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Ivan Baron detona Allyson: “pior presente impossível para se receber no Dia Mundial de Conscientização do Autismo”

O influenciador da inclusão Ivan Baron detonou a postura do prefeito Allyson Bezerra (UB) para impor a aprovação do Projeto Incluir permitindo a contratação de auxiliares de sala de aula sem a devida capacitação e melando o acordo dos vereadores com as mães atípicas de só votar o projeto após uma audiência pública, em que ele participaria.

Baron lembrou no Twitter que hoje é o Dia Dia Mundial de Conscientização do Autismo e o prefeito deu o “pior presente possível”.

“Pior presente impossível para se receber no Dia Mundial de Conscientização do Autismo, um PL que desrespeita esses estudantes e outros com deficiência. Péssimo dia para quem defende a INCLUSÃO, com essa atitude todos perdem!”, disparou.

Ivan Baron classificou a postura de Allyson como autoritária passando por cima do acordo. “A aprovação do PL 115 (Programa Incluir) se deu após a Câmara Municipal aceitar adiar a votação e discutir o projeto após uma audiência pública, porém na sessão de hoje, a mesma casa que fez o compromisso com mães atípicas e movimentos sociais aprova de maneira COVARDE o PL!”, criticou.

“Isso tudo na base do autoritarismo de um Prefeito que se recusa a dialogar com a sociedade civil, ouvir pessoas com deficiência e a angústia de FAMILIARES ATÍPICOS que não terão mais a confiança de deixar seus filhos e filhas irem a escola para serem cuidados por estranhos”, complementou.

Ivan também classificou o projeto como retrocesso. “RETROCESSO! O Prefeito de Mossoró/RN finalmente conseguiu aprovar o seu projeto de lei eleitoreiro que autoriza a contratação de pessoas SEM ESPECIALIZAÇÃO para auxiliar alunos com deficiência na rede municipal. Nós não queremos babás em escolas, queremos EDUCAÇÃO INCLUSIVA”, avaliou.

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Câmara aprova Programa “Incluir” rejeitando demanda de mães atípicas e fazendo alterações permitidas por Allyson

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou o 115/2025 que institui o Programa “Incluir” na administração municipal. O projeto passou por modificações autorizadas pelo prefeito Allyson Bezerra (UB) que não são o que solicitaram as mães atípicas que estiveram ontem protestando no parlamento.

O que elas reivindicaram era que os auxiliares de sala de aula fossem profissionais qualificados ou ao menos estagiários que estão no ensino superior.

A vereadora Plúvia Oliveira (PT) tentou atender a demanda por meio de emenda modificativa. Ela propôs que os auxiliares fossem universitários que estejam cursando no mínimo o quinto período dos cursos de psicologia, serviço social e psicopedagogia.

A bancada de Allyson rejeitou a proposta que só contou com apoio da vereadora Marleide Cunha (PT) e dos vereadores Doutor Cubano (PSDB) e Jailson Nogueira (PL).

Por outro lado, o parlamento fez alterações consentidas por Allyson através de emendas do líder governista Alex do Frango (PSD) que pouco mudou o teor do projeto ao acrescentar como critérios para auxiliar em sala de aula ser brasileiro nato ou naturalizado; estar quite com o serviço militar; possuir aptidão física e mental para o cargo; e se submeter a um curso de formação continuada.

Outra medida, que não resolve a questão, é inclusão da preferência por pessoas graduadas em pedagogia que não se sentirão atraídas por salários de R$ 800 para 20 horas e R$ 1.600 para 40 horas.

A segunda emenda autorizada por Allyson é a de que o curso de formação deve ser ofertado pela Escola de Gestão Pública de Mossoró.

A bancada governista tinha combinado com as mães atípicas de só votar o projeto após uma audiência pública marcada para o dia 9. Mas a intervenção de Allyson implodiu o acordo.

 

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Pressão das mães atípicas surte efeito e projeto de Allyson só será votado após audiência pública

Enfim um sopro de cidadania na Mossoró de Allyson Bezerra (UB). Um grupo de mães atípicas conseguiu impedir que fosse aprovado nesta semana o projeto de lei enviado pelo prefeito Allyson Bezerra (UB) como peça de marketing político em forma de cavalo de troia para educação inclusiva com a contratação de gente desqualificada para atender crianças com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA) em sala de aula.

A pressão na sessão desta terça-feira resultou na costura de um acordo para que o projeto só fosse votado após a realização de uma audiência pública na Câmara Municipal.

O evento foi marcado para o próximo dia 9 com a presença do embaixador da política nacional de educação anticapacitista do MEC Ivan Baron que atendeu a um convite da vereadora Plúvia Oliveira (PT). “Após a pressão de mães atípicas e vereadores da oposição de Mossoró/RN, a votação do PL 115 do prefeito Allyson Bezerra foi adiada. Ele propõe a contratação de pessoas SEM especialização para cuidar de alunos com deficiência nas escolas municipais”, afirmou Ivan nas redes sociais.

Plúvia também criticou a proposta. “Como incluir as pessoas com deficiência e pessoas com autismo na educação de fato se o Prefeito mais visa o espetáculo e envia um projeto que em nenhum momento olha para as reais necessidades das mães atípicas e das crianças? ‘Incluir’ e sem inclusão é retrato de uma gestão municipal de Mossoró que tenta maquiar a cidade, mas que não olha para seu povo! Essa é a Mossoró realista e eu estou aqui para mostrar, fiscalizar e propor alternativas para mudar Mossoró para melhor!”, analisou.

Contexto

Na semana passada o prefeito entregou o Projeto de Lei 115/2025 que cria 800 vagas para auxiliares e sala de aula para atuar na educação inclusiva. As únicas exigências são ser maior de 18 anos, ter ensino médio completo e passar por um curso de formação a ser ofertado pelo município.

A proposta revoltou as mães atípicas que querem profissionais qualificados prestando o serviço como exige a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei Berenice Piana, esta última trata dos direitos dos autistas.

 

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Bancada de Allyson barra audiência pública sobre políticas do município para pessoas em situação de rua

A bancada do prefeito Allyson Bezerra (UB) é contra que se discuta no legislativo as políticas públicas do município voltadas para as pessoas em situação de rua.

A proposta da vereadora Plúvia Oliveira (PT) de realizar uma audiência pública sobre esse tema foi rejeitada com 12 votos governistas contrários a proposta.

Votaram contra os vereadores Jonh Kenneth (SD), Raério Cabeção (UB), Alex do Frango (UB), Ozaniel Mesquita (UB), Tony Cabelos (UB), Ricardo de Dodoca (UB), Wignis do Gás (UB), João Marcelo (PSD), ⁠Kayo Freire (PSD), Vavá (Rede), ⁠Lucas das Malhas (UB) e Vladimir de Cabelo de Negro (PSD). Já Petras Vinícius (PSD), que tem discurso em defesa da inclusão, se ausentou do plenário na hora da votação.

Foram a favor da proposta Plúvia, Doutor Cubano (PSDB), Mazinho do Saci (PL), Cabo Deyvison (MDB) e Jailson Nogueira (PL). Thiago Marques (SD) havia se retirado do plenário para recepcionar o prefeito e Marleide Cunha (PT) não compareceu a sessão desta quarta-feira por estar doente.

A proposta de audiência surgiu em um contexto em que chama atenção a quantidade de pessoas em situação de rua, sobretudo no Centro da cidade.

No vídeo abaixo, Plúvia lembra que são cerca de 200 pessoas nesta situação degradante e a audiência seria uma oportunidade de debater o tema.

Outra audiência

Por outro lado, a Câmara Municipal aprovou audiência para debater as condições de trabalho dos agentes de trânsito de Mossoró. Há relatos que faltam equipamentos e de que o prefeito Allyson Bezerra está limitando a realização de blitzen.

 

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Audiência convocada por Plúvia reúne 200 mulheres em debate sobre implementação da Política Municipal do Cuidado

Nesta sexta-feira (21), a Câmara Municipal de Mossoró foi palco da audiência pública ‘É pela vida das mulheres e pelo bem viver’, um importante debate sobre a criação e implementação da Política Municipal do Cuidado. A audiência pública, convocada pela vereadora Plúvia Oliveira (PT), reuniu mais de 200 mulheres, entre autoridades nacionais, estaduais e locais, bem como movimentos e organizações sociais engajadas na luta pelos direitos das mulheres.

A vereadora Plúvia Oliveira ressaltou a relevância da Política Municipal do Cuidado, *parceria com o mandato da deputada Isolda Dantas que fez a proposição a nível estadual*, destacando seu impacto direto na vida das mulheres e de toda a população. “Estamos falando de uma política que visa garantir condições dignas para as mulheres que historicamente assumem as responsabilidades do cuidado, seja com crianças, idosos ou pessoas com deficiência. Essa iniciativa busca reconhecer e distribuir melhor essa responsabilidade, garantindo o bem viver para todas e todos”, enfatizou a parlamentar.

Viviana Mesquita, subsecretária de Mulheres Rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário, reforçou a importância da articulação entre os níveis municipal, estadual e nacional para a consolidação da Política do Cuidado. “Essa é uma pauta prioritária que precisa ser fortalecida em todos os territórios. O mandato da vereadora Plúvia pode contar com o apoio da nossa subsecretaria para viabilizar essa articulação e garantir que essa política avance”, afirmou.

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) destacou a necessidade de celeridade na tramitação do Projeto de Lei da Política Municipal do Cuidado, apresentado por Plúvia Oliveira. “Esse projeto precisa ser votado em regime de urgência. Os vereadores de Mossoró precisam compreender a importância dessa política para a vida das mulheres e garantir que ela seja implementada o mais rápido possível”, pontuou.

Como encaminhamentos da audiência, foi definida a mobilização para votação em regime de urgência do Projeto de Lei da Política Municipal do Cuidado, a abertura de uma Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e a utilização da Tribuna Popular da Câmara para apresentar as ações do Hospital Regional da Mulher Maria Parteira.

A audiência marcou um passo fundamental na luta pelo reconhecimento e estruturação da Política do Cuidado em Mossoró, reforçando a necessidade de ações concretas para garantir os direitos das mulheres e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

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Plúvia convoca audiência pública em alusão ao Dia Internacional de Luta das Mulheres

Em alusão ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, a Câmara Municipal de Mossoró sediará, no dia 21 de março, a audiência pública “É pela vida das mulheres e pelo bem viver”, convocada pela vereadora Plúvia Oliveira (PT). O evento acontecerá a partir das 9h, no Plenário da Câmara Municipal de Mossoró, e tem como objetivo central discutir a criação e implementação de uma Política Municipal do Cuidado.

A audiência reunirá representantes de movimentos sociais, especialistas, gestoras públicas e a sociedade civil para debater estratégias que garantam suporte às mulheres em diversas frentes, incluindo saúde, assistência social e condições dignas de vida.

A proposta de construção da Política Municipal do Cuidado está sendo desenvolvida em parceria com o mandato da deputada estadual Isolda Dantas (PT), fortalecendo a articulação entre as esferas municipal e estadual para garantir a efetividade da iniciativa. “O cuidado precisa ser reconhecido como uma responsabilidade coletiva e um direito fundamental. Nossa luta é para que as mulheres e todas as pessoas que exercem atividades de cuidado tenham políticas públicas que assegurem dignidade e suporte”, destaca a vereadora Plúvia Oliveira.

A iniciativa busca fortalecer o compromisso do município com a igualdade de gênero e o reconhecimento do cuidado como um direito essencial. A participação da população é fundamental para a construção de propostas concretas que possam ser transformadas em ações efetivas.

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Câmara Municipal inicia nova legislatura com cheiro de mofo da República Velha

A Câmara Municipal de Mossoró inicia uma nova legislatura na próxima terça-feira. Nova do ponto de vista formal porque politicamente voltamos 100 anos no passado quando os atuais poderes de prefeito e presidente da Câmara Municipal estavam concentrados numa única pessoa: o chefe da intendência.

Isso mesmo.

Na República Velha (1889/1930) o prefeito era também presidente da Câmara e era chamado de chefe da intendência.

Mas porque a comparação? Se você é leitor assíduo do Blog do Barreto já entendeu no primeiro parágrafo, mas vamos lá: Allyson Bezerra (UB) governa Mossoró e exerce desde 1º de janeiro um controle jamais visto na Câmara Municipal.

Além de escolher quem seria o presidente, ele vai controlar a gestão do legislativo com a direção geral, a comunicação, as compras e as nomeações. Todas as pessoas responsáveis por estas áreas são pessoas da confiança do prefeito.

O presidente da casa, Genilson Alves (UB), cumpre apenas um papel formal de presidente. Quem dá as cartas de fato no legislativo é Allyson, o intendente tiktoker.

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Cassação de vereadores pode mais que dobrar presença feminina na Câmara de Mossoró

Os três processos de cassação que envolvem por fraude na cota de gênero podem gerar uma reviravolta na representatividade feminina na casa.

Se as chapas de MDB e PSD forem cassadas dos seis suplentes aptos a entrar três seriam mulheres: Aline Couto (PL), Heliane Duarte (Republicanos) e Ana Flávia Lira (PT).

Hoje a Câmara Municipal conta com apenas duas mulheres: Plúvia Oliveira e Marleide Cunha, ambas do PT.

A casa mais que dobraria em representatividade feminina saindo de duas para cinco.

O problema é que a Federação PT/PV/PC do B também enfrenta um processo semelhante, o que poderia impedir que as mulheres cheguem a assumir cinco cadeiras.

Inusitado

Em 2022, a Câmara Municipal viveu uma situação inusitada quando a chapa do PSDB foi cassada e Larissa Rosado perdeu o mandato para Marrom Lanches (então no DC). Um homem entrou na vaga de uma mulher por fraude na cota de gênero, que ironicamente, deveria incentivar a presença feminina na política.

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Presença de governistas infiltrados tumultua oposição

Há um discurso na opinião pública vinculada ao prefeito Allyson Bezerra (UB) de que a oposição estaria dividida. Mas a pergunta que se faz é: qual oposição?

De fato, só as vereadoras petistas Plúvia Oliveira e Marleide Cunha integram a oposição. Com boa vontade é possível incluir o bolsonarista Jailson Nogueira (PL).

Se for por este recorte há uma divisão de cunho ideológico.

Nisto eu concordaria.

Mas se incluir os vereadores Mazinho do Saci (PL), Cabo Deyvison (MDB) e Doutor Cubano (PSDB) a avaliação estaria errada.

Os três são governistas infiltrados na oposição para ocupar espaços nas comissões, tumultuar a bancada e ficar como espécie de “banco de reserva” na base governista.

Estão formalmente na bancada de oposição, mas atuam como legítimos integrantes da base governista. A agenda deles, é possível conferir nas redes sociais dos três, é de parlamentar da base.

Aí não é divisão. É atuação de infiltrado.

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Lawrence reage com desafio a acusações de governistas: “pronto, preparado e querendo”

O ex-presidente da Câmara Municipal Lawrence Amorim (PSDB) deu mostras de que não vai assistir em silêncio o trabalho de destruição de sua reputação promovido pelo prefeito Allyson Bezerra (UB) usando como porta-vozes o atual presidente da casa Genilson Alves (UB) e o líder governista Alex do Frango (PSD).

Nas redes sociais os dois aliados de Allyson foram desafiados por Lawrence. “PRONTO, PREPARADO E QUERENDO. Ao assistir coletiva de imprensa de hoje (31) do atual presidente (de direito) da Câmara Municipal de Mossoró, ver. Genilson Alves, vejo alguns pontos que precisam ser esclarecidos sobre as finanças da Casa e, para isso, encontro-me à inteira disposição. Assim, sugiro que a Câmara Municipal me convoque para tratar sobre esse ou qualquer outro assunto. Inclusive, gostaria de ser sabatinado pelos (a) vereadores”, desafiou.

Em seguida, Lawrence alfinetou o prefeito Allyson Bezerra que faltou aos debates na eleição do ano passado. “Não sou FROUXO para fugir de debates e muito menos uso outras pessoas para tirar o foco de graves problemas que atingem o povo de Mossoró, como o aumento abusivo do IPTU. Esse tipo de atitude de “usar terceiros” para se esconder de problemas é coisa de narcisista e, isso, eu não sou”, provocou.

Em seguida lembrou da gestão de Alex do Frango a frente do Abatedouro da Prefeitura de Mossoró. “Tenho acompanhado as entrevistas e manifestações do líder do governo ver. @alexdfrango e gostaria de saber se ele topa auditar as contas da Câmara Municipal e EU dar uma olhadinha nas contas e contratos do AFIM. Vamos fazer esse “acordo”, grande líder?”, propôs.

Lawrence tem sido acusado de ter deixado um rombo de R$ 4,5 milhões na Câmara Municipal, mas os detratores costumam omitir que o prefeito Allyson Bezerra deixou de enviar mais de R$ 14 milhões conforme relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Só em 2022 foram R$ 7,8 milhões.