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Conversa de Lula com Walter e Garibaldi passou longe de uma definição de chapa

Reunião com os Alves tratou de temas mais, digamos, imediatos (Foto: redes sociais)

Assim que emergiu dos bastidores a informação de que o ex-presidente Lula seria recebido pelo ex-senador Garibaldi Filho e o deputado federal Walter Alves, ambos do MDB, em um jantar logo surgiram as especulações de que seria ali definida uma chapa com um dos dois sendo o vice da governadora Fátima Bezerra (PT) ano que vem.

Só fumaça da imprensa.

A definição de uma chapa passou longe da conversa. O assunto foi a viabilização de uma aliança com o PT sem necessariamente tratar de chapa.

Os Alves estavam mais interessados na ocupação de espaços no governo Fátima que lhe garantissem fortalecimento no interior.

Os objetivos apresentados para 2022 foram bem mais modestos do que o traçado pela imprensa potiguar. Os Alves querem mandatos federais. Primeiramente mantendo a cadeira de Walter. Depois vendo outras possibilidades.

Não teve formação de chapa. Essa é a síntese da conversa.

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Oligarquia Alves terá que superar disputas internas para retomar protagonismo

Família Alves tem nó entre primos para desatar (Fotomontagem: Blog do Barreto)

A oligarquia Alves foi a mais poderosa do Rio Grande do Norte por pelo menos 40 anos. Quando não esteve no poder, liderou a oposição seja em Natal ou no Governo do Estado.

Hoje o agrupamento familiar nem lidera a oposição nem governa o Rio Grande do Norte, mas é cedo para dizer que é o fim desse agrupamento político.

A família esteve unida nas eleições de 2014 e 2018 quando foi derrotada para o governo como Henrique e Carlos Eduardo, respectivamente.

Sonhando retomar o protagonismo do passado, a família enfrenta problema entre os primos. O Walter disputa não só o comando do MDB potiguar como também a prioridade na chapa de deputado federal em 2022 com Henrique Alves que deu um chega para lá na conversa de que mudaria de agremiação. “Partido não é hospedaria”, disse no Twitter ao relembrar a participação das articulações para fazer Tancredo Neves líder do partido no Senado.

Walter em Henrique possuem um problema de ordem pessoal.

Outra disputa que pode levar a divisão do ninho bacurau é entre Carlos Eduardo e Garibaldi Filho.  Primeiro vem sonhando com o Senado enquanto que o primo mais velho segue cotado para o cargo que ocupou por três mandatos.

Para retomar o protagonismo os Alves precisam superar suas disputas internas.

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Deputado oficializa mudança de partido

Bernardo volta ao MDB (Foto: cedida)

O deputado estadual Bernardo Amorim agora é oficialmente do MDB. Ontem ele assinou a ficha de filiação que foi abonada pelo presidente do partido no RN, o deputado federal Walter Alves.

Por causa da pandemia de Covid-19 não ocorreu ato público.

Quando a pandemia for considerada encerrada, o deputado pretende fazer um evento para celebrar a filiação com membros do partido.

Bernanrdo Amorim retorna ao MDB, onde militou por décadas. “Retornei ao partido onde entrei na vida política. Por conta da pandemia, nos reservamos ao momento da assinatura sem público presente”, disse Bernardo Amorim nas redes sociais.

Ele foi eleito em 2018 pelo AVANTE, com 42.049 votos, o terceiro deputado mais votado daquele ano.

O MDB completou ontem 55 de fudação.

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Deputado anuncia que está com covid-19

O deputado federal Walter Alves (MDB) anunciou no Twitter que testou positivo para covid-19. Ele informou que está seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde.

Walter tem 40 anos e está exercendo o segundo mandato na Câmara dos Deputados. Ele já foi deputado estadual em outras duas oportunidades.

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Família Alves volta a rachar politicamente

Walter e Carlos Eduardo fizeram disputa de bastidores (Fotomontagem: Blog do Barreto)

O primeiro racha político da família Alves foi em 2002 quando o então vice-prefeito Carlos Eduardo Alves trocou o PMDB pelo PSB e decidiu apoiar Wilma de Faria ao Governo do Estado.

Ele alçou ao cargo de prefeito de Natal e levou consigo o apoio do pai, Agnelo Alves, então prefeito de Parnamirim.

De certo. Wilma derrotou o candidato dos Alves, Fernando Freire, no segundo turno, Carlos Eduardo e Agnelo foram reeleitos em 2004.

Os Alves só voltariam a dividir um mesmo palanque rapidamente em 2008 quando apoiaram a candidatura de Fatima Bezerra a prefeita de Natal. Mas união mesmo só em 2014 quando o então prefeito de Natal Carlos Eduardo apoiou Henrique Alves ao Governo do Estado. A união foi mantida até 2018.

De lá para cá houve um processo de afastamento. Primeiro com a exposição das diferenças políticas entre o deputado federal Walter Alves e o ex-ministro Henrique Alves. Depois no início do ano com saída de Álvaro Dias do MDB para o PSDB criou-se a expectativa que os Alves indicassem o vice de Dias. Carlos Eduardo após espernear nas redes indicou a prima da esposa como vice de Álvaro.

O passo seguinte foi Walter Alves se movimentar admitindo publicamente que pode ser candidato a prefeito de Natal. Uma postulação que nunca foi especulada na capital e que surge como resposta a uma derrota nos bastidores.

A versão oficial é de que se trata de uma orientação do partido em nível nacional. Nos bastidores sabe-se que a candidatura visa retaliar Dias tirando dele parte do apoio “bacural”.

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Deputado tem aval para mudar de partido

Bernardo vai retornar ao MDB (Foto: cedida)

O deputado estadual Bernardo Amorim recebeu autorização do diretório nacional do Avante para deixar o partido. Ao Blog do Barreto ele informou que agora vai protocolar o pedido de liberação da fidelidade partidária no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

“O diretório estadual tinha negado e eu busquei a liberação em nível nacional”, esclareceu.

O destino do parlamentar está definido. Vai se filiar ao MDB tão logo seja liberado pela Justiça Eleitoral. “Sempre fui do MDB e o deputado Walter Alves sempre foi um grande parceiro”, justificou.

Ele disse ainda que só deixou o MDB e foi para o Avante para viabilizar a eleição em 2018. “Sou muito sincero: foi uma questão pragmática”, completou.

Sobre a parceria política com a governadora Fátima Bezerra (PT), Bernardo disse não acreditar que ser do MDB atrapalhe. “Tem deputados que estão em partidos de oposição e apoiam a governadora”, completou.

Nas redes sociais o presidente estadual do MDB Walter Alves deu boas vindas ao novo filiado. “Dr. Bernardo está no primeiro mandato como deputado estadual e já demonstra ser um ótimo parlamentar. Além disso, ele tem um histórico de serviços prestados na região Oeste do estado. O MDB fica mais forte com a chegada de Dr. Bernardo”, completou.

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Ex-senador compara convenção do MDB a ato fúnebre

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, óculos e close-up

As declarações da presidente Izabel Montenegro (MDB) – ver AQUI – ao Blog do Barreto sobre a decadência do MDB no Rio Grande do Norte não estão isoladas.

Aluizista histórico, o ex-senador e ex-governador Geraldo Melo (PSDB), disse nas redes sociais que a última convenção do MDB, que conduziu o deputado federal Walter Alves ao comando do partido no dia 22, foram “as exéquias* do partido do aluizismo”.

É preciso lembrar que embora tenha passado boa parte de sua vida pública no PSDB, Geraldo Melo é um aliado de longa data da família Alves. Com endosso de Aluízio foi vice-governador, governador e senador. Há uma relação histórica com o clã.

Confira o texto completo:

MDB SEM ALUIZISMO, SEM A COR VERDE E SEM OS BACURAUS

Semana passada, sob o comando do seu novo Presidente, deputado Walter Alves, o MDB do Rio Grande do Norte decidiu encerrar um capítulo da sua vida para iniciar um novo.

A discreta convenção, meio parecida com um ato público e meio parecida com uma convenção cartorial, foi o momento e a forma escolhidos para realizar as exéquias do partido do aluizismo, dos bacuraus, da cor verde. Tudo sepultado naquela manhã.

Esse momento estava sendo anunciado e preparado sem segredos, desde meses atrás, quando o Deputado Walter Alves tornou pública a sua decisão de deixar o partido se o seu primo Henrique Alves reassumisse a posição de comando que sempre teve no PMDB.

Henrique já não pertence ao diretório estadual do partido e muito menos à Comissão Executiva que efetivamente o dirige. É agora apenas um filiado, como qualquer outro.

De certo modo, o próprio Garibaldi está excluído.

Como pai do Presidente ele está incluído, claro. Solidário. Mas, como líder político, não está. Não pode estar sendo um dos comandantes de uma linha partidária que nunca foi a sua e que agora, na velhice, não pode ter passado a ser.

O MDB que nasceu é, portanto, um novo partido com o tamanho que lhe é dado pelo seu Presidente.

Tem um longo itinerário a percorrer, se quiser voltar a ter, no Estado, o tamanho e peso que um dia teve.

*Exéquias são cerimônias ou honras fúnebres.

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Izabel afirma que MDB vive seu pior momento no RN

Para presidente MDB vive seu pior momento (Foto: autor não identificado)

Para a presidente da Câmara Municipal de Mossoró Izabel Montenegro (MDB) afirmou em conversa com o Blog do Barreto que o seu partido vive seu pior momento em 53 anos de história do Rio Grande do Norte.

Na avaliação, o MDB vem cometendo uma sucessão de erros desde a derrubada da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016. “O partido vem errando desde o golpe (impeachment) e isso refletiu no Rio Grande do Norte. Hoje só temos um mandato no Congresso”, argumentou.

Segundo Izabel a rixa entre o deputado federal Walter Alves e o ex-ministro Henrique Alves piora a situação. “Não estou satisfeita com essa situação entre o deputado Walter Alves e Henrique. O partido precisa mudar sua forma de ser conduzido”, declarou.

Outro ponto lamentado por Izabel foi a exclusão do diretório estadual na última convenção cartorial. “Não porque sou presidente da Câmara Municipal. É pela minha história com o partido. Já me queixei com o ex-senador Garibaldi”, informou.

Presidente da Câmara cumpre agenda em Brasília

A presidente da Câmara vai a Brasília cumprir agenda com o médico Cure de Medeiros, dirigente do o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM).

O objetivo é conseguir mais recursos para tratamentos de câncer em Mossoró. “A tabela dos atendimentos é muito baixa”, frisou.

Izabel disse que não tem condições de mossoroenses se deslocarem cerca de 300 Km para fazer tratamento de câncer.

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Família Alves tem sucessão geracional em convenção do MDB

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Walter é a terceira geração dos Alves a frente do MDB (Foto: autor não identificado)

No domingo, o MDB mudou de comando, mas não de hegemonia de sobrenome. Segue com um Alves a frente da agremiação desde os tempos da ditadura militar.

De lá para cá, Aluízio Alves foi sucedido por Henrique Alves no comando partidário e posteriormente por Garibaldi Alves Filho.

Agora a legenda vai para as mãos de Walter Alves, deputado federal e representante da terceira geração de seu clã político.

Com o único mandato federal da família Alves, Walter muda de status político indo da condição liderado a líder. Vai ser ele o condutor da reconstrução do MDB após a derrota acachapante em 2018.

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Bancada Federal inicia discussão sobre as emendas para o orçamento de 2020

Gestores apresentam demandas (Foto: Fábio Barros)

A bancada federal do Rio Grande do Norte promoveu reunião ampla na noite desta quarta-feira, 16, com o Governo do Estado, prefeitos, entidades e órgãos públicos estaduais e federais com atuação no estado a fim de ouvir as demandas e embasar a destinação das emendas parlamentares no Orçamento 2020.

Participaram da audiência os oito deputados federais e os três senadores que representam o Rio Grande do Norte: Rafael Motta, Natália Bonavides, Benes Leocádio, Beto Rosado, Fábio Faria, João Maia, Walter Alves, General Girão, Zenaide Maia, Styvenson Valentim e Jean Paul Prates.

O coordenador da bancada, deputado Rafael Motta, afirmou que os parlamentares irão estudar todos os pedidos e voltarão a se reunir para chegar a um consenso sobre onde os recursos serão aplicados.

“A nossa prioridade é otimizar a aplicação das emendas parlamentares para que elas cumpram o objetivo: atender as necessidades da população”, disse.

A partir deste ano, todas as emendas parlamentares passam a ter caráter impositivo, ou seja, de pagamento obrigatório pelo Governo Federal. Em 2020, R$ 6,7 bilhões serão divididos proporcionalmente entre as bancadas estaduais.

Estavam presentes os prefeitos de Natal, Álvaro Dias, de Caicó, Batata, de São Gonçalo do Amarante, Paulinho, a prefeita de Jandaíra, Marina Dias, de Itajá, Alaor Pessoa, o deputado estadual Alisson Bezerra, os secretários do gabinete Civil do Governo do Estado, Raimundo Alves, e do Meio Ambiente, João Maria Cavalcanti, o secretário da Prefeitura de Parnamirim, Prof. Giovani Júnior, os reitores da UFRN, José Daniel, e da UFERSA, José de Arimatéia, da IFRN, Wyllys Tabosa, representantes da PM/RN, do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Detran, ITEP, CODERN, DNOCS, do Sindiguardas, da PRF/RN, Funasa, Marinha, do Sindicato das Indústrias de Extração do Sal e da Liga Contra o Câncer.