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Isaac da Casca lembra Caso Kadson ao comentar perícia que apontou falsificação da assinatura de Allyson

O vereador Isaac da Casca (MDB) repercutiu, em pronunciamento na Câmara Municipal, hoje (28), as notícias de suposta falsificação de assinaturas em documentos na prestação de contas eleitorais do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil).

Ao comentar pronunciamento anterior do líder da oposição, Tony Fernandes (Avante), Isaac disse que, após a repercussão do tema na imprensa, o Poder Legislativo precisa tomar providências. “É sério essa denúncia de falsificação de documentos”, alertou.

Isaac pontuou que a análise que constatou a suposta falsificação não foi feita pela bancada de oposição, mas, segundo ele, por um perito “que tem experiência no que está dizendo, e tem as técnicas”.

“O vereador Tony, que trabalha na polícia, sabe que quando um indivíduo tende a cometer um crime, muitas das vezes, ele gosta de repetir o crime. Mas não estou aqui acusando ninguém”, disse o parlamentar, ao afirmar haver indícios suficientes para se investigar a suspeita.

Caso Kadson

Ainda no mesmo pronunciamento, Isaac relembrou a demissão do ex-secretário de Planejamento, Orçamento e Finanças, Kadson Eduardo, que, segundo ele, também foi afastado após ter sido condenado por falsificação de documentos.

“Isso precisa ser esclarecido à sociedade mossoroense. Nós, como vereadores dessa Casa, não podemos ficar calados. Quero dizer aos vereadores que querem me intimidar que eu não tenho medo. Vou continuar dizendo: essa gestão precisa ser investigada. Se vocês defendem a gestão, mostrem o que ela faz de melhor, agora não venham querer me agredir”, complementou.

Por fim, Isaac se comprometeu a fazer um trabalho para esclarecer os fatos. “Vamos fazer um trabalho, incansavelmente, para esclarecer a verdade dos fatos, que estão sendo feitos nas caladas, nas escondidas”, finalizou.

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“Prefeito vive de firulas e de mentiras”, diz Isaac da Casca

O vereador Isaac da Casca (MDB) criticou hoje (15), na Câmara Municipal, o que considera propagandas enganosas da atual gestão de Mossoró. “Diz que promove educação em Mossoró, sendo mentira. Creches e escolas estão sendo fechadas, como a UEI Adalgisa Fernandes, fechada por essa gestão”, disse.

Na tribuna, ele disse que, apesar do Mossoró Cidade Educação, há “abandono do prefeito de Mossoró (Allyson Bezerra) com a educação, prejudicando famílias”.

“O prefeito diz que cuida das pessoas, sendo mentira. Esse prefeito, e ele gosta de dizer que ele é o maior, e ele é maior mesmo: ele é o maior mentiroso que existiu em todos os tempos na gestão da cidade de Mossoró. Quem está dizendo sou eu, o vereador Isaac da Casca, e tenho como provar”, acrescentou.

Ainda segundo o parlamentar, “o prefeito só vive de firulas e de mentiras. Sempre enganando, mas a máscara dele vai cair e já está caindo. E ainda tem colegas vereadores que querem defender o indefensável”.

Isaac da Casca citou contrato de R$ 5 milhões da Prefeitura para compra de tênis para o fardamento escolar, mas, segundo ele, não chega aos alunos. “Na Escola dr. José Gonçalves, em São João da Várzea (zona rural), os alunos não receberam fardamento. Muito menos, os tênis”, denunciou.

E concluiu o vereador: “Sem falar nas ordens de serviço que o prefeito vem fazendo nos quatro da cidade, aquele malabarismo, que, na verdade, é um verdadeiro circo. No sítio Estreito, assinaram a ordem de serviço, e o serviço não chegou. Mas o povo está esperando o prefeito ir lá pedir voto”.

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Audiência sobre situação do Estádio Nogueirão é marcada por ausência de representantes da Prefeitura de Mossoró

A Câmara Municipal de Mossoró realizou, na manhã de hoje, 18, uma audiência pública para debater a situação do Estádio Manoel Leonardo Nogueira, conhecido popularmente como Nogueirão. A audiência, de iniciativa do vereado Isaac da Casca (MDB), trouxe à tona questões críticas sobre o estado do equipamento esportivo e enfatizou a necessidade imediata manutenção.

Ninguém da Prefeitura de Mossoró compareceu.

Na composição da mesa, estiveram presentes o vereador Isaac da Casca, a vereadora Marleide Cunha, Hieraldo Santos, professor de educação física da UERN, Hermeson Pinheiro, presidente da OAB/Mossoró, o representante do Baraúnas Lima Neto, Lenilton, do Mossoró Esporte Público e o ex-vereador Genivan Vale. Também participaram da audiência os vereadores Tony Fernandes, Paulo Igo e Omar Nogueira, além de representantes de setores ligados ao esporte.

Desabamento e apelo

Em fevereiro deste ano, uma parte significativa do Estádio Nogueirão desabou. Para o presidente da OAB, Hemerson Pinheiro, o incidente é um reflexo da falta de manutenção do Nogueirão ao longo dos anos. “Em 2016, a UNI-RN apresentou um estudo que já apontava a precariedade das instalações”, explicou. Hemerson pontuou ainda o perigo da falta de manutenção da estrutura para as pessoas que residem ou frequentam o entorno do Estádio. “Todos os dias pessoas fazem caminhadas ali. Passam pelo local. E correm riscos”, alertou.

Além do perigo a segurança das pessoas, a estrutura precária do Estádio também causa preocupação por causa do impacto social e econômico e falta de preservação da história de Mossoró. O professor de educação física da UERN Hieraldo Santos destacou os efeitos que a paralização das atividades no Estádio provoca na comunidade local. “As atividades que deixam de ser desenvolvidas ali impactam na geração de emprego e renda para uma série de trabalhadores que vivem direta ou indiretamente de eventos esportivos”.

Lima Neto, que representou o time de futebol Baraúnas, fez um apelo para a recuperação parcial do estádio, citando o abandono do gramado e os custos proibitivos de realizar jogos em outras cidades. “Estamos quase perdendo o gramado dali, que está abandonado. Temos que realizar os jogos na cidade de Assu, porque Mossoró não tem estádio adequado para eventos oficiais de futebol. Torcedores gastam com deslocamento e nós gastamos com a estrutura de outros estádios, quando estes valores poderiam está sendo investidos no Nogueirão”, disse.

Reforçando o apelo para a recuperação do Nogueirão, o vereador Isaac da Casca revelou que Mossoró é a única cidade brasileira, com uma população com mais de 250 mil habitantes, que não possui estádio de futebol habilitado para receber um jogo oficial de futebol.

Ausência

Para a vereadora Marleide Cunha, a falta de representantes da Prefeitura de Mossoró e de outros vereadores da situação na audiência é problemática. “Observo aqui que não há representantes da Prefeitura e nem vereadores de situação. Não há desculpa para a ausência, temos obrigação de vir aqui debater assuntos importantes para a população”, disse.

Os vereadores Tony Fernandes, Omar Nogueira e Paulo Igo reforçaram a crítica da vereadora e condenaram a ausência da Secretaria Municipal de Esportes. “A audiência pública deixa claro que a situação do Estádio Nogueirão é uma questão urgente que requer atenção imediata. A comunidade de Mossoró e os representantes do esporte local estão clamando por ações concretas para restaurar o estádio e garantir a segurança e o bem-estar das famílias que vivem no entorno. E é um espanto que a Secretaria Municipal de Esportes não envie representantes”, disse Tony.

Nota da Prefeitura

Em contrapartida, a Prefeitura de Mossoró, por meio da Comissão de Projeto Estratégico de Gestão, enviou uma nota à Câmara, sobre um projeto técnico e a possibilidade de permuta para um novo estádio na cidade.

De acordo com a nota, assinada pelo secretário de programas e projetos estratégicos, Almir Mariano, a ideia é construir um novo estádio. A ideia, ainda de acordo com a nota, surgiu após debates e análises de diversas secretarias e representantes dos clubes mossoroenses Potiguar e Baraúnas.

Haverá uma consulta pública para que a população possa opinar. Posteriormente, o documento será enviado à Câmara Municipal de Mossoró para aprovação do edital de permuta para construção do estádio.

Ofício

Ao final da audiência, um ofício com demandas e sugestões feitas pelos participantes do debate, e com o objetivo para minimizar os impactos que a paralização do Estágio Nogueirão, será encaminhado para a Prefeitura de Mossoró.

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Câmara Municipal vai debater situação do Nogueirão

A Câmara Municipal de Mossoró vai realizar uma audiência pública para debater a situação atual do estádio Nogueirão. A audiência está agendada para quinta-feira, 18 de abril, às 9h, no plenário da Câmara. A proposição é do vereador Isaac da Casca (MDB).

O Estádio Manoel Leonardo Nogueira, mais conhecido como Nogueirão, vem enfrentando problemas estruturais há anos. Para o vereador Isaac da Casca, providências precisam ser tomadas. “O Nogueirão é um patrimônio de Mossoró. Marca e marcou a história do esporte no município e merece atenção”, declarou.

A audiência pública deve contar com a presença de representantes de entidades ligadas ao esporte, prefeitura e da sociedade civil organizada. O evento também é aberto ao público em geral. A TV Câmara fará a transmissão ao vivo pela TV Câmara Mossoró (canal 23.2 TCM) e pelo site www.mossoro.rn.leg.br.

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Vereador levanta suspeita sobre elevação orçamentária da Prefeitura de Mossoró: “quem tem empresa sabe quando uma empresa faz quando quer dar calote em um banco”

O vereador Isaac da Casca (MDB) questionou o acréscimo no valor da Lei Orçamentária Anual (LOA) para os gastos da Prefeitura. Em pronunciamento na Câmara Municipal de Mossoró, hoje (26), o parlamentar disse que o orçamento teve crescimento de cerca de R$ 500 milhões, num período de quatro anos.

“Não sou expert em planejamento ou consultoria, mas o que estão fazendo com as finanças da Prefeitura é preocupante. Em 2021, a LOA foi aprovada no valor de cerca de R$ 561 milhões; no ano seguinte (2022), partiu para R$ 900 milhões e, em 2023, subiu para mais de R$ 1 bilhão”, observou Isaac.

De acordo com Isaac, os números são preocupantes, pois levanta suspeita de que os dados orçamentários estão sendo inflados. “Quem tem empresa sabe quando uma empresa faz quando quer dar calote em um banco. Ela eleva os números para conseguir empréstimos”, exemplificou o vereador, que afirmou que isso está sendo feito com o orçamento da Prefeitura.

Isaac alerta que, apesar da alta arrecadação, pode haver grande débito nas finanças municipais. “E quero aqui dizer: espero que essas ordens de serviços, placas na cidade, sejam entregues mesmo à população. Espero que o prefeito não esteja brincando com o sentimento da população”, frisou.

Saúde

Ainda em seu pronunciamento, Isaac mencionou o desabamento de parte do forro da Unidade de Pronto Atendimento do Bairro Belo Horizonte (UPA-BH), ocorrido na manhã desta terça-feira (26).

“Isso é um descaso por parte da Prefeitura. Não tem atendimento, planejamento e nem organização”, disparou.

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Deputado corre risco de ser enquadrado em infidelidade partidária. Mossoró pode ganhar um mandato na Assembleia

O deputado estadual Adjuto Dias busca um acordo para deixar o MDB para disputar a Prefeitura de Caicó nas eleições deste ano. No entanto, a legenda está negando a liberação e já avisou que ele ousar sair vai ser enquadrado na infidelidade partidária.

As provas são robustas e levariam o deputado, filho do prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), a perder o mandato.

Durante as eleições de 2022, Adjuto fez campanha ao lado de Fábio Dantas (SD) candidato adversário da governadora Fátima Bezerra (PT) que tem como vice o presidente estadual do MDB Walter Alves.

Adjuto ficou contra o próprio partido mesmo tendo tido carta branca para montar uma nominata que lhe garantiu uma eleição confortável este.

Além disso, o filho de Álvaro Dias faz oposição a Fátima e Walter na Assembleia mesmo sendo o único deputado emedebista na casa.

Caso deixe o MDB e seja enquadrado na infidelidade partidária, Adjuto Dias dará lugar ao vereador de Mossoró Isaac da Casca.

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Mossoró pode ganhar mais um deputado estadual

Com a possibilidade do deputado estadual Adjuto Dias (MDB) se licenciar do cargo para disputar a Prefeitura de Caicó no segundo semestre, Mossoró pode ganhar mais um representante na Assembleia Legislativa.

A informação é do Blog de Robson Pires.

O vereador Isaac da Casca é o primeiro suplente do MDB.

Ele já anunciou que não vai disputar a reeleição este ano, abrindo espaço para a mãe dele tentar uma vaga na Câmara Municipal de Mossoró.

Isaac recebeu 8.610 (0,46%) votos em 2022. Já em 2020 ele foi o vereador mais votado de Mossoró com 3.113 votos.

A única representante de Mossoró na Assembleia Legislativa é a deputada Isolda Dantas (PT).

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Bancadas indicam membros do Conselho de ética da Câmara Municipal

As bancadas de situação e oposição indicaram os membros do Conselho de Ética da Câmara Municipal de Mossoró atendendo a um pedido do presidente da casa Lawrence Amorim (SD) na semana passada.

Serão três nomes da situação: Marckuty da Maisa (SD), Lucas das Malhas (MDB) e Wiginis do Gás (Podemos). A oposição indicou Marleide Cunha (PT) e Paulo Igo (SD).

O presidente será Marckuty.

Na semana passada, o presidente da Câmara determinou o envio do Código de Ética da casa aos gabinetes e provocou as bancadas para indicar os membros após um discurso homofóbico do vereador Raério Cabeção (PSD) contra o colega Pablo Aires (PSB).

Confira a formação:

Presidente: Marckuty da Maisa (SD)

Vice-presidente: Marleide Cunha (PT)

Secretário: Lucas das Malhas (MDB)

Membro titular: Wiginis do Gás (Podemos)

Membro titular: Paulo Igo (SD)

Suplente: Ricardo de Dodoca (PP)

Suplente: Isaac da Casca (MDB)

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Candidato afirma que aliança com Beto é uma parceria e que mãe segue candidata a deputada federal

Em conversa com o Blog do Barreto, o vereador Isaac da Casca (MDB) disse que apesar de ter anunciado dobradinha com o deputado federal Beto Rosado, a mãe dele, Heliane Duarte (MDB), segue tentando uma vaga na Câmara Federal.

Ele disse que não muda nada a aliança com Beto. “Na realidade o voto em Beto é uma parceria que a gente fez, mas a candidatura da minha mãe permanece e está mais firme do que nunca”, disse para em seguida confirmar que votará na mãe. “Estou trabalhando para ser deputado estadual e minha meta é deixar minha mãe no mínimo na primeira suplência”, avaliou.

Vereador mais votado de Mossoró em 2020 com 3.113 votos, Isaac tenta uma vaga na Assembleia Legislativa pelo MDB. No agregador de pesquisas ele está em segundo lugar na nominata, o que lhe garantiria a segunda suplência.

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Relatório de Comissão de Obra aponta inexistência de solicitação da empresa para o aditivo e problemas de ordem temporal em documentos

A Comissão de Obras, Uso e Ocupação do Solo da Câmara Municipal de Mossoró divulgou relatório em que questiona o aditivo de R$ 433.724,01 da obra do Memorial da Resistência, correspondente a 44,36% do montante da reforma.

O documento aponta para a ausência de documentos indicando solicitação para o aditivo por parte da J.Z.R Construções LTDA. “Ademais, obtempere-se que nos autos do aditivo contratual inexiste qualquer solicitação e/ou aceitação por parte da empresa contratada, sendo os atos da solicitação e tramitação do aditivo processados todos a partir de dados e informações fornecidas pelos próprios agentes da administração”, afirma o relatório.

Outro apontamento é a mudança de postura da gestão municipal em relação a obra tida como inaugurada nos canais oficiais da Prefeitura de Mossoró com a divulgação da prorrogação da reforma após o caso do aditivo vir à tona.

Tudo isso em um contexto em que a prorrogação da obra foi assinada 22 dias após a assinatura do aditivo e só publicada no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) no dia 5 de julho. Curiosamente houve seis edições do periódico entre a assinatura e a sua publicização, ocorrida justamente após a crise eclodir. “Em meio a todos estes acontecimentos, foi publicado no JOM do dia 05 de julho de 2022, após vir à tona todos esses fatos, a prorrogação da reforma do Memorial da Resistência que, até então, estava concluída. Observe-se que, segundo consta, a prorrogação fora firmada em 23 de junho, todavia, aguardou-se diversas edições do jornal oficial do município para sua publicação que somente ocorreu, justamente, quando da publicidade dos fatos e das suspeitas, a respeito do aditivo de valor”, diz o relatório.

Outro problema é de questão temporal. O parecer favorável ao aditivo saiu depois dos atos administrativos serem realizados, o que causou estranheza para a Comissão de Obras. “Digno de nota, ainda, que o parecer jurídico exarado nos autos possui uma informação que, aparentemente, destoa do processo. Note-se que na parte da conclusão o parecerista fala em convalidação de atos administrativos. Entretanto, indaga-se quais seriam os atos objeto de convalidação se, a princípio, o processo administrativo referente ao aditivo contratual atenderia, formalmente, à regularidade?”, questionou. “Esses apontamentos, implicam na possibilidade de, nos autos em questão, apresentarem-se indícios de que os documentos não foram apostos nos autos em momento contemporâneo a sua feitura, sendo que tal circunstância implica no aprofundamento da apuração”, concluiu.

O relatório é assinado pelo presidente da comissão Isaac da Casca (DC) e pelos membros Francisco Carlos (Avante) e Larissa Rosado (União).

Outro lado

Por meio da assessoria de comunicação da Câmara Municipal o líder do governo Genilson Alves (PROS) disse ter recebido a informação sobre o relatório com “estranheza” por ter sido produzido de forma muito rápida. Para ele isso pode significar que a documentação enviada pela Prefeitura, de quase duas mil folhas, não foi analisada corretamente. “Na sexta-feira, a Prefeitura de Mossoró entregou uma documentação com mais de mil e 800 folhas. Hoje, entregou mais de duas mil folhas, dez volumes. Como esse relatório já está pronto? Por que não analisar a documentação e fazer um novo levantamento? A Prefeitura mandou toda a documentação que foi solicitada pela Comissão”, rebateu.

O relatório será enviado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado.

CONFIRA O RELATORIO – MEMORIAL NA ÍNTEGRA