Pré-candidato a prefeito de Mossoró está no rumo de perder principal aliado no RN

Principal nome do bolsonarismo no Rio Grande do Norte o deputado federal General Girão (ainda no PSL) em conversa com o Blog do Barreto não escondeu a decepção com o novo presidente do PSL potiguar Daniel Sampaio, pré-candidato a prefeito de Mossoró.

Ao ser questionado se estaria retirando o apoio a Daniel Sampaio, ele disse que algumas decisões tomadas por Daniel não condizem com sua conduta política, mas que a parceria está sendo avaliada. “Amigo, ainda está muito cedo para tal. Mas, os rumos adotados por ele, estão meio fora do que penso. Vamos avaliando. Assim entendo que deve ser a política”, frisou.

Na semana passada, Girão gravou um vídeo anunciando que estaria retirando alguns apoios nas eleições municipais e os colando sob avaliação. A posição foi repercutida no Blog Diário Político.

Sem querer estender a conversa sobre este assunto ele disse que muita coisa precisa mudar na política potiguar. “Não cabem mais especulações, no momento. Estamos construindo uma forma diferente. O mesmo do mesmo, nos deixou onde estamos. Identificamos muita coisa a ser mudada na forma da política potiguar e nacional. O trabalho será longo. Temos uma certeza: não nos interessa o Dinheiro Público. Este, deve ser destinado para servir ao Público, e não aos políticos. Lamentamos quando ouvimos dizer sobre percentuais cobrados na liberação de recursos e realização de obras. Isso precisa mudar”, analisou.

Girão pediu autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para deixar o PSL que por sua vez abriu processo para expulsá-lo do partido. O deputado do RN articula a fundação do Aliança pelo Brasil, partido do presidente Jair Bolsonaro.

Nota do Blog: Daniel Sampaio está no rumo de perder o apoio de Girão, repito, principal nome do bolsonarismo no Rio Grande do Norte. Mas muita coisa pode mudar.

Compartilhe:

Uma aliança possível

PT e PSB são parceiros políticos em nível estadual desde as eleições de 2018. Para 2020 a repetição da aliança vai depender da conjuntura de cada município.

Em Natal, caso a deputada federal Natália Bonavides insista em não ser candidata mesmo tendo um nome competitivo o PT vai ter que buscar alternativas.

Por enquanto as apostas seriam o senador Jean Paul Prates e o médico Alexandre Mota. O problema é que ambos não apresentam bom desempenho nas pesquisas.

Restaria ao PT apoiar algum nome de outro partido.

Neste caso há quem defenda internamente que o PT apoie o deputado estadual Hermano Morais (PSB), que em 2012 foi ao segundo turno contra Carlos Eduardo Alves (PDT).

Hermano é competitivo.

Eis uma aliança possível.

 

Compartilhe:

PROS reúne mais de 200 filiados em Natal

Mais de 200 filiados e lideranças políticas de diversas regiões do Estado atenderam ao convite do presidente regional do PROS/RN, Jaime Calado, e prestigiaram a primeira reunião no espaço Cuxá (anexo ao antigo Hotel Residence).

O presidente Jaime Calado fez a abertura e falou sobre o planejamento do partido para as eleições 2020 e demais assuntos da conjuntura política estadual e de interesse do partido.

A senadora Zenaide Maia fez questão de falar sobre o fortalecimento do partido e que fará questão de estar no palanque dos candidatos que estiveram apoiando sua candidatura ao Senado Federal. Zenaide também comentou sobre seu primeiro ano de trabalho no Senado Federal e afirmou que o seu olhar é para o bem estar da população do RN e do Brasil.

O PROS-RN apresentou, através da palestra do assessor jurídico, advogado Leonardo Braz, uma breve palestra sobre o calendário eleitoral.

Para o presidente do PROS-RN, Jaime Calado, o evento superou todas as expectativas. “Satisfação total com relação ao evento, onde inicialmente estava esperando 70 pessoas, depois dobrou para 140 e terminou com mais de 200 pessoas de várias cidades do RN. O nosso partido já tem quatro prefeitos e deverá, no pleito deste ano, ter mais de 20 prefeitos candidatos e centenas de vereadores. Não queremos ser o maior partido, mas também não queremos ser o menor. Vamos ter um partido que tem como meta a melhoria da qualidade de vida da população”, acrescentou com muita emoção o Presidente do PROS-RN.

Compartilhe:

O mau humor dos natalenses materializado em números

Resultado de imagem para mau humor

O natalense segue de mau humor com os políticos. Nas três esferas de poder a pesquisa do Instituto Seta divulgada ontem mostra que há insatisfação.

O prefeito Álvaro Dias (MDB) tem 44% de desaprovação com aprovação de 33%. A desaprovação da governadora Fátima Bezerra (PT) é de 50% enquanto que 59% dos natalenses avaliam o presidente Jair Bolsonaro de forma negativa.

Nas intenções de voto para prefeito ninguém/branco/nulo mais não sabe não respondeu superam a casa dos 50% mais que o triplo das intenções de voto do líder nas pesquisas Álvaro Dias.

A vida não está fácil na capital. Ponta Negra não tem o mesmo charme de antes, ABC e América amargam a quarta divisão, o trânsito segue insuportável apesar de todas as obras, etc.

Prato cheio para abrir espaço para outsiders e ícones da mídia local como Bruno Giovani, o BG.

Esse desprezo pelos governantes e pré-candidatos é um recado duríssimo para a classe política.

Compartilhe:

PROS reúne filiados em Natal

Jaime Calado é presidente do PROS (Foto: divulgação)

O PROS RN (Partido Republicano da Ordem Social – Regional RN) vai realizar amanhã, sexta-feira (14), em Natal, sua primeira reunião de 2020. O partido está convidando todos os seus filiados e lideranças políticas de diversas regiões do Estado, para uma reunião a partir das 14h, no espaço Cuxá (anexo ao antigo Hotel Residence), na capital potiguar.

Na ocasião, o presidente regional do PROS/RN, Jaime Calado, irá falar sobre o planejamento do partido para as eleições 2020 e demais assuntos da conjuntura política estadual e de interesse do partido. A senadora Zenaide Maia confirmou presença.

Outro importante momento da reunião será a palestra do assessor jurídico do Pros/RN, o advogado Leonardo Braz, sobre os pontos mais relevantes do calendário eleitoral deste ano.

“Será um momento de grande importância para nosso partido, no qual iremos discutir assuntos pertinentes, tirar dúvidas e, principalmente, realizar a integração de todos”, declarou o presidente Jaime Calado.

Compartilhe:

Pesquisa mostra cenário eleitoral embolado em Natal

A pesquisa realizada pelo Instuto Seta realizada pelo Instituto Seta aponta um cenário embolado na capital do Rio Grande do Norte.

O atual prefeito Álvaro Dias (MDB) lidera todas as sondagens, mas sem ultrapassar a casa dos 15% enquanto os demais candidatos ficam embolados abaixo das duas casas decimais.

O jornalista Bruno Giovani, editor do Blog do BG, segue aparecendo entre os mais citados.

Confira os cenários:

Cenário 1

Cenário 2

A pesquisa também avaliou o item rejeição. Nenhum dos nomes cotados apresentou rejeição alta:

O Instituto Seta foi às ruas de nos dias 5 e 6 de fevereiro entrevistando 700 eleitores de todas as zonas eleitorais de Natal. A pesquisa tem intervalo de confiança (nível de significância) de 95% com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é de número RN-02069/2020.

Compartilhe:

Uma eleição decisiva para o clã Rosado em Mossoró

Por Bruno Barreto*

O ano de 2020 pode marcar uma virada de chave na história política de Mossoró. Salvo duas curtas interrupções (Antônio Rodrigues de Carvalho em 1968 e Francisco José Junior na eleição suplementar de 2014) nos últimos 72 anos a capital do Oeste foi governada por alguém com sobrenome Rosado ou apoiado, quando a legislação não dava brechas, pelo clã político.

Após viver o auge de seu poderio político quando chegou a ter dois deputados federais, dois estaduais, senadora e depois governadora, além do comando de sempre na Prefeitura de Mossoró e representantes na Câmara Municipal a oligarquia está em declínio.

Se divididos conquistaram muito poder, agora com suas mais tradicionais facções ajuntadas, os Rosados nunca estiveram tão fragilizados.

Tudo fruto de uma disputa fraticida após a emblemática eleição de 2012 e pela pífia passagem de Rosalba Ciarlini pelo Governo do Estado. Os Rosados não conseguem cadeiras na Assembleia Legislativa há dez anos. A única vaga de deputado federal foi assegurada por meio de uma controversa disputa jurídica.

Outrora poderosa liderança política Sandra Rosado não consegue montar uma nominata de vereador no PSDB. Nem mesmo emplacar a filha Larissa Rosado como vice na chapa governista é uma realidade plausível.

A outra ponta do clã é liderada com mão de ferro por Carlos Augusto Rosado. Sua esposa Rosalba Ciarlini repete na quarta passagem pelo Palácio da Resistência o mau desempenho que teve no Governo do Estado. Sem uma situação econômica favorável e no auge da decadência da indústria petrolífera, Rosalba tem um acerto de contas com a história em 2020. Hoje paga como gestora o preço por não ter planejado, quando tinha condições para isso, alternativas para a economia local.

Não por acaso sua desaprovação é alta na capital do Oeste e seu principal trunfo é a fragmentação da heterogênea oposição local que hoje ostenta seis pré-candidatos, sendo três à direita e três à esquerda.

Se Mossoró tivesse segundo turno (prerrogativa para cidades com mais de 200 mil eleitores) cravaria que a mítica prefeita sofreria a primeira derrota de sua vitoriosa carreira política.

De toda forma o risco da derrota é real e pode significar o fim de uma das maiores dinastias políticas do Rio Grande do Norte.

*Artigo publicado no Jornal Agora RN.

Compartilhe:

A pré-campanha virou campanha

Por João Miras*

Se tem uma coisa certa no Brasil é que a lei eleitoral vai mudar para a próxima eleição. Sim, senhores, pasmem, a legislação eleitoral brasileira mudou 14 vezes nos últimos 40 anos. Isso sem contar as resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que são expedidas a cada pleito. Somando as duas, eis que temos 34 mudanças em 40 anos. Estou nessa estrada aí esse tempo todo, desviando dos buracos. Por isso me arrisco a fazer prognósticos — o que farei a seguir.

Agora, você que gosta de criticar políticos, candidatos e assessores em geral, ponha-se no lugar desses caras e verá que eles são pessoas soltas numa floresta sem bússola a cada campanha. É preciso estudar a cada campanha todo o cipoal legislativo e adaptar-se.

No pleito deste 2020, não será diferente. A lei, que já havia mudado na última eleição, de 2018, acaba de receber sua resolução do TSE e, assim, nós, comunicólogos, temos que nos adaptar e recriar nossas técnicas e produtos para implantarmos nossos projetos de comunicação. Mas esse é o nosso ofício: se recriar. Então let’s go to work!

Estou envolvido em alguns trabalhos e experimentando as possibilidades da nova lei e suas resoluções. Como já estou com a mão na massa, tenho uma primeira conclusão sobre o processo eleitoral deste ano. Com a nova permissão de “trabalhar a pré-campanha” — coisa que antigamente era proibido —, e com o excesso de proibições do chamado “período alto” ou “campanha” propriamente dita somado à queda de audiência da televisão tradicional, me arrisco a afirmar que, por conta da nova legislação, a pré-campanha virou a campanha.

Na pré-campanha, o chamado pré-candidato pode fazer “declaração pública de pretensa candidatura”, ou seja, o cidadão pode andar nas ruas com seus apoiadores, abordar cidadãos e se apresentar como pré-candidato, o que dá na mesma que ser candidato. Só não pode “pedir voto”, segundo a nova lei. OK. Nenhum problema. O corpo a corpo está feito.

Pode também, na pré-campanha, fazer a “exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos em público, em meios de comunicação e/ou redes sociais”, ou seja, pode fazer propaganda de si mesmo nas mídias e nas redes sociais, que são hoje o novo campo de disputa de espaço social e apoios. Ótimo. Liberdade.

Pode também o “pedido de apoio político (desde que não haja pedido de voto)”, como dissemos acima, e a “participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos”, ou seja, tema livre e campo livre para entrevistas.

Pode a “realização de prévias partidárias e a respectiva distribuição de material informativo, a divulgação dos nomes dos filiados que participarão da disputa e a realização de debates entre os pré-candidatos (proibida a veiculação ao vivo)”, e nesse caso está implícito até que se pode produzir materiais publicitários em geral para a ação das prévias, o que é um grande espaço promocional indireto também para o pré-candidato.

Pode a “divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos (desde que não se faça pedido de voto)”, portanto vereadores e prefeitos pré-candidatos podem distribuir material impresso e por redes — com balanços e prestações de contas de suas atuações.

Pode a “divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais” e a “realização, a expensas de partido político, de reuniões de iniciativa da sociedade civil, de veículo ou meio de comunicação ou do próprio partido, em qualquer localidade, para divulgar ideias, objetivos e propostas partidárias (proibida a veiculação ao vivo)”. E, ainda, “os eventos partidários devem ser realizados em ambiente fechado (encontros, seminários ou congressos) e são destinados à organização dos processos eleitorais, discussão de políticas públicas, planos de governo ou alianças partidárias visando às eleições, podendo tais atividades serem divulgadas pelos instrumentos de comunicação intrapartidária”. Nestes itens, temos a liberação para que tudo que se compreende por uma campanha política tradicional, clássica, seja feito.

Isso sem contar as duas principais mudanças: a primeira é a livre utilização de redes sociais quando sabemos hoje que o marketing digital é a grande mídia desta era da tecnopolítica e que, diga-se, todos os grandes consultores políticos têm desenvolvido grandes estratégias e produtos para o novo universo audiovisual.

E a segunda e maior mudança: não há limitação de gastos, o que facilita para o candidato que tenha recursos próprios o investimento em algumas ações comunicacionais, por exemplo.

Por conta dessa constatação, do novo campo que se abriu para a compreensão do que seja uma campanha eleitoral nos dias de hoje, afirmo que os candidatos que “bobearem” podem ficar pra trás definitivamente. Se você é candidato, não perca tempo: daqui há 10 dias pode ser tarde. Tem vários carros que já largaram na sua frente e desviaram de buracos que você ainda pode cair. Estão conhecendo a estrada nova enquanto você está decidindo a calibragem dos seus pneus.

*É publicitário e estrategista de marketing político eleitoral de governos e partidos.

Compartilhe:

Partido com 32 candidatos a vereador ainda não tem rumo definido na majoritária

O presidente do Cidadania (antigo PPS) Nicodemos Fernandes conversa com o Blog do Barreto informou que o partido já está com nominata organizada com 32 nomes sendo dez mulheres para disputar cadeiras para a Câmara Municipal.

“Estamos com nomes de vários segmentos. Vamos fazer um trabalho para manter esta nominata”, frisa.

Ele disse ainda que não serão aceitos vereadores em exercício de mandato. “A ideia é concorrer sem vereadores com mandato”, garantiu.

No entanto o destino na majoritária está em aberto. “Não estamos fechados com ninguém. Quando as candidaturas forem postas a prefeito e vai ser uma decisão de todos os pré-candidatos. Não temos qualquer definição”, declarou.

A legenda está organizada como diretório com validade até 2021.

Compartilhe: