O problema não é lançar o MCJ 2020 em 2019

 

19-08-2019 Lançamento da Cidade Junina 2020 -Pacífico Medeiros (160)
Só agora a prefeita faz lançamento do MCJ com antecedência (Foto: Secom/PMM)

Lançar o Mossoró Cidade Junina com antecedência deveria ser um costume antigo. Este operário da informação há anos cobra isso do poder público. Pena que só aconteceu agora abrindo espaço para a desconfiança de um caráter eleitoreiro da parte da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Gostei do tema do evento: “Eita, o Nordeste está todo aqui”. É uma sacada que casa com a localização privilegiada de Mossoró.

Lançado agora o evento já tem atrações agendadas como Alceu Valença, Zé Ramalho e Xandy Avião, mas o principal de tudo é o tempo para a rede hoteleira se planejar e vender pacotes.

Outro ponto positivo é o trabalho para captar recursos via as leis Câmara Cascudo e Rouanet.

O MCJ sofre com a redução nos últimos anos e não atingiu a meta ufanista da década passada de rivalizar com Campina Grande e Caruaru.

Senti falta do lançamento de editais de capitação de patrocínios. Quero crer que nos próximos dias eles vão aparecer no Jornal Oficial de Mossoró (JOM).

Com isso, será ainda mais inadmissível licitações em cima da hora.

Planejamento é importante e necessário.

Isto não é problema!

O que preocupa é a Prefeitura de Mossoró insistir em forçar versões por cima dos fatos como na questão do FGTS dos servidores, atrasos de pagamentos, problemas na saúde, infraestrutura, iluminação, trânsito, etc.

O lançamento antecipado do Mossoró Cidade Junina 2020 é visto com razão como uma jogada eleitoreira embora necessária por que só agora a ideia foi posta em prática.

É uma questão de timing (expressão do inglês usada para realizações no momento oportuno).

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Câmara Municipal deve acumular pelo menos oito mudanças partidárias até o fim do ano

É uma questão de sobrevivência política. Sem coligações proporcionais e em partidos esvaziados, os vereadores de Mossoró devem deixar seus partidos nos próximos dias.

Uns, como João Gentil (que trocou o PV pelo Patriotas) e Aline Couto (que trocou o PHS pelo Avante), já estão em novas agremiações após um período longo com o status de “sem partido”.

Outros como Genilson Alves (PMN), Raério Araújo (PRB) e Alex do Frango (PMB) se articulam para mudar de siglas mediante liberação dos dirigentes partidários.

Genilson tem destino incerto. Já Raério e Alex devem ir respectivamente para PSD e PV com a missão de organizar suas respectivas nominatas.

O trio do PSD Emílio Ferreira, Maria das Malhas e Toni Cabelos vai migrar para um partido (juntos ou não) da base de apoio da prefeita Rolsalba Ciarlini (PP).

A lista pode aumentar por causa da quantidade de parlamentares em agremiações esvaziadas.

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Vereador vai assumir comando partidário

O vereador Raério Araújo vai trocar o PRB pelo PSD do ex-governador Robinson Faria (PSD) que está sob orientação política do empresário Tião Couto (PL) dentro do cenário político mossoroense.

Raério aguarda liberação do PRB para fazer a mudança partidária. O objetivo é organizar no PSD uma nomita capaz de eleger pelo menos dois vereadores em 2020. “Tenho um grupo de 25 nomes que vão para a disputa”, frisou.

O vereador está tentando quebrar o histórico de dificuldades que parlamentares encontram para formar nominatas em Mossoró. “A diferença é que tenho mantido contatos com o pessoal”, avaliou.

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Rosalba governa sem contraponto político

Rosalba se dá ao luxo de fazer uma gestão pífia sem ser incomodada (Foto: autor não identificado)

Em um ano estaremos começando o período de 45 dias que vai definir se Rosalba Ciarlini (PP) segue ou não prefeita de Mossoró. É uma eleição decisiva para ela e seu clâ político.

A oposição não-Rosada nunca esteve com tantas condições de abater a mais tradicional família política de Mossoró nas urnas. Mas a falta de coesão, organização e foco facilita a vida de Rosalba Ciarlini que se dá ao luxo de fazer uma gestão sofrível sem ser incomodada.

Sem contraponto, a prefeita tem fôlego para juntar um punhado de obras improvisadas, anúncios de última hora e fazer propaganda enganosa com a folha de pagamento nas redes sociais.

É como se existisse um temor em criticar a prefeita. Ninguém ousa fazer o contraponto deixando na orfandade um eleitorado grande que quer encontrar um líder político para chamar de seu.

Na pré-campanha de 2018, alertei que os principais candidatos ao Governo do Estado erravam quando cortejavam uma prefeita visivelmente desgastada. Havia um eleitorado órfão.

Resultado: quem ganhou o apoio de Rosalba perdeu a eleição tanto em Mossoró como no Estado.

Alguém precisa começar a pôr o dedo na ferida desta gestão.

Assunto não falta.

O contraponto é fundamental para elevar a qualidade do debate político em Mossoró.

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Grupo de partidos se articula para atuar como bloco eleitoral em 2020

Entrevistado hoje no Meio-Dia Mossoró da 95 FM o vereador Rondinelli Carlos (PMN) disse que seu partido está se organizando para atuar em bloco nas eleições 2020 com o Cidadania (antigo PPS) e o PSC.

“A gente está conversando. Sabemos que nas eleições do próximo ano não teremos coligações proporcionais, mas a gente pode se unir em torno de uma pauta”, explicou.

O vereador disse que não tem dificuldades em conversar com qualquer grupo político muito embora a prioridade seja aliança com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

“O projeto é juntar esses partidos e fazer parte da base de sustentação do Palácio da Resistência”, frisou.

Frente

O vereador também avaliou implantação na última quinta-feira da Frente Parlamentar e Popular em Apoio aos Criadores de Mossoró. “Estamos fazendo um trabalho que via fortalecer os criadores. A inclusão de Mossoró no SISBI (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal) permitirá avanços nos próximos anos. Teremos reuniões mensais”, acrescentou.

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Larissa 2020 é mais “cavada” que possibilidade

Sandra e Larissa terão ano decisivo em 2020 (Foto: arquivo)

É indiscutível que a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) ainda é a segunda maior eleitora de Mossoró. Isso mesmo apesar de não vencer uma eleição desde 2010.

Esta condição se deve muito mais ao fato das lideranças políticas de Mossoró sem sobrenome Rosado ainda não estarem consolidadas.

Na condição de neorosalbista, o grupo da mãe de Larissa, a vereadora Sandra Rosado (PSDB), perdeu protagonismo na política mossoroense. Este espaço hoje ocupado pela ex-deputado a cada dia assume contornos de vácuo que tende a ser ocupado pelos deputados Allyson Bezerra (SD) e Isolda Dantas (PT), além dos empresários Tião Couto e Jorge do Rosário (ambos do PL).

Se o grupo de Sandra está acomodado dentro da base rosalbista por que cargas d’água ele permite que o nome de Larissa seja especulado? O desejo incontido é de vê-la na vaga de vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Sabe-se que em 2020 a prefeita vai precisar de um vice mais representativo do que em 2016 quando se deu ao luxo de pôr a desconhecida Nayara Gadelha (PP) como companheira de chapa.

São constantes os boatos de que Larissa seria candidata a prefeita em 2020 com o beneplácito do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Pode ser? Pode, mas não creio.

O que existe é uma “cavada” para valorizar o passe de Larissa e o grupo de Sandra não tem condições políticas e financeiras de engrossar o diálogo com o rosalbismo que por sua vez pode usar pode usar esses boatos como justificativa para romper com o sandrismo, caso julgue ser estratégico se afastar desta ala da família Rosado.

Nota do Blog: o pessoal de Larissa chegou a espalhar que divulgaria uma pesquisa incluindo o nome da ex-deputada como candidata a prefeita em 2020. Até hoje os dados não foram divulgados se é que foram coletados.

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Evangélicos projetam indicar candidato a vice e cadeiras na Câmara Municipal

Evangélicos estão de olho nas eleições 2020 (Foto: extraída do Blog de Cleiton Albino)

Blog do Cleiton Albino

Novos nomes evangélicos poderão entrar na disputa pela vaga na câmara municipal de Mossoró nas eleições em 2020.

O segmento evangélico estuda lançar vários nomes para a disputa da câmara, e brigará pela vaga de vice-prefeito na chapa maioritária.

O suplente de vereador Lamarque Oliveira, atingiu a marca de 1.471 votos, na eleição passada, não obteve êxito, porém foi o candidato evangélico mais bem votado nas eleições de 2016, ele novamente sairá candidato.

Ramilson Martins Peixoto ”Mimil”, filho do Pastor Rilton Peixoto, atingiu média 1.290 votos na eleição passada, é outro que novamente entrará na disputa.

O empresário Paulo Igor, pela primeira vez disputará uma vaga na câmara, ele receberá o apoio do deputado estadual Allyson Bezerra do Solidariedade.

O ex-vereador Daniel Gomes, poderá lançar a sua esposa Beniza Mendes, para concorrer uma vaga na câmara municipal. Daniel Gomes foi vereador três mandatos em Mossoró, na eleição passada ele atingiu média 1.281 votos, ele detém uma parcela no eleitorado evangélico mossoroense.

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Jorge do Rosário cobra mais diálogo de Rosalba com a sociedade: “A prefeita precisa liderar Mossoró”

Jorge cobra mais diálogo da prefeita (Foto: Blog do Barreto)

Possível candidato de Mossoró, Jorge do Rosário (PL), declarou em entrevista ontem ao Meio-Dia Mossoró que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem pecado pela falta de diálogo com os diversos setores da sociedade.

“Sou do setor produtivo e nós temos uma grande dificuldade em manter um diálogo com a prefeita. Temos como colaborar se formos ouvidos. A cidade tem muitos problemas e a prefeita precisa liderar Mossoró”, frisa.

Jorge comparou a diferença de comportamento entre Rosalba e a governadora Fátima Bezerra (PT) no quesito diálogo: “A governadora já tem uma facilidade de dialogar com os sindicatos porque é a origem dela, mas também tem mantido conversas com o setor produtivo e isso tem ajudado bastante ela na construção de soluções”, argumentou.

Questionado se a prefeita teria um perfil autoritário, Jorge disse que não. “A prefeita é uma pessoa simples, conheço ela e posso garantir que ela não é autoritária”, avaliou.

Ao analisar a gestão de Rosalba, Jorge do Rosário ponderou que ela recebeu a cidade em péssimas condições de seu antecessor. “A prefeita recebeu a cidade no caos e melhorou algumas coisas, mas é muito pouco”, disse.

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