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Lawrence afirma que recusa de pagamento de emendas é para garantir que só o prefeito apareça

Em contato com o Blog do Barreto o presidente da Câmara Municipal de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB) disse que o prefeito Allyson Bezerra (União) não permite que outros atores políticos brilhem na cidade.

A avaliação foi no contexto da dívida de R$ 43,9 milhões em emendas acumuladas pela gestão de Allyson. “Ao não pagar as emendas impositivas, a Prefeitura remaneja verba das emendas para onde quer  (a Prefeitura tem a maior margem de remanejamento do Estado, 25%), só para um só político parecer (o prefeito), e evitar dar visibilidade ao trabalho dos vereadores e das vereadoras”, analisou.

Para Lawrence ao se recusar a pagar emendas, o prefeito desvaloriza o papel do legislativo. “O não pagamento das emendas impositivas desvaloriza o trabalho do Poder Legislativo e tira a autonomia do parlamentar de contribuir com a execução orçamentária, indo de encontro ao que ocorre hoje, por exemplo, na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional”, disse.

“O não pagamento também impede que mais benefícios cheguem à sociedade, através de emendas a ONGs, por exemplo”, complementou.

O legislativo tem direito a 1,2% para indicar emendas impositivas ao Orçamento Geral do Município (OGM).

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Gestão de Allyson deve mais de R$ 43 milhões em emendas aos vereadores

A gestão do prefeito Allyson Bezerra (União) deve R$ 43,948 milhões em emendas impositivas aos vereadores de Mossoró. Desde que assumiu o mandato ele não pagou um centavo para investimentos sugeridos pelos parlamentares.

Os números são de um levantamento da Câmara Municipal que o Blog do Barreto teve acesso. Na última semana, o presidente da mesa diretora da casa, Lawrence Amorim (PSDB) trouxe o assunto à tona revelando em entrevista ao Podcast Conexão Oeste que a dívida girava em torno de R$ 30 milhões.

No entanto, a fala não contabiliza os números de 2024, daí o valor ser ainda maior que o relatado pelo presidente da casa.

O parlamento tem direito a 1,2% do Orçamento Geral do Município (OGM) para emendas impositivas que são recursos que deveriam ser aplicados com base em sugestões que os vereadores recebem da população nos bairros da cidade.

Ano passado o prefeito conseguiu aprovar a Lei complementar 192/2023 que dificulta a destinação das emendas impositivas para OnGs deixando que 50% sejam para saúde, 20% para educação, 20% para assistência social e 10% para outras áreas.

A gestão tem se apegado ao artigo 3º da LC para impedir o pagamento de emendas alegando “impedimentos de ordem técnica”.

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Lawrence diz estar formando grupo para “pensar Mossoró”

Pré-candidato a prefeito de Mossoró nas eleições deste ano, o vereador Lawrence Amorim (PSDB) afirma que está iniciando, com muito diálogo, a construção de um novo projeto para Mossoró. Segundo ele, há parcela significativa da população mossoroense que precisa ser ouvida, como entidades, segmentos, categorias e a população em geral.

“Estamos formando um grupo de pessoas para pensar o município de Mossoró, para que aquilo que está dando certo tenha continuidade e, aquilo que não foi feito, que poderia ter sido feito, que o Município teve as condições de fazer, mas não fez, seja implementado”, disse Lawrence, em entrevista terça-feira (14) à rádio 95 FM.

Ele acrescentou que Mossoró precisa ter um leque maior de pessoas pensando a cidade, que as decisões não sejam tão centralizadas. “Mossoró é um município muito grande, muito importante, polo de toda a uma região, e precisamos que Mossoró também esteja aberto a trazer parcerias. Seja de pessoas que estão dentro da política, com mandatos, seja de pessoas que podem contribuir através da sua dedicação, das suas ideias”, avaliou.

Propositivo

Segundo o pré-candidato, é necessário se pensar em projetos inovadores, “projetos que a gente pensa para o futuro da cidade, não desmerecendo aquilo que foi feito e aquilo que está sendo feito. Mas vendo o que pode ser melhorado, o que pode ser ampliado, o que pode ser executado para melhorar a nossa cidade”.

Ele também defende o alto nível do debate político na campanha eleitoral deste ano: “Acredito que o povo de Mossoró, a sociedade mossoroense, merece uma campanha propositiva de ambas as partes. Merece uma campanha em que se mostre o que pode ser feito por nossa cidade, e não uma campanha de ataques pessoais. Isso não interessa a população”.

 

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Allyson faz mobilização na mídia parceira para corroer imagem de Lawrence e jogar Marleide contra Isolda

O prefeito Allyson Bezerra (União) está incomodado com a possibilidade de uma candidatura robusta de oposição e já se movimentou para ativar a imprensa aliada para gerar desgaste para cima do presidente da Câmara Municipal Lawrence Amorim (PSDB), que caminha para construir um palanque unificado.

Outra estratégia é provocar uma crise interna no PT entre as duas principais lideranças do partido na cidade: a deputada estadual e presidente do partido Isolda Dantas e a vereadora Marleide Cunha.

Em relação a Lawrence a estratégia consiste em colar na imagem dele a pecha de incompetente por causa da crise financeira no legislativo causada pela redução dos repasses do duodécimo. Gente da mídia que até bem pouco tempo era só elogios ao tucano agora passa demonizá-lo sem qualquer constrangimento. Além disso, há em paralelo a tentativa de colar no presidente da Câmara a fama de “traidor”.

Já com o PT, tenta-se forjar a partir do noticiário palaciano a ideia de que Marleide terá a reeleição prejudicada pelo fato de a tendência interna de Isolda ter uma candidata, no caso Plúvia Oliveira.

A análise força a barra no sentido de vender a ideia de que Marleide vai ser minada. No entanto, a vereadora tem uma base eleitoral ligada a educação e ao Sindserpum onde Plúvia não entra nem se mexe neste sentido. A eleição de Plúvia está sendo mobilizada dentro dos movimentos sociais, cultura e amplia o alcance de votos através de apoios dos vereadores Pablo Aires (PV) e Carmem Júlia (MDB) que não vão disputar a reeleição.

Eleger Plúvia não “deselege” Marleide.

A reação da mídia palaciana é uma sinalização de que Allyson está preocupado com a capacidade de se formar uma frente de oposição mais competitiva do que o que vinha se desenhando até o mês passado.

 

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Lawrence rebate versão de Allyson e afirma que Prefeitura deve R$ 14,6 milhões a Câmara

A Prefeitura de Mossoró deixou de repassar à Câmara Municipal em duodécimo, nos últimos três anos, R$ 14 milhões e 678 mil. A revelação foi feita pelo presidente da Casa, Lawrence Amorim (PSDB), em live na noite de hoje (13), com base em levantamento do setor contábil-financeiro da Casa.

A manifestação rebate a versão propagada pelo prefeito Allyson Bezerra (União) de que o legislativo deve R$ 11 milhões ao executivo.

Segundo ele, o total se refere à diferença de 1% do cálculo do duodécimo, que é feito sobre a receita do Município. Em 2021, 2022 e 2023, a Câmara deveria ter recebido 6% da receita, mas a Prefeitura só repassou 5%, contrariando parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Lawrence apresentou, na live, documento do TCE em resposta a uma consulta do Legislativo, atestando o direito da Câmara de Mossoró receber 6% de duodécimo, porque o município tem população inferior a 300 mil habitantes.

O vereador informou que o Censo 2022 confirmou essa situação, ao comprovar ter sido equivocada a redução, oficializada em 2020, do duodécimo da Câmara de 6% para 5% e o aumento, por outro lado, de duas vagas de vereador.

“O Tribunal de Contas reconhece que não deveria ter havido a redução e que, em 2021, 2022 e 2023, a Câmara deveria ter recebido os 6%. Essa diferença de 1% soma mais de R$ 14 milhões”, disse o presidente da Câmara.

Segundo ele, essa situação, somada ao aumento em R$ 3 milhões com novos dois gabinetes parlamentares (2021 a 2023) e à falta de acordo da Prefeitura, motivou a Câmara, para não fechar as portas, a inserir outra receita do Município no cálculo do duodécimo, o que passou a receber.

Mas a Justiça, numa ação da Prefeitura, determinou que a Câmara parasse de ter direito a esses recursos, recebidos em 36 meses (R$ 8 milhões), e os devolvesse, em apenas um ano. “Além de não receber R$ 14 milhões, a Câmara está devolvendo R$ 8 milhões. Essa é a situação”, asseverou.

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Rompimento entre Allyson e Lawrence abre nova perspectiva no processo eleitoral de Mossoró

O prefeito Allyson Bezerra (União) e o presidente da Câmara Municipal de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB) estão oficialmente rompidos e a primeira consequência desta decisão é a entrada do tucano no jogo eleitoral majoritário.

Do ponto de vista institucional, Allyson não contará mais com a ajuda de um aliado no controle da pauta do legislativo. Isso facilita a vida da oposição para, por exemplo, emplacar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) sem riscos de manobras, como aconteceu no passado do parlamento mossoroense.

Além disso, Lawrence entra no jogo eleitoral para prefeito de Mossoró com potencial para unir a oposição. Ao longo dos últimos quatro anos ele conseguiu manter boas relações com petistas e bolsonaristas, o que faz dele um coringa no novo campo político que integra.

Além disso, ele conta com o apoio do poderoso presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Claro, que a entrada de Lawrence Amorim, não é garantia de mudança brusca no cenário de favoritismo do prefeito Allyson Bezerra, mas é um fato novo para os líderes da oposição avaliarem.

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Exclusivo: Allyson articula destituir Lawrence da presidência da Câmara

Na manhã desta sexta-feira foi realizada uma reunião de vereadores da situação a pedido do prefeito Allyson Bezerra (União) com o objetivo de destituir Lawrence Amorim (PSDB) da presidência da Câmara Municipal de Mossoró.

O objetivo é encontrar meios de retirar Lawrence do cargo e colocar Raério Araújo (União), 1º vice-presidente, como presidente da casa.

Raério é um conhecido defensor desesperado do prefeito no plenário e com isso Allyson controlaria o legislativo.

Outra possibilidade estudada é dissolver a mesa diretora e convocar novas eleições. “A ordem do palácio é destruir Lawrence”, disse a fonte do Blog.

O prefeito teme a instalação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) já que a oposição tem número suficiente para implantar uma e sem o controle da mesa diretora, Allyson teria dificuldades para fazer uma manobra e enterrar as investigações.

Outro lado

O líder do governo Genilson Alves (União) negou que a reunião tenha acontecido com o intuito de derrubar Lawrence. “Sempre nos reunimos, mas a minha intenção mesmo é apaziguar os ânimos”, garantiu.

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Presidente do PSDB anuncia candidatura de Lawrence a prefeito de Mossoró

Na manhã desta sexta-feira (10), antes do evento “Encontro com Tucanos Potiguares”, o presidente nacional do PSDB, senador Marconi Perillo teve uma conversa resrvada com o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim. De testemunhas apenas o deputado estadual Dr. Bernardo Amorim, e o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, ambos do PSDB.

Uma live que acontecerá na segunda-feira (13) deverá oficializar que Lawrence topará disputar o Palácio da Resistência, nas Eleiççoes deste ano. “O Lawrence será o futuro prefeito de Mossoró. Ele terá total apoio do PSDB Nacional, e aqui, Ezequiel e Dr. Bernardo se mostraram muito entusiasmado com a pré-candidatura dele”, discursou Marconi Perillo no evento, que aconteceu no Auditório Cortez Pereira, na Assembleia Legislativa, em Natal.

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PSDB pede para incluir Lawrence nas pesquisas para prefeito de Mossoró

A direção estadual do PSDB decidiu solicitar aos institutos de pesquisas eleitorais a inclusão, de agora em diante, do nome do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB), nas pesquisas à Prefeitura de Mossoró nas eleições 2024. Nesta quinta-feira (9), Lawrence conversou com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira e líder do PSDB Potiguar.

Para chegar à decisão, o PSDB considerou a avaliação, corrente na política local e estadual, que Lawrence Amorim é um quadro viável para a sucessão mossoroense.

Candidato a deputado federal mais votado da história de Mossoró (33.303 votos em 2022), Lawrence está no segundo biênio como presidente da Câmara.

Antes de ser vereador, foi por dois mandatos prefeito de Almino Afonso (Médio Oeste), onde, com grande aprovação de governo, foi reeleito e fez o sucessor.

Também se destaca na presidência da Câmara da sua terra natal, Mossoró. Agregador, é um dos raros políticos com acesso a todos os segmentos do município.

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Foro de Moscow

Foro de Moscow 8 mai 2024 – O rompimento político entre Allyson e Lawrence