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Confira os números da pesquisa Blog do Barreto/TS2 para deputado federal e estadual em Pau dos Ferros

A pesquisa TS2 Soluções realizada em Pau dos Ferros também avaliou a intenções de voto para deputado federal e estadual.

Os mais lembrados foram Natália Bonavides (PT) e Getúlio Rego (DEM). Confira os números:

A pesquisa foi realizada nos dias 27 e 28 de abril na cidade de Pau dos Ferros ouvindo 589 eleitores. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

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Nenhum nome empolga para o Senado em Pau dos Ferros, aponta pesquisa Blog do Barreto/TS2

A pesquisa realizada pelo Instituto TS2 Soluções apontou que nenhum dos nomes cotados para o Senado empolga o eleitor pauferrense.

Ninguém alcançou 10% de intenções de votos. Confira os números:

A pesquisa foi realizada nos dias 27 e 28 de abril na cidade de Pau dos Ferros ouvindo 589 eleitores. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

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Fátima e Lula lideram em Pau dos Ferros, aponta pesquisa Blog do Barreto/TS2

O Instituto TS2 Soluções em parceria com o Blog do Barreto avaliou a intenção de voto para governador e presidente da República na cidade de Pau dos Ferros.

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o ex-presidente Lula (PT) são os preferidos.

Confira os números:

A pesquisa foi realizada nos dias 27 e 28 de abril na cidade de Pau dos Ferros ouvindo 589 eleitores. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

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Por que Ciro Gomes aposta no antipetismo?

Ciro aposta no antipetismo (FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)

Por Glenn Greenwald*

Ao longo dos últimos seis meses, uma questão tem confundido a esquerda: o que Ciro Gomes está fazendo? Isso não significa necessariamente que discordem de suas declarações, apesar de frequentemente discordarem, mas que não entendem a lógica de sua estratégia. Não é necessário concordar com a estratégia de Ciro para entendê-la.

Para se falar das ações de Ciro devemos começar pela questão principal: Ciro Gomes quer ser presidente do Brasil. Não duvido que ele creia sinceramente ser a opção mais qualificada para superar tanto as crises estruturais de longa data quanto as novas patologias herdadas do bolsonarismo. Ele acredita que governaria o Brasil melhor do que Lula, Bolsonaro ou qualquer outro.

Ciro foi um prefeito e um governador popular e de prestígio, além de ter ocupado uma cadeira no Congresso. Foi ministro, advogado constitucionalista, professor universitário, pesquisador visitante em Harvard e autor de três livros sobre política, e comandou uma empresa no setor privado.

Parece claro que ele ainda alimenta uma última ambição: ser presidente. Não é uma ambição surpreendente para alguém que foi eleito deputado estadual aos 26 anos de idade, prefeito de uma capital aos 32 e governador aos 33. E que respira política desde então. Para alguém com essa trajetória, a Presidência é apenas o próximo destino, e todo o esforço dos últimos anos é nesse sentido.

Mas existe um obstáculo no caminho de Ciro rumo à Presidência: Lula. E, para Ciro, Lula não é apenas o maior obstáculo para o sucesso em 2022, mas é também quem o impediu de realizar essa ambição até hoje.

Na primeira candidatura de Ciro à Presidência, em 1998, ele disputou o voto anti-FHC com Lula e acabou em terceiro. Em 2002, viu Lula aglutinar a esquerda e ficou em quarto. Em 2010, depois de servir ao governo Lula em vários cargos importantes, acreditava, com bons motivos, que teria o apoio do então presidente, mas foi preterido por Dilma Rousseff. Em 2018, mesmo preso, Lula bloqueou mais uma vez o caminho de Ciro ao apoiar não o seu nome, mas o de Fernando Haddad, amargando mais uma vez o terceiro lugar.

Quando se ouvem as entrevistas de Ciro ao longo dos anos, não é difícil entender a sua visão dos últimos 20 anos: apesar de ter apoiado Lula e até mesmo o PT e criticado ferozmente o impeachment de Dilma em um momento em que essa não era uma posição popular, ele viu suas aspirações presidenciais repetidamente sabotadas. E tanto em 2010 quanto em 2018 foi preterido por candidatos que, na sua visão, eram bem menos experientes e capazes do que ele e, no caso de 2018, com menos chances de vitória.

É, portanto, perfeitamente racional que Ciro conclua que, se quer realmente ser presidente, não pode contar com o PT. Na verdade, é o oposto: ele tem de encontrar uma maneira de superar, ultrapassar ou derrotar o PT. Ele aprendeu a lição de que o Partido dos Trabalhadores não será o veículo que vai levá-lo à Presidência. Ao contrário, é um obstáculo.

Em outras palavras, Ciro não chegará à Presidência apoiando ou apoiado pelo PT ou Lula. Especialmente agora que a candidatura de Lula em 2022 está cada vez mais certa. Assim, quanto mais próximo Ciro estiver do PT, mais distante estará a sua vitória.

A esquerda ainda se surpreende com a retórica anti-PT de Ciro, cada vez mais intensa. Mas que outra escolha ele tem, se quer vencer? Por que Ciro se convenceria de que ele não deve alienar petistas? Por definição, eles não votarão nele, mesmo que gostem dele. Os petistas não votarão em Ciro. Ponto final.

As pesquisas, e o senso comum, sugerem que será muito difícil evitar um segundo turno entre Lula e Bolsonaro. Isso se torna ainda menos provável se houver mais de um candidato se apresentando como terceira via. Essa alternativa só será viável se ela unir o antibolsonarismo de centro-direita e o antipetismo de centro-esquerda. Chave nessa equação são os chamados “centristas pró-democracia” que assinaram um manifesto recentemente, entre eles João Doria, Luiz Henrique Mandetta, Luciano Huck e Eduardo Leite.

Ciro tem um argumento convincente de que é o melhor nome para unir esse campo: todos os outros estão por demais à direita (tendo, inclusive, votado em Bolsonaro) para ser capazes de aglutinar votos da centro-esquerda, ao passo que Ciro pode alcançar esse eleitorado. Mas, se quer alcançar o eleitorado de centro-direita, Ciro precisa se distanciar de Lula e do PT, mesmo que para isso precise se recusar a reconhecer o fato de que Lula seria melhor do que Bolsonaro.

Independentemente de todo o resto, com Lula no páreo, Ciro não tem nenhuma chance de atrair o voto do PT e de seus aliados, não importa o que diga ou faça. É muito difícil imaginar um cenário em que a estratégia de se colocar como o nome de unidade do “Centrão” funcione e lhe dê a vitória, mas, diante da conjuntura, esta é a sua única opção.

*É jornalista vencedor do Prêmio Pulitzer. Texto extraído da Revista Carta Capital.

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Antibolsonarismo será a principal força política de 2022 no RN

Cientista social analisa peso do antibolsonarismo nas eleições 2022 (Foto: Web/autor não identificado)

Por Daniel Menezes*

Os agentes políticos começaram a fazer especulações típicas de ano pré-eleitoral no Rio Grande do Norte. Porém, pelo que circula, a principal força de 2022 vem sendo secundarizada. Isto é, são avaliações despojadas de realismo minimamente concreto.

Não há cálculo político válido para 2022, que desconsidere a força do antibolsonarismo. Pelas pesquisas, 2022 será Bolsonaro contra Fora Bolsonaro. Até o presente momento, os que querem que ele saia do poder estão em maior número.

E as perspectivas para 2022, porém, não permitem imaginar uma virada. A economia não se recuperará até lá. O contexto eleitoral será produzido em uma situação de desemprego e fome. E contra barriga vazia e desalento, caros leitores, não tem fake news que dê jeito.

Não que a base do presidente não tente. Ser militante do bolsonarismo hoje implica em se constituir como um mentiroso obstinado – o Brasil é exemplo em vacinação, a respeita brasileira é um show na pandemia, a economia se recupera, o presidente é um líder exemplar e por aí vai. Mas a realidade não é mero detalhe. Não terá como o presidente Jair Bolsonaro dizer que não tem nada a ver com nada, se comportando como oposição, porque ele está sentado na principal cadeira do país. Ele foi eleito para resolver e não para culpar o sistema durante quatro anos.

A base bolsonarista terá alguma força nos espaços das grandes cidades, em especial em Natal, grande Natal e Mossoró. Ainda assim, hoje ela segue se desmilinguindo. Diante dos interesses locais, qual o deputado federal ou estadual, que vinculará seu nome ao de um presidente mal avaliado? A maioria não colocará sua competitivdade em risco em face disso. Não é assim que funciona.

Pelas pesquisas recém publicadas, o que cresce, na verdade, é o pensamento retrospectivo. “No tempo de Lula” existia emprego e as pessoas tinham comida na mesa. E, cabe enfatizar, estamos no nordeste, reduto do ex-presidente, que agora tem os seus direitos políticos plenamente estabelecidos.

A estratégia de vincular a candidatura ao nome de Bolsonaro poderá funcionar nas proporcionais em situações específicas em que o postulante tem ligação com o bolsonarista raiz. Só que não terá a menor chance no âmbito das majoritárias, ou seja, governo e senado. Caminhar com o radical que nos comanda será, se a conjuntura não mudar da água para o vinho, garantia de derrota.

Portanto, muita calma nessa hora. O que temos, na verdade, é gente oferecendo gato por lebre numa valorização do próprio passe estabelecida em pura fumaça. E, ora, na medida em que a eleição se aproximar e o nevoeiro passar, a correlação de força será percebida pelos agentes em disputa. Se não há mais bobo no futebol, imagine na política.

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

*É cientista social.

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O nome natural para enfrentar Fátima em 2022

Styvenson é nome natural para o Governo (Foto: reprodução/Redes Sociais)

Fala-se bastante, a ponto de beirar um clichê, que a governadora Fátima Bezerra (PT) não tem adversários para 2020.

Adversário ela tem e é o que se chama de candidato natural: trata-se do senador Styvenson Valentim (Podemos). Desgastado por algumas mancadas políticas, ele não pode ser subestimado.

Na pesquisa TS2 encomendada pela TCM e pela CDL ele aparece em segundo lugar com 14,32% da preferência d eleitorado mossoroense contra 33,69% da governadora.

As últimas pesquisas realizadas em Natal no final do ano passado apontam um cenário de polarização entre a governadora e o senador.

O próprio Styvenson admitiu duas vezes (setembro de 2020 e março de 2021) que pode disputar  cargo.

Ele é o adversário posto para Fátima numa polarização que deixaria de fora as oligarquias. Daí boa parte das análises insistem em ignorar esse fato.

Os oligarcas ainda não conseguiram construir uma postulação competitiva.

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A disputa para o Senado mais aberta da história recente do RN

Disputa pelo Senado está em aberto (footomontagem Blog do Barreto)

As eleições 2022 estão distantes para o eleitor, mas para os políticos elas “são logo ali”. Mas chama atenção a falta de nomes fortes para o Senado.

A única vaga em disputa no ano que vem não tem um favorito claro. O senador Jean Paul Prates (PT) chegou o cargo pela via da suplência e não é um nome muito conhecido no Estado.

Ele depende muito de um voto casado com o ex-presidente Lula e de uma melhora na popularidade da governadora Fátima Bezerra (PT).

Por outro lado seus adversários postos até aqui não são potências eleitorais. O ministro das comunicações Fábio Faria (PSD) disse que se disputar algo no RN em 2022 será o Senado. Autoestima elevada para quem é filho de um ex-governador que deixou o cargo com quatro folhas atrasadas e está com a imagem colada à do presidente Jair Bolsonaro que está impopular no Estado.

O outro ministro potiguar que objetiva o Senado é o da integração regional Rogério Marinho (sem partido). Ele nunca foi um político popular e vem de uma derrota acachapante na tentativa de ser reeleger deputado federal em 2018. Sua única candidatura majoritária foi a Prefeitura de Natal em 2012 quando terminou num melancólico quarto lugar.

O ex-tucano é mais hábil que Fábio e evita exagerar na colagem de sua imagem à de Bolsonaro. Ainda assim está longe de ser um nome forte apesar da reconhecida capacidade de articulação política.

O ex-senador José Agripino (DEM) sonha com a senatoria, mas em 2018 sequer se elegeu deputado federal. Não há qualquer fato novo nos últimos quatro anos que indique que ele tenha condições de vencer a disputa. Em 2020, por exemplo, ele não teve força para montar uma chapa de vereador em Natal.

Cotado ora para o Governo ora para o Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT) seria certamente o nome mais consistente caso entre na disputa. Por enquanto sua inclusão na corrida ao Senado ainda tem status de incógnita.

A eleição pelo Senado está em aberto.

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Ex-governadores tentarão se reinventar em 2022

Ex-governadores terão em 2022 a tentativa de um recomeço (Fotomontagem: Blog do Barreto)

Eles foram derrotados nas duas últimas eleições e convivem com o ostracismo político de uma vida sem mandato eletivo.

Aposentados? Ele não se dão por vencidos. Quatro ex-governadores do Rio Grande do Norte querem mostrar em 2022 ainda tem lenha política para queimar.

Rejeitados nas urnas e enrolados com problemas no poder judiciário Robinson Faria (PSD), Rosalba Ciarlini (PP), Garibaldi Alves Filho (MDB) e José Agripino (DEM) ensaiam uma volta a política através de balões de ensaio.

Derrotado de forma fragorosa nas eleições de 2018 quando amargou um terceiro lugar, Robinson Faria (PSD) está atualmente inelegível por conta de uma cassação de registro de candidatura feita pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Se reverter a situação é candidato a deputado federal cargo para o qual Rosalba Ciarlini chegou a ser cotada logo após ser mandada para casa pelo eleitor mossoroense em 2020.

Mas o destino de Rosalba deve ser tentar uma vaga na Assembleia Legislativa mantendo o sobrinho Beto Rosado (PP) tentando renovar o mandato de deputado federal.

Principais líderes políticos do Rio Grande do Norte por três décadas Garibaldi e Agripino tem realidades bem modestas para 2022.

Garibaldi deve focar em voltar a Assembleia Legislativa onde esteve entre 1971 e 85 em dobradinha com o filho e deputado federal Walter Alves (MDB).

Já Agripino que desceu do salto em 2018 topando uma malsucedida candidatura a deputado federal é alvo de balões de ensaio sobre uma nova tentativa de voltar ao Senado. Mas certamente será candidato a alguma coisa em 2022 caso ainda esteja no gozo dos seus direitos políticos.

São quatro ex-governadores que precisam de um mandato não só para ganhar fôlego político, mas para seguirem sem maiores sobressaltos na vida jurídica.

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Confira os números da pesquisa TCM para o Senado em Mossoró

A TCM Telecom divulgou na noite desta sexta-feira no programa Cenário Político os números da pesquisa TS2 avaliando a preferência dos mossoroenses na disputa por uma vaga no Senado.

A pesquisa foi realizada em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró.

Confira os números:

A pesquisa foi realizada nos dias 19, 20 e 21 de abril ouvindo 831 eleitores. A margem de erro é de 3,5% pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

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Isolda e Beto são os mais citados para deputado estadual e federal em Mossoró na pesquisa TCM

A TCM Telecom divulgou os números para deputado federal e estadual da pesquisa do Instituto TS2 contratada em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró.

Confira os números:

A pesquisa foi realizada nos dias 19, 20 e 21 de abril ouvindo 831 eleitores. A margem de erro é de 3,5% pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.