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Indecisão de Styvenson favorece Fábio Dantas? Números ainda não mostram isso

Esta semana saiu uma importante pesquisa do Instituto Seta em que trouxe um comparativo inédito desde que o atual cenário se formou: cenários com e sem o senador Styvenson Valentim (Podemos). A variação é necessária por causa do titubeio do parlamentar em disputar o Governo do Rio Grande do Norte.

Em tese, a indecisão de Styvenson, deveria favorecer o ex-vice-governador Fábio Dantas (SD) que tem apostado tudo no voto anti-PT.

O senador tem 11,7 pontos percentuais enquanto o ex-vice de Robinson Faria tem 12,1. No cenário que exclui o parlamentar Fábio sobe apenas 1,5 pontos percentuais e até a governadora Fátima Bezerra (PT) melhora 0,9.

Os votos de Styvenson se espalham também entre Clorisa Linhares (PMB) e Wesli Natal Zueira (DC), mas principalmente entre brancos, nulos e nenhum que sobem de 16,1 para 21,3. Indecisos saem de 20,1 para 22,3.

O não voto é quem mais cresce com a ausência do senador.

Lá na frente esses votos podem até migrar para Dantas em forma de protesto contra uma Fátima Bezerra desaprovada por 45% dos eleitores segundo a mesma pesquisa Seta que trouxe aprovação de 46%.

Sem Styvenson o eleitor médio do senador prefere recuar para avaliar a oferta de candidatos. O desafio para Dantas será convencer que ele merece a confiança do eleitor.

As quatro folhas atrasadas deixadas pelo governo Robinson serão uma barreira para isso.

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Styvenson já tem nome para o Senado caso dispute o Governo. Motta reafirma apoio a Fátima

A polêmica notícia de que o senador Styvenson Valentim (PODE) e o deputado federal Rafael Motta (PSB) estariam se aproximando rendeu dois desmentidos e um fato realmente novo: caso dispute o governo o ex-capitão da Polícia Militar já tem nome escolhido para o Senado.

Não será Rafael Motta, mas a advogada Ana Paula Trento, sua assessora parlamentar. À 98 FM, o senador disse que não discutiu formação de chapa com o deputado.

Já Motta foi as redes sociais reafirmar o apoio à governadora Fátima Bezerra (PT) que vai disputar a reeleição. “Eu tenho dialogado bastante sobre minha pré-candidatura ao Senado e vou dizer mais uma vez: o nosso apoio a Fátima Bezerra e Lula são irrevogáveis”, declarou.

Ambos disseram exatamente a mesma coisa: não se discutiu aliança.

O Blog publicou mais cedo que essa história não faz sentido e o desmentido de ambos mostra isso.

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Não faz sentido aliança entre Rafael e Styvenson

Existem alianças ganha-ganha do tipo Lula-Alckmin em que o ex-presidente mandou um recado simbólico de conciliação e atraiu eleitores de centro e boa para o ex-governador paulista conseguiu um improvável retorno ao cenário nacional após o fracasso eleitoral de 2018.

Ambos ganharam.

Existem alianças em que um ganha e outro perde como tipo a reunificação das alas da família Rosado que passaram 30 anos disputando a hegemonia política de Mossoró. No curto prazo Rosalba Ciarlini se elegeu prefeita em 2016 e o grupo da prima Sandra Rosado perdeu protagonismo no cenário local e nunca mais se reergueu.

Naquele contexto Rosalba ganhou e Sandra perdeu.

E temos a aliança em que ambos perdem. Seria o caso do papo que rolou hoje de que o senador Styvenson Valentim (Podemos) e o deputado federal Rafael Motta (PSB) estariam se entendendo.

A história não faz o menor sentido ainda que eles tenham conversado sobre o quadro político do Rio Grande do Norte. O próprio Rafael esteve com o deputado federal Beto Rosado (PP) e o senador Jean Paul Prates (PT) nos últimos dias sem qualquer destaque na mídia.

Qualquer um desses encontros merece ser notícia, mas o contexto explica porque só a conversa com Styvenson vazou e ganhou ares de fato novo a partir da mídia ligada ao ex-ministro Rogério Marinho (PL).

Já expliquei aqui (e os números das últimas pesquisas sustentam o que escrevi e disse) que Motta atrapalha tanto o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) quanto Rogério Marinho. Fui ao alvo: os números da pesquisa Seta entre maio e junho indicam queda nas intenções de votos de ambos.

Mas voltando ao tema Styvenson/Motta.

Não faz sentido essa aliança. O senador tem um eleitorado conservador, antipolítica e o próprio parlamentar é avesso a alianças com políticos tradicionais como Motta.

Styvenson só perderia.

Para Motta a aproximação seria um estrago. O eleitor que está impulsionando ele tem perfil progressista e não quer Marinho nem Alves. O deputado perderia a base que lhe torna competitivo e a tendência seriam seus votos migarem para o ex-prefeito de Natal em forma de protesto anti-Rogério Marinho.

Os dois perderiam com a aliança. Carlos Eduardo se daria bem com essa história ganhando o voto progressista sem precisar fazer concessões.

Tanto é assim que os dois correram para desmentir que exista possibilidade de aliança.

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Styvenson foi contra CPI para investigar gestão de ex-ministro preso

O senador Styvenson Valentim (Podemos) duvidou da importância de se fazer uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os desmandos no Ministério da Educação.

Ao retirar a assinatura da CPI, o parlamentar que se orgulha de ser um implacável combatente contra a corrupção, disse que a investigação seria apenas eleitoreira.

Aí veio a “Operação Acesso Pago” que prendeu o ex-ministro da educação Milton Ribeiro envolvido no esquema de um gabinete paralelo em que pastores cobravam propinas para liberar recursos da educação.

Milton já foi solto, mas a repercussão da ação da Polícia Federal revigorou a força da CPI e o senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP) conseguiu as assinaturas restantes e a comissão está viabilizada.

Styvenson perdeu a chance de manter intacta a imagem de combatente anticorrupção. Nesta história ele escolheu a omissão.

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Styvenson está com medo de vencer

Já vinha tendo a sensação há alguns meses de que o senador Styvenson Valentim (Podemos) não quer disputar o Governo do RN. Ele alega aguardar um estudo encomendado ao partido sobre o quadro fiscal e administrativo do Estado.

O problema é que no próximo mês começam as convenções e o estudo nunca fica pronto.

Styvenson já foi excluído de pesquisas e não reagiu.

Mas esta semana ele mostrou que além da falta de apetite político em disputar o Governo ele tem medo de ganhar porque sabe que não tem condições de fazer as coisas do “jeito dele” sob a alegação de não contar com a simpatia da classe política e dos poderes.

O senador teme ganhar e sofrer um profundo desgaste de sua própria imagem.

É medo de vencer e falhar!

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Foro de Moscow 15 jun 2022 – A reação de Styvenson ao ultimato do Podemos

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Styvenson reage a ultimato ameaçando sair do Podemos

O senador Styvenson Valentim (Podemos) disse que vai ignorar o ultimato dado pelo Podemos para que se defina candidato até o próximo domingo, dia 19. O parlamentar ameaçou deixar a legenda.

Ele disse à Jovem Pan News de Natal que o partido deveria seguí-lo por ser detentor de mandato. “É a primeira vez que vejo chover de baixo para cima, poste mijar no cachorro… é senador de Raública. Deveriam me bajular dizendo ‘senador tome a sua decisão bem cautelosa, com responsabilidade, uma decisão que seja melhor para o Estado’. Se for para tomar uma decisão açodada é melhor sair do partido”, avisou. “Se apertar eu saio. Devo nada a partido nenhum”, completou.

O senador já disse em outras ocasiões que aguardado um estudo sobre o quadro administrativo do Estado para decidir se é ou não candidato. Ele deixou bem claro o medo de falhar: “O que está em jogo é meu pescoço. Se eu for para a candidatura e ganhar, se eu não der resultado não é partido quem vai se foder não. Quem se lasca sou eu!”.

Ele justificou o temor de se candidatar e vencer: “Eu não vou ter deputado, não vou ter Ministério Público e nenhum desses vai estar favorável a eu passar a faca e eu preciso do apoio da maioria da população”.

Styvenson descartou tomar qualquer decisão sobre candidatura até o dia 19. “Não sou irresponsável de tomar decisão açodada”, frisou.

“Essa possibilidade não depende de mim, depende do cidadão porque fazer campanha sem querer tempo de TV, sem querer rádio e sem querer apoio… é difícil estar em um meio onde impera a falsidade”

Ele classificou a reação do Podemos como infantil e desnecessária.

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Styvenson sobre voto favorável ao PLP 18: “vem me dizer sobre perda de arrecadação? Vá se rear para lá”

Em entrevista a Jovem Pan News de Natal o senador Styvenson Valentim (Podemos) disse que votou favorável ao Projeto de Lei Complementar (PLP) por entender que os Estados e Municípios recebem dinheiro demais, ofertam serviços ineficientes e que o povo está cansando de serviços ineficientes.

“Votei e voto mil vezes favorável ao povo. Eu não quero pagar imposto, já pago acima do Imposto de Renda sou puto com isso porque não vejo retorno. A gente paga IPVA e não vê um buraco tampado, uma rua asfalatada direita. Aí vem me dizer sobre perda de arrecadação? Vá se rear para lá”, disparou.

Ele disse que os Estados e Municípios são ineficientes e deveriam se adaptar. “Não tive dúvida que lado escolher se vou ficar ao lado de estados e municípios que vão ter R$ 1 bilhão de perda de arrecadação porque não dizem o que arrecadou até hoje, segundo o Banco Central teve mais de R$ 250 milhões na pandemia. Se vão perder que façam igual a população que está apertando o cinto com essa inflação, economize e deixem de ser ineficientes”, disse. “Querem dinheiro para quê? Para oferecer serviços ruins?”, questionou.

Ele disse que o povo vai ser beneficiado pela proposta por pagar menos impostos. “Não tenho o mínimo remorso. Fiquei do lado do povo brasileiro”, declarou.

 

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Foro de Moscow 14 jun 2022 – Limite de ICMS: Estados e municípios no prejuízo

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Podemos define data limite para Styvenson decidir se disputa o Governo

O PODEMOS do Rio Grande do Norte reuniu filiados, membros do diretório estadual e pré-candidatos da legenda para debater, em assembleia realizada neste fim de semana, os rumos do partido nas eleições majoritárias deste ano. A grande maioria deliberou que o prazo final para a legenda decidir se terá candidato ao Governo do RN é o próximo dia 19 de junho. Até lá, todos esperam que o senador Styvenson Valentin (PODEMOS), principal nome do partido, anuncie a intenção de concorrer.

Além do debate sobre a participação do partido na eleição majoritária, o PODEMOS também apresentou, no encontro, o resultado preliminar da primeira etapa de uma pesquisa contratada pela Fundação Podemos que está sendo realizada por um doutorando em economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e por especialistas da própria fundação, sobre o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte. Esta pesquisa será apresentada ao público pelo diretório estadual do partido nos próximos dias.

“Temos excelentes nomes de pré-candidatos para as eleições proporcionais. Eles cobram e aguardam definição sobre se teremos candidatura própria majoritária ou se abriremos diálogo com outros partidos. Por isso ficou estabelecida a data de 19 de junho”, explica o presidente do PODEMOS RN, advogado Felipe Madruga. O senador Styvenson não participou do encontro, mas enviou o assessor Alyandro Rocha.