuto na Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social.

Onde Henrique anda é com gente ligada a Álvaro ou ao lado do filho dele.

Não por acaso ele cobriu o prefeito de Natal de elogios nas últimas entrevistas.

É só juntar lé com cré!

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Henrique defende que Álvaro Dias avalie candidatura ao Governo

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) defendeu em entrevista a Rádio Cidade que o prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB) repense a decisão de não disputar o Governo do RN.

Ele não se fez de rogado na hora de elogiar o tucano ao sugerir que ele dispute o cargo. “Quem está fazendo tanto por Natal é natural que o nome dele surja como alternativa”, disse. “Ele tem que ouvir as manifestações do povo e é sim uma opção para governador do Rio Grande do Norte”, completou. “Álvaro tem tido um trabalho extraordinário e já é um dos melhores prefeitos da história de Natal”, reforçou.

Sobre a governadora Fátima Henrique foi mais econômico nos elogios. Reconheceu que não existe nada negativo na conduta dela como figura pública, mas avaliou que a petista tem sido prejudicada pela conjuntura política.

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Henrique está sendo escorraçado do MDB

Um dos principais nomes da história do MDB, fundador do partido e dono de uma carreira política relevante Henrique Alves (MDB) está praticamente sendo enxotado do partido.

Não tem garantia de ter a legenda caso deseje se candidatar e está rompido com os primos que hoje comandam o partido.

Outro político nestas condições já estaria pronto para respirar novos ares, mas nas redes sociais Henrique segue enaltecendo o MDB e não dá sinais que vai mudar de partido.

Palpite: Henrique fica no MDB e terá legenda seja por ainda gozar de algum prestígio com a direção nacional seja porque os primos não darão a ele o discurso de vítima.

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Garibaldi afirma que situação de Henrique no MDB está entregue à direção do partido

Após anunciar rompimento com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB) o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB) disse, ao ser questionando no Foro de Moscow, se o primo teria legenda para ser candidato em 2022.

“Não sei dizer porque isso está entregue à direção do MDB que tem Walter Alves como presidente e no plano nacional Baleia Rossi”, informou.

Ele se disse frustrado e decepcionado com a atitude de Henrique de não votar em Walter Alves em 2018.

Assista o trecho da entrevista

Assista o programa na íntegra