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Para não perder maioria, prefeito resgata ex-governistas para base

Acuado pela rebelião de seis vereadores e disposto a comprar a briga o prefeito Allyson Bezerra (SD) decidiu contra-atacar para não perder maioria na Câmara Municipal de Mossoró.

Allyson está atraindo três ex-governistas para a base temendo que resulte em perda da maioria o desfecho da queda de braço com Tony Fernandes (SD), Paulo Igo (SD), Carmém Júlia (MDB), Omar Nogueira (Patri), Lamarque Oliveira (PSC) e Isaac da Casca (DC).

O prefeito já teria começado a retirar os cargos de Lamarque e Omar, inclusive.

Com os retornos de Gideon Ismaias (Cidadania), Zé Peixeiro (PP) e Didi de Arnor (Republicanos), o prefeito garante na pior das hipóteses um placar de 13 x 10 para o Palácio da Resistência.

O quadro impressiona se voltarmos no tempo e lembrarmos que quando tomou posse Allyson tinha uma maioria de 18 x 5.

Se seguir neste quadro de instabilidade na base Allyson pode passar a ter minoria na Câmara, algo raro na política mossoroense. A última vez que isso aconteceu foi por um curto período no segundo semestre de 2010 na gestão de Fafá Rosado.

A diferença é que a motivação estava relacionada a eleição da mesa diretora.

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Vitória de Isaac é precedente favorável a Tony

A vitória judicial do vereador Isaac da Casca que conseguiu a liberação da Justiça Eleitoral para mudar de sigla é um precedente para outro parlamentar que também está em litígio partidário.

Refiro-me ao Cabo Tony Fernandes (SD). O caso dele é bem mais notório e melhor documentado.

Isaac obteve liminar para estar filiado a um novo partido dentro do prazo que se encerra em 2 de abril.

Tony vive o mesmo dilema e chegou a ser excluído das atividades partidárias, o que torna o direito dele ainda mais sólido que o de Isaac.

O precedente está aberto.

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Alysson reúne bancada para discutir orçamento e votação de projetos

O prefeito de Mossoró Allyson Bezerra se reuniu nesta quinta-feira (6), com vereadores de Mossoró para discutir ações e projetos, em especial, debater a Lei Orçamentária de 2022.

Allyson destaca o fortalecimento do trabalho e diálogo com o legislativo municipal. “É um momento importante de fortalecimento do diálogo com o legislativo municipal. Estamos de portas abertas e mãos dadas para avançar em Mossoró”, afirmou.

Na reunião também foram discutidos projetos de desenvolvimento econômico, social e de infraestrutura para execução neste ano e nos próximos. “Projetos de grande importância para a sociedade mossoroense”, pontuou Allyson.

Foi tratado ainda sobre a força-tarefa que vem sendo realizada pelo município para reduzir alagamentos e resolver problemas históricos da cidade sobre essa questão e ações de enfrentamento à Covid-19 e síndromes gripais.

“Agradecemos ao presidente Lawrence Amorim pelo forte trabalho realizado a frente da Presidência da Câmara de Mossoró e ao líder do governo vereador Genilson Alves pelo diálogo e atuação que tem mantido. Agradecemos a todos os vereadores que trabalham e votam os projetos de interesse do povo”, concluiu o prefeito mossoroense.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Lawrence Amorim, Lucas das Malhas, Costinha, Raério Araújo, Carmem Júlia, Edson Carlos, Isaac da Casca, Tony Fernandes, Paulo Igo, Marckuty da Maísa, Genilson Alves, Ricardo de Dodoca, Omar Nogueira, Naldo Feitosa, Wiginis do Gás e  Lamarque.

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Prefeito está em crise com pelo menos quatro vereadores

O prefeito Allyson Bezerra (SD) enfrenta uma crise com a bancada de vereadores na Câmara Municipal de Mossoró, inclusive dois do partido dele estão sob ameaça de perder os cargos indicados na gestão: Tony Fernandes e Paulo Igo.

Os dois parlamentares mais o suplente Bião foram os únicos integrantes do partido não convidados para a confraternização do Solidariedade.

Bião apoia o nome de Tony para deputado estadual e Paulo Igo está alinhado com o vice-prefeito Fernanadinho (Republicanos).

Outro que está com um pé fora da base governista é Gideon Ismaias (Cidadania) que será candidato a deputado federal. O prefeito quer os aliados unidos m torno do nome do presidente Lawrence Amorim (SD) que tentará uma vaga na Câmara Municipal pela segunda vez.

A crise pode ganhar novos personagens. Um deles é Omar Nogueira (Patriotas) que andou manifestando insatisfação nos bastidores pelo tratamento desprestigioso que alega receber da gestão municipal.

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Vereador admite mudar de partido

O vereador Cabo Tony Fernandes (SD) instado a analisar a decisão do prefeito Allyson Bezerra (SD) de apoiar o nome do ex-vereador Soldado Jadson (SD) disse que pretende mudar de partido.

“Estou pedindo para ir para outro partido. Não quero atritos nem perder energias. Se eu causo incomodo a gente precisa ir para outro lugar”, frisou.

Tony contou ainda que um grupo de vereadores está organizando uma nominata em um partido a ser definido.

Por ora ele descarta deixar a base do prefeito, inclusive disse ter cumprindo agendas com ele nos últimos dias. “Minha relação segue tranquila com o prefeito”, garantiu.

 

 

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Prefeito faz apostas com alto custo político

O prefeito Allyson Bezerra (SD) está prestes a anunciar o ex-vereador Soldado Jadson (SD) como seu candidato a deputado estadual nas eleições do ano que vem.

O teste de popularidade vem sendo feito nos últimos dias com o parlamentar acompanhando o prefeito em suas agendas.

A escolha vem acompanhada de um tremendo desgaste interno porque o vereador Cabo Tony Fernandes, o mais votado do Solidariedade nas eleições do ano passado, já estava com a postulação viabilizada.

A crise interna está instalada.

O vereador tem dito que quer apenas a legenda e se isso não acontecer vai tentar mudar de partido alegando à Justiça Eleitoral que sofre perseguição política.

A preferência por Jadson tem alto custo político. Se Tony conta com o respeito dos policiais militares da região, Jadson ficou queimado com a categoria quando foi vereador. Além disso, foi líder do governo de Francisco José Junior e depois apoiou Rosalba Ciarlini em 2016.

Apesar da boa atuação em plenário, Jadson não deixou boas lembranças aos moradores do Conjunto Vingt Rosado, uma de suas bases eleitorais.

Allyson troca um nome leve e de fácil viabilidade por outro que exigirá mais esforço. Sem contar que essa crise caminha para levar o Solidariedade a perder um vereador articulado que vai fortalecer a oposição.

Outro problema do burgomestre é com o vice-prefeito Fernandinho que está trocando o  PSD pelo Republicanos. Ele não tem exigido apoio e toca sua candidatura a deputado estadual se alinhando à governadora Fátima Bezerra (PT).

O prefeito em vez de tirar proveito dessa proximidade para ter um elo com Fátima para parcerias administrativas estaria disposto a expurgar Fernandinho da gestão.

Ter um vice-prefeito adversário é sempre desgastante.

Por fim, o prefeito anunciou na quinta-feira que apoia o ministro das comunicações Fábio Faria para o Senado. Trata-se do filho de Robinson Faria, ex-governador que deixou o cargo com quatro meses de salários atrasados e que o próprio Allyson tentou esconder o apoio em 2020.

A imagem de Fábio e Robinson em Mossoró sempre foi muito ruim. Para piorar traz consigo a sombra do bolsonarismo, bastante rejeitado pelo povo de Mossoró.

O prefeito fez escolhas arriscadas e de alto custo político.